Mostrando postagens com marcador Mundo Conectado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mundo Conectado. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de junho de 2014




Jornais impressos no tablet

Sempre gostei de estudar e pesquisar as versões dos jornais impressos para o tablet, mas, o que se vê, nessa atual fase do jornalismo digital, são edições com fortes características do início das publicações na internet, como a transposição de conteúdo, não explorando as possibilidades oferecidas pelo ambiente digital.

No Brasil, a utilização da internet por veículos jornalísticos resulta em iniciativas isoladas, inicialmente, para depois, adentrar de forma massiva na web. A ocupação do ciberespaço por publicações só aconteceu em maio de 1995, através da interface pouco interativa do Jornal do Brasil, que apresentava uma cópia quase que resumida do jornal impresso. Da mesma forma que foi o primeiro na Web, 15 anos depois, o JB se autodenominou “O primeiro jornal 100% digital do país” e anunciou o fim da edição impressa em setembro de 2010. 

Ainda em 1995, outros jornais de grande circulação, entre eles o Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, O Globo, O Estado de Minas, Zero Hora, Diário de Pernambuco e Diário do Nordeste também perceberam o potencial da rede e passaram a disponibilizar edição completa na web.
            
A partir de então, o que se percebeu foi uma corrida das empresas jornalísticas para ocupar um espaço na Web. Com o desenvolvimento do jornalismo digital, novas mídias surgiram e também foram ocupadas pelos veículos de comunicação. A chegada da tecnologia 3G em 2007 – considerada internet de alta velocidade para aparelhos móveis; o surgimento de dispositivos como smartphones, e anos depois, a comercialização e aceitação dos tablets, entre eles o iPad, possibilitaram a ampliação do mercado jornalístico. Além das formas tradicionais de publicar conteúdo – impresso, radiofônico, televisivo e o online –, as empresas passaram a disponibilizar informação nos dispositivos móveis. 

E ao contrário do que se apregoaram ao longo dos anos, que uma nova mídia vai acabar com as antigas, nos remetemos ao que Roger Fidler, no livro “Mediamorphosis”, acreditou que o desenvolvimento dos meios se dá segundo o princípio de coevolução das mídias. Isso ocorre não de maneira espontânea e independente, mas sim mediante metamorfose das chamadas “velhas mídias”, que não morrem, apenas evoluem e adaptam-se às transformações. Hoje, os tablets não estão determinando o fim do jornal impresso, mas sim condicionando uma nova forma de se fazer jornal, abrindo outras possibilidades de circular as informações.

Mas, se não aproveitar as potencialidades desse dispositivo móvel, vamos ter apenas mais uma plataforma de leitura igual à edição do jornal impresso. E você o que acha?!

quinta-feira, 19 de junho de 2014



Fama e reputação na internet

Imagina você sendo uma mulher, independente, na faixa dos 34 anos, mãe solteira, fazendo doutorado e tendo que trabalhar e conciliar tudo isso diariamente. Não é difícil encontrar pessoas com esse perfil, não é?! E garanto que você tem milhões de dicas valiosas para quem tem essa rotina, do tipo, como fazer para conciliar a vida em casa com seu filho e ter uma vida social também?! E com essas dicas você resolve escrever um ebook contando todos os seus segredos. 

Essa seria uma ‘receita inicial’ para se tornar famosa na internet, pois o que deve ter de mulheres querendo dicas desse tipo para aprender ou compartilhar. Esse seria só um exemplo corriqueiro e que pode ser aplicado em um ebook ou até um blog para quem deseja conquistar essa reputação online.

E com um blog, por exemplo, pessoas da sua cidade, do seu estado, região e do país inteiro passam a interagir com você, deixando comentários, enviando e-mails e compartilhando das mesmas dicas ou problemas com você. Não há como dizer que você não é famosa ou não é uma referência para essas pessoas, não é?!

Em época de internet, você não precisa ter um milhão de pessoas te seguindo para ser famoso, mas se quiser conquistar receita, você necessita de um milhão de pessoas para que se transforme em dinheiro, já que algumas marcas olham apenas o número de acesso ou seguidores, então, reputação também gera receita, além da fama.

E faça a seguinte pergunta ao se lançar na internet: “por que as pessoas vão comprar meu produto se há tanto material de graça na internet?”. A resposta: porque a maior parte das informações disponíveis na web não está reunida em um só lugar e, em alguns casos, não inspira muita confiança. 
Dessa forma, você venderá não o produto em si, mas o serviço ao reunir as melhores informações em um só ambiente.

E você, tem dicas para nos contar?!

quarta-feira, 4 de junho de 2014


Youtube e seu poder de divulgação

Acredito que você já assistiu algum vídeo no YouTube, não foi?! Mas você tem noção do poder de divulgação e alcance que essa mídia social tem?! Pessoas comuns, hoje em dia, conseguem alcançar certa fama na internet sendo apenas criativos e originais. E para quem já tem experiência profissional também aproveita esse espaço para divulgar seus trabalhos.
 
O #MundoConectado também criou um canal (https://www.youtube.com/curtamundoconectado), e na coluna de hoje, a gente conversou com o estudante de Publicidade e criador do Fan Vídeo Project, Daniel DSS, e com o estudante de Direito e cantor e compositor, Roninho do Acordeon.
 
Confira e compartilha com a gente seu trabalho no youtube.



quarta-feira, 28 de maio de 2014

Vamos compartilhar opiniões
Hoje existem várias formas de se comunicar e conhecer novas pessoas, principalmente após a febre dos aplicativos para dispositivos móveis. Seja para arrumar um paquera ou manter contato com amigos e familiares que moram longe, as redes sociais e os aplicativos de mensagens estão cumprindo bem essa função: a de estreitar laços em um mundo conectado.

Pois bem, o texto da coluna de hoje surgiu a partir da criação de um grupo no WhatsApp com três amigos (@magali_oliveira, @_MelquiLima e @danieljoakson), os quais eu mantenho mais o contato virtualmente que pessoalmente; e com mais um amigo (@idaleciofeitosa), que fui “apresentada” primeiro por meio do aplicativo. Com as conversas rolando pedi para cada um escrever um parágrafo sobre algo relacionado à tecnologia para contribuir com a coluna. Eis os depoimentos deles:

@_MelquiLima: “Me preocupa esse uso desregrado dos aplicativos disponíveis de forma gratuita. A popularização dos sistemas Android e iOS é benéfica, porém, o péssimo uso de aplicativos por parte dos brasileiros é algo alarmante. Com a banalização do serviço, as pessoas exageram e baixam aplicativos de montagens de fotografias de gosto duvidoso e imitações e cópias baratas de jogos famosos. Resta saber administrar bem essa oferta e utilizar as facilidades de forma inteligente e proveitosa”.

@magali_oliveira: “Vale refletir sobre a ‘prisão’ causada pela quantidade de novas tecnologias e seus inúmeros atrativos. Outro dia ouvi um comentário sobre ‘primeira tela’ se referindo ao smartphone. O dispositivo móvel tem ganhado esse papel e muitas vezes é realmente a primeira tela do dia das pessoas, que ao abrir os olhos acessam o celular antes de levantar da cama e ver o mundo real. A respeito do tema vale repensar também sobre as relações de amizade e de amor, afetadas fortemente por tal situação. Marshall McLuhan traduz essa conexão através da frase ‘o homem cria as ferramentas e, subsequente, as ferramentas recriam o homem’. Mas, sinceramente, algumas situações ‘à moda antiga’ são muito melhores, como a conversa olho no olho do amigo; sentindo o cheiro da pessoa que gosta; dar atenção total a quem está do seu lado sem estar se dividindo com o mundo virtual, é muito melhor”.

@idaleciofeitosa: “As pessoas estão cada vez mais conectadas. Será mesmo bom para o nosso dia a dia toda essa conectividade? Para alguns sim, pois muitos trabalham e dependem da internet. Mas, e para aqueles que precisam se desligar da era digital para se concentrar no trabalho? Hoje em dia não se tem mais um diálogo a mesa, pois tudo se faz por meio das redes sociais. A era digital está afastando as pessoas de modo que não se encontram mais grupos interagindo entre si sem que uma vez aqui, outra ali, alguém pegue o celular para checar algo em suas redes. Mas até onde a tecnologia pode nos ajudar? Nós dominamos a era digital, ou será que é ela que nos domina?”

@danieljoakson: “No mundo atual, os celulares estão cada vez mais presente em nosso dia a dia. Podemos dizer que ele está presente tanto nas nossas necessidades de trabalho como também nas nossas diversões diárias. Não importa qual a marca, tamanho ou armazenamento. Tendo um simples Android, navegamos o mundo inteiro em um simples clique. Quanto maior o avanço da tecnologia, maior a necessidade de consumo”.

Contribua você também. Mande sugestão, dica ou tema para a próxima coluna!

#MundoConectado está presente no Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e Gmail.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

É preciso ser visto para existir no ciberespaço
Quem me acompanha nas redes sociais percebeu que eu voei e toquei as nuvens no último final de semana. Realizei um sonho e tive a melhor sensação da vida ao saltar de paraquedas. Só sentindo para saber, pois foi incrível e surreal. Aproveitei a ocasião e fui vestida com a camisa “Eu curto #MundoConectado”. Com isso surgiu a ideia de fazer esse texto para a coluna desta semana sobre divulgação e possibilidade de reverberação nas redes sociais.

Vocês lembram que antigamente comprávamos filmes de 36 poses para registrar uma viagem ou evento importante?! Depois do passeio é que poderíamos mandar revelar o filme para poder curtir as fotos. E isso podia levar até uns 15 dias para ter essas fotos em mãos.

Hoje, a instantaneidade possibilita que você compartilhe o que você fez em questão de segundos, graças aos dispositivos móveis. Depois de publicadas as fotos, a espera é só pelas curtidas nas redes sociais. 

Só para vocês terem uma ideia, o primeiro like da história do Facebook foi dado no dia 9 de fevereiro de 2009. E hoje, os números mostram o botão “curtir” como um fenômeno presente diariamente nas nossas vidas. São 1,8 milhão de curtidas por minuto ou 4,5 bilhões diárias na rede social de Mark Zuckerberg.

Aí vem a máxima: você só existe se é curtido, compartilhado ou recebe comentários nas redes sociais. É preciso ser visto para existir no ciberespaço. E essa premissa vem influenciando nas nossas vidas, pois hoje queremos mostrar as coisas legais que acontecem, sejam no âmbito pessoal como profissional.

Seguindo essa onda, postei no canal do YouTube do #MundoConectado o vídeo do meu salto de paraquedas! É só curtir!


quarta-feira, 14 de maio de 2014

E como escrever para a internet?!

Por a internet ser um ambiente considerado democrático, onde podemos criar blogs, sites e possuir perfis e páginas nas redes sociais, que nós, jornalistas, precisamos tratar a informação ou notícia de forma desorganizada esteticamente? Digo isso porque às vezes me incomoda muito vê muitos jornalistas com um espaço na internet, mas sem preocupação com a qualidade do material.

Do mesmo jeito que somos leitores, temos que ter mais cuidado com o que produzimos para a web. E eu volto a falar sobre esse assunto na minha coluna #MundoConectado.

Escrever para a internet é diferente de escrever para jornal, televisão e rádio, mas nem tanto. Uma coisa que deve levar em conta é que as técnicas já consolidadas do texto jornalístico não devem ser desprezadas em nenhuma plataforma.

Como a internet é um ambiente que vem transformando as relações de comunicação e jornalistas, ainda não foi encontrada uma fórmula que resolva a questão da linguagem. Mesmo assim, isso não seria desculpa para transmitir conteúdo de todo jeito, sem o cuidado, principalmente com as novas regras ortográficas, que já não são tão novas assim.

Aproveito esse espaço para trazer algumas dicas. Uma expressão que virou uma espécie de lugar-comum e muitos jornalistas recorrem à ela é a tal de "vítimas fatais". Se ocorre acidente com morte, a primeira coisa que vemos em um título ou chamada é a referência dos mortos sendo citados como "vítimas fatais".

Vale lembrar que "fatal" significa "que mata" e não se pode dizer que as vítimas, já mortas, mataram alguém. O que mata é o acidente, a doença. Portanto, "vítima fatal" não existe e não está correto.

Já quando se usa sigla, o significado vem por extenso primeiro, exemplo: Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS); e neste caso, vale lembrar que escreve em caixa alta porque soletramos cada letra.

O título doutor só para quem tem doutorado, então evite usá-lo ao se referir a médicos e advogados.

E o ponto e vírgula? Tão esquecido, mas vale lembrar que ele é, essencialmente, enumerador, conforme o exemplo a seguir: a presidente da República, Dilma Rousseff; o ministro da Educação, Henrique Paim; e assim vai...

E quando citar hora lembrar que 8h se refere ao período da manhã; já se for algum evento a ser realizar à noite será às 20h.

As pessoas têm nome e sobrenome, então, citar o nome completo e com a grafia correta.

Em casos do uso de maiúsculas (caixa alta) e minúsculas (caixa baixa) são várias as dicas, mas aqui vou citar apenas algumas: na designação das profissões e dos ocupantes de cargos, como presidente, ministro, governador, secretário, prefeito, advogado, engenheiro, professor, entre tantos outros, vem em caixa baixa.

As instituições, entretanto, vão em caixa alta: Presidência da República, Vice-Presidência da República, Ministério da Justiça, Secretaria da Fazenda, Chefia de Gabinete, Comissão de Finanças, Superintendência do Abastecimento, Câmara Municipal, Justiça Federal, Senado.
   
Espero que tenha contribuído. Até a próxima!!!

quarta-feira, 7 de maio de 2014


Vida ON-Line 

Ao acordar a primeira coisa que faço é desligar o despertador do meu celular e ativar a internet 3G para saber o que está acontecendo no mundo por meio dos sites jornalísticos. Logo depois vou checar e-mails, Facebook, Foursquare, Instagram, Twitter e WhatsApp. Assim como eu, milhares de pessoas também fazem esse ritual todo santo dia e ao longo do dia também.
 
Se você perceber, nossa vida está mais ON-Line e digital do que antes. A gente hoje quase não usa papel e caneta. Quando sai de casa leva o smartphone e o tablet, ou em algumas ocasiões o notebook. 

Em eventos, ultimamente estou preferindo tirar fotos dos slides das apresentações, pois muitas vezes não dá tempo para copiar o que os palestrantes falam. Estando em movimento, ao ter uma ideia anoto logo no aplicativo “Notas” do meu celular para não esquecer depois.
 
Ao dar aula, geralmente ministro com o datashow e anoto pouca coisa no quadro branco. Mas esse ano tentei mudar a dinâmica em uma das salas de aula para a disciplina “Sociologia e Antropologia”. Passei a fazer fichamentos a mão dos textos, já que são densos, e anotava todo o resumo no quadro, como antigamente. 

Como estava sem costume, a primeira coisa que apareceu foi uma tendinite, mas o resultado da discussão foi bom. Pelo menos, os alunos aprovaram o método e disse que aprendiam mais dessa forma, pois tinham o resumo anotado no caderno para estudar a posteriori.
 
Percorri por essas histórias para pararmos para pensar que estamos caminhando para a digitalização do conteúdo, mas será um caminho sem volta?! Não tem como saber. 

Porque ainda não temos livros e jornais apenas digitais?! Porque não estamos preparados para essa mudança e não saberemos se estaremos no futuro.
 
Hoje nos tornamos leitores multicanais, pois há momentos que desejamos e achamos melhor ler no papel; já em outras ocasiões o smartphone e o tablet nos satisfazem; preferindo uma tela maior corremos para o notebook.
 
Acredito que vamos conviver entre esses dois mundos, o do papel e do digital, por muito tempo. E você, o que acha sobre o assunto?!

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Você usa as redes sociais para quê?!

Eu uso as redes sociais como meio para se relacionar com outras pessoas, já que é uma das premissas, como também para obter notícias. A influência das redes sociais na internet é tamanha na vida das pessoas, que, segundo a Pesquisa Brasileira de Mídia (http://bit.ly/1ebcmdb), o Facebook é hoje o meio mais acessado pelos brasileiros para se obter informação, entre sites, blogs e redes sociais.

O Ibope também confirma essa informação ao afirmar que a internet já é a primeira fonte de informações de quase metade dos brasileiros (47%). E para você, leitor do #MundoConectado, qual a sua fonte de informação hoje em dia?!

Vem bater um papo com a gente sobre esse e outros assuntos no vídeocast. É só clicar e interagir na Fan Page (www.facebook.com/curtamundocontectado).  
          

quarta-feira, 23 de abril de 2014


Foursquare e suas dicas

Para quem gosta de viajar como eu a dica é baixar o aplicativo Foursquare para ficar por dentro das dicas que os usuários deixam sobre os locais que frequentam. E com isso, o aplicativo se torna um guia informal sobre lugares como restaurantes, cafés, bares, empresas e locais públicos.

É só fazer um check-in e o seu smartphone usa o GPS para identificar os estabelecimentos que estão a sua volta. Você também pode compartilhar no Twitter e no Facebook.

O legal é que o Foursquare é colaborativo, pois o site (https://pt.foursquare.com/) não lhe oferece uma lista de lugares cadastrados, você é quem deve cadastrá-los.

Quando viajo para lugares que já frequentei utilizo o aplicativo para saber o que as pessoas estão falando do local ou para pegar dicas sobre alimentação, pois tem coisa pior do que pedir uma refeição sem conhecer e não vir o que você esperava?! Neste caso, os usuários do Foursquare te ajudam a fazer uma boa escolha.

E além de você avisar aos seus amigos onde está, o Foursquare também permite que você receba notificações de lugares onde seus amigos estão, para que as pessoas se encontrem com mais facilidade.

Baixe o aplicativo e experimente fazer check-in e disponibilizar dicas legais dos locais onde frequentam! O meu Foursquare é ‘Silvana Torquato’, me adiciona por lá e vamos compartilhar locais bacanas.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

O Twitter ainda está com tudo

Muita gente achou que o Twitter morreu, não foi?! Até eu pensei que ninguém mais usava. Mas engano meu e seu. A rede social do passarinho ainda está com tudo e muito bem utilizada por aí. Para quem gosta de estar antenado, o Twitter ainda é um ótimo espaço para expressar sua opinião, divulgar conteúdo relevante, pois ele deixou de ser o seu “diário” onde as pessoas colocavam que “estavam indo dormir”, por exemplo. Hoje, ele se reconfigurou e se tornou uma rede social de interesses.

Com oito anos de existência, o Twitter, no contexto atual, não é voltado para o relacionamento com seus amigos, mas sim, com o conteúdo. A plataforma está direcionada mais para informação e comentários sobre o que estamos assistindo na TV, por exemplo. Ou para dialogar com celebridades que você gosta e admira. Como também para a aproximação dos palestrantes quando você estiver em um evento e para divulgar conteúdo relevante que esteja sendo discutido.

E a intenção do Twitter, que montou escritório no Brasil há um ano, é fortalecer essa aproximação do usuário com personalidades, possibilitar um acompanhamento de eventos em tempo real e ser um espaço para comentários sobre o que você vê na TV, além de focar na busca de informações sobre trânsito, tempo, enchentes, sendo uma plataforma de utilidade pública também.

O microblog conta com 241 milhões de usuários espalhados pelo mundo e vem implementando mudanças para se manter ainda em alta. A tentativa é engajar mais os usuários e aumentar o tempo de permanência do internauta. No meu caso, eu passei mais de um ano longe do Twitter, mas depois que voltei a participar de eventos e congressos, percebi que precisava estar presente mais ativamente nessa rede social, pois quem estuda, pesquisa e se interessa por tecnologia está presente no microblog.

E além do espaço de 140 caracteres para você postar conteúdo, o Twitter também passou a disponibilizar um novo serviço de mensagens curtas, desta vez em vídeo. O Vine partilha vídeos até 6 segundos e está disponível para download apenas para dispositivos iOS.

E você, como está sua relação como o Twitter?!

Venha nos seguir @MundoConectado_

quarta-feira, 2 de abril de 2014

 Onde as versões impressas vão parar?

Não é de hoje que escutamos: o jornal impresso vai acabar, e as revistas, onde vão parar?! Apesar de caminharmos para a digitalização, ainda há pesquisadores e estudiosos que acreditam que as versões impressas do jornal e da revista vão perdurar por muito e muito tempo. Agora, vamos pensar o seguinte: se os impressos não se adaptarem aos novos meios, fazendo apenas a transposição de conteúdo do papel para uma tela de tablet, por exemplo, claro que eles chegarão a um fim, e um fim bem próximo.

Então não é só seguir o que as empresas de comunicação faziam na década de 1990: a transposição de conteúdo para a internet – apesar de ser muito comum hoje em dia se você pesquisar, mas aproveitar as potencialidades de cada dispositivo móvel e trazer um conteúdo atraente para os leitores diferenciados de cada plataforma.

Devemos entender que estamos passando por um processo de midiamorfose, em que os meios se adaptam, mas não desaparecem. Mas precisam se adaptar para valer, não chegar com o slogan ou a manchete do dia: “o primeiro a ter versão no tablet, smartphone, etc”.

Se o conteúdo da versão impressa passará a ser acessado pelo seu tablet e smartphone, vale lembrar que esses dispositivos possuem recursos interativos a serem explorados, como vídeos e galeria de fotos, por exemplo. Além de possibilitar uma atualização das reportagens diariamente, fazendo com que seu jornal ou revista permaneça atraente sempre.

Então a dica é essa: aproveitar as potencialidades que cada plataforma oferece!

E você acha o que sobre o assunto?!

quarta-feira, 19 de março de 2014

Tinder lhe faz companhia
Está se sentindo sozinho?! Corre para o smartphone ou tablet e baixa o Tinder.

Em tempos de redes sociais e de aplicativos de mensagens, os encontros, paqueras e novas amizades presenciais estão cada vez mais escassas. A lógica é "conhecer" virtualmente primeiro para depois marcar um encontro pessoalmente.

Voltando para o Tinder, vocês já ouviram falar?! É o novo aplicativo da moda que está bombando entre os solteiros. Para entrar no Tinder você precisa fazer o login com sua conta do Facebook. Ao entrar no aplicativo ele te dá a opção de escolher a faixa etária, que vai dos 28 aos 50 anos, entre homens e mulheres.

O aplicativo vai fazer uma varredura automática, de acordo com a distância que você selecionou (em um raio de 160 quilômetros), para encontrar pessoas que moram perto de você e que também usam o aplicativo.

E como o Tinder só funciona integrado ao Facebook é mais difícil enganar os demais usuários com informações falsas, pelo menos é o que se pressupõe.

Depois dessas configurações é só curtir quem lhe atrai e esperar ser curtida também para começar um bate-papo. Quando duas pessoas demonstram interesse mútuo, o Tinder avisa aos usuários envolvidos e exibe uma janela de bate-papo. E a conversa pode ir para o WhatsApp e depois pessoalmente. Quem sabe?!

E pense bem, pois seu novo amor pode está online. Várias pessoas que usaram o Tinder conseguiram uma paquera e até um namorado, mas tudo começou virtualmente para depois rolar o encontro presencialmente.

Esse tipo de aplicativo nos faz pensar que a tecnologia está recriando e reconfigurando nossas vidas, pois nos sentimos, muitas vezes, “incapazes” de conhecer outra pessoa na balada, por exemplo, achando que será mais fácil trocar uma ideia virtualmente para depois chegar a uma conversa pessoalmente.

Não sei se funciona para todos, mas, quem está solteiro ou solteira e à procura, o que custa tentar?!

quarