quarta-feira, 29 de outubro de 2014

“Não cheguei a conversar com Ronaldo Pacas, já conversei com outro vereador da situação, mas com ele não”, diz Carlinhos da COHAB, em entrevista

O vereador Carlinhos da COHAB falou na manhã desta quarta-feira (29), em entrevista a Rádio Polo FM, sobre a reunião ocorrida nesta terça a noite, na casa de Fernando Aragão (PROS), onde teriam sido acertados vários pontos referentes a disputa pela presidência da Câmara de Santa Cruz do Capibaribe.

“A gente concordou que o grupo, todos os sete vereadores, devem seguir uma linha só, onde a maioria vence e definirá se devemos lançar um candidato nosso ou apoiar um candidato da situação. Mas todos farão uma coisa só”, disse Carlinhos.

Mais adiante ele revelou que conversou com um integrante da bancada de situação e o mesmo se mostrou desconfiado com a possibilidade do vereador Zé Elias (PTB) votar contra a bancada Taboquinha. “Eu já conversei com um vereador da situação e ele disse que teme Zé Elias não acompanhar o grupo. Mas eu mesmo fiz a pergunta a Zé Elias e ele confirmou que segue com o grupo e ele (Zé Elias). Ele afirmou que não teve conversa alguma, com ninguém do grupo Boca-Preta. Eu senti confiança em Zé Elias”.

Um ponto polêmico em torno da eleição para a Câmara tem rendido pautas quentes em blogs e emissoras de rádio: uma possível conversa dos Taboquinhas com Ronaldo Pacas (PSDC). Segundo Carlinhos, ninguém do seu grupo conversou ou ofereceu nada a Pacas. “Não cheguei a conversar com Ronaldo Pacas, já conversei com outro vereador da situação, mas com ele não”.
Tadeu e Humberto acenam para retorno da aliança PT-PSB

O deputado federal eleito do PSB, Tadeu Alencar, ex-secretário do governo Eduardo Campos e integrante da Executiva estadual do partido, deu sinais de que a legenda pode se reaproximar do PT. Em entrevista à uma rádio local, na manhã de ontem, o socialista afirmou que a aliança com o PSDB no segundo turno, em apoio ao candidato Aécio Neves, foi circunstancial e que o PSB deverá buscar, no Congresso Nacional, alianças com legendas que tenham as mesmas bandeiras que as suas.

“Vamos continuar onde sempre estivemos, defendendo a democracia, uma agenda de reformas, a população. Qualquer agremiação partidária que por ventura tiver convergência nesses pontos, nós teremos tranquilidade de estarmos juntos”, disse Alencar. “Vamos ter uma pauta muito intensa no Congresso e é essa pauta que vai definir ao lado de quem vamos estar”, acrescentou.

Também em entrevista, o senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, recebeu bem a notícia de que o PSB está sem posicionamento definido e que há possibilidade de ser reintegrado à base do PT. “Acho que é uma boa colocação. Eu pessoalmente fico satisfeito com a possibilidade de nós podermos dialogar", afirmou o senador. Questionado se já havia uma sinalização de aproximação entre as duas legendas, o senador valorizou a abertura dos socialistas para o debate. “Acho relevante que o PSB condicione seu posicionamento em relação ao Congresso Nacional, em relação à sociedade, a um debate de ideias, de propostas. O governo e o PT têm interesse de ouvir e discutir propostas”, disse.

Com informações do JC Online
Foi destaque no programa ‘Opinião’ - Disputa através de microfones poderá inviabilizar candidatos à presidência da Câmara

Na matemática eleitoral o grupo de Situação apresenta-se como favorito absoluto na eleição para a presidência da Câmara Municipal de Vereadores. Afinal, são 9 vereadores governistas contra 8 da Oposição, incluindo-se nesta última o vereador Vânio Vieira (PSDB).

Ocorre que neste tipo de eleição costumam acontecer surpresas, levando quem tem menos votos a vencer quem tem mais. Este é o fantasma que assombra o prefeito Edson Vieira, que até o momento não apontou quem é o candidato da sua preferência, e pode até optar por não fazê-lo, deixando a escolha nas mãos dos vereadores de sua bancada.

Tudo o que o prefeito não gostaria que acontecesse neste momento é justamente o que se observa: uma disputa aberta, com direito a cobertura da imprensa local. Entretanto, o uso desnecessário dos microfones e flashes para uma disputa que deveria acontecer intramuros pode, ao invés de ajudar, inviabilizar os competidores

A disputa mais acirrada acontece entre os vereadores Ronaldo Pacas (PSDC) e Zezin Buchin (PSDB), com a participação dos seus assessores de imprensa, Melqui Lima e Joseilson Chagas, os quais têm se incumbido de atacar as pretensões do respectivo rival.

Como os eleitores que decidirão o pleito são apenas 17, ou seja, os próprios edis, o barulho que está sendo produzido pelos candidatos e assessores nos meios eletrônicos é totalmente inútil, servindo apenas para gerar turbulências no grupo de Situação.

A continuar assim, é possível que, no final, nenhum dos dois postulantes tenha condições de obter o voto da maioria dos colegas de bancada, forçando o surgimento de um nome de consenso, que, até o momento, sequer tenha demonstrado interesse na Presidência da Câmara.

Da Redação da Comunidade FM
“Se tem uma eleição  que sempre pode aparecer surpresas é a eleição da Câmara, e essa não será diferente”, diz vereador Ernesto Maia (PSL)
Apesar de ser minoria na Casa Doutor José Vieira de Araújo, a oposição de Santa Cruz do Capibaribe pretende ser ‘fator determinante’ para a escolha do próximo presidente do poder legislativo municipal (biênio 2014-2015).  É isso que acredita o líder da bancada, Ernesto Maia (PSL) que declarou a preferência por algum nome, mas afirmou que já houve uma conversa com o vereador Ronaldo Pacas (PSDC).

Em entrevista na noite desta terça-feira (28), ao programa Direto ao Ponto, o vereador afirmou que o resultado passará diretamente por sua bancada.  “Apesar de ter o menor número, mas diante da posição de Vânio Vieira de não acompanhar mais a bancada de situação, tudo fica diferente”, disse e completou, “Vamos ser o fiel da bancada da próxima eleição, podendo escolher o candidato da situação que vá gerir o próximo biênio”.

O vereador disse que espera a definição de quais serão realmente os candidatos para que a decisão seja tomada. Não escolhendo o situacionista para o posto, Ernesto faz uma análise que, diante as dificuldades futuras para reeleição em 2016, a presidência é de fundamental importância para qualquer um, servindo como uma verdadeira vitrine.

“Hoje o único que conversou comigo foi Ronaldo pacas, outro vereador não conversou. Essa vai ser uma eleição dura, já que o próximo presidente só de salario terá R$ 150 mil nos próximos dois anos, além disso, vai gerir o orçamento em torno de R$ 100 mil reais por mês e a gente sabe das dificuldades para reeleição que todos vão passar”, disse.

Páreo duro – Para Ernesto, o acirramento para 2016, por uma vaga na Câmara, se dará por as prováveis candidaturas da Secretária Jéssyca Cavalcanti, dos ex-vereadores, Francisco Ricardo e Dr.Nanau, entre outros.

Pra ontem – O grupo de oposição ainda não se juntou completamente para a ‘lavagem de roupa sula’ interna, na tentativa de reunificação após o pleito do ultimo dia 5. Assim como os demais vereadores, Ernesto tem pressa para que isso aconteça e seja escolhido, definitivamente, o nome para 2016. “A oposição tem que sentar urgentemente, como venho repetido. Temos que definir o mais rápido possível o candidato para disputar a prefeitura com Edson Vieira”, disse.

O outro grupo e o ‘cara’ – Insatisfeito com a postura de José Augusto Maia (PROS), o vereador trata como grupos distintos e reafirma o apoio em Fernando Aragão. “Apesar do grupo do ex-prefeito José Augusto Maia ter tido 12 mil votos, a presidente Dilma teve 23 mil, sendo assim, podemos sonhar com estes votos, com alguém que possa agregar. Então é necessário um candidato que tenha bom trânsito em todo o grupo, e  entendo que esse nome é Fernando Aragão”, finalizou.
Assembleia presta homenagem póstuma a Eduardo Campos

No último dia 13 de agosto, uma tragédia comoveu o Brasil e levou à morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos. O político, de 49 anos, foi vítima de acidente aéreo, em São Paulo, que também matou a tripulação e seus assessores. Nesta terça (28 de outubro), a Assembleia realizou uma Reunião Solene para prestar homenagem póstuma a um dos principais líderes do Estado e do Brasil. Eduardo estava em campanha à Presidência da República, pelo PSB, quando teve os sonhos interrompidos. 

O presidente da Assembleia, deputado Guilherme Uchoa, do PDT, que solicitou a homenagem, destacou que a confirmação do acidente lhe atingiu fortemente, assim como a todos os pernambucanos. O parlamentar afirmou que perdeu um amigo e um companheiro de longas jornadas políticas, com quem tinha grande sinergia. Segundo o deputado, o ex-governador estava disposto a enfrentar todos os desafios e dificuldades de uma campanha presidencial e, se eleito, implantaria no País alguns dos projetos bem sucedidos em Pernambuco. Para Guilherme Uchoa, Eduardo tinha capacidade para isso, o que foi demonstrado ao longo de suas duas bem avaliadas gestões à frente do Estado. 

Uchoa também ressaltou que a Assembleia não poderia deixar de expressar sua estima, admiração e respeito por Eduardo Campos, por todo o legado político herdado do avô, o ex-governador Miguel Arraes. O líder do Governo na Casa, Waldemar Borges, do PSB, salientou que a solenidade foi uma oportunidade de refletir sobre o que Eduardo representou para o Estado. O parlamentar lembrou que o ex-governador fazia da política um ideal e um desejo de servir e, após a sua morte, fica o dever de preservar e ampliar seu legado. 

A viúva de Eduardo, Renata Campos, recebeu uma placa alusiva à homenagem. Ela agradeceu em nome da família e dos amigos a iniciativa da Assembleia. Renata destacou a generosidade do povo de Pernambuco, não apenas por reconhecer o trabalho administrativo do ex-governador, mas pelo apoio oferecido à família. A viúva assinalou que continua firme no objetivo de manter o legado de Campos. 

Durante a solenidade, a Assembleia, por meio da Superintendência de Comunicação Social, apresentou um vídeo em homenagem a Eduardo Campos, que também foi deputado estadual no período de 1991 a 1994. 

Além da família e amigos do ex-governador, várias autoridades e personalidades acompanharam a cerimônia. Entre elas, o governador João Lyra Neto, o vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira, e o presidente do Tribunal de Justiça, Frederico Neves. O governador eleito de Pernambuco Paulo Câmara, e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, enviaram mensagens justificando a ausência. 
Eleição para a presidência da Câmara – Taboquinhas se reúnem e prometem apoio a um só nome

O grupo de vereadores, liderado por Ernesto Maia (PSL), se reuniu na noite desta terça-feira (29) na casa de Fernando Aragão (PROS). Segundo Helinho Aragão (PTB), a bancada definiu que estará unida na disputa pela presidência da Câmara, que ocorrerá no final do ano. De acordo com ele, apenas um nome receberá o apoio dos Taboquinhas.

“A nossa bancada estará unida para votar em um nome. Com essa unidade da bancada, vamos acabar com as conversas paralelas que existem hoje, de que um ou dois nomes poderiam votar contra a própria decisão da bancada”, disse Helinho.

terça-feira, 28 de outubro de 2014


Eleição para Câmara – O silêncio de Zé Augusto

O assunto que predomina nos bastidores da política santa-cruzense é a eleição para a próxima mesa diretora da Câmara de Vereadores, disputa que deverá ocorrer apenas no mês de dezembro, mas que já tem rendido quentes debates nas emissoras de rádio e blogs da cidade e da região.

Em meio a postagens em redes sociais e especulações das mais variadas, uma coisa tem chamado a atenção de algumas pessoas, o silêncio do deputado federal José Augusto Maia (PROS). Após o resultado da eleição do último dia 5 de outubro, ele voltou a ser apontado por muitos como ‘o maior líder’ do grupo Taboquinha, no entanto, até este momento ele não se pronunciou sobre a sucessão na Câmara.

A difícil relação com o sobrinho, o vereador Ernesto Maia (PSL), seria o principal fator do distanciamento de Zé Augusto do processo, entretanto, que o conhece sabe que mais cedo ou mais tarde ele se envolverá na disputa, que é tida por todos que fazem o meio político como de fundamental importância para o futuro dos principais grupos da cidade.

Ernesto tem dado declarações públicas que apoia o voto da bancada Taboquinha em um nome do grupo Boca-Preta, em especial, o vereador Ronaldo Pacas (PSDC). Resta saber se Zé concorda com tal possibilidade e mais, se ele tem interesse em se ‘intrometer’ nesta história, sendo reconhecido como líder maior do grupo que ainda tem muitos capítulos a serem escritos.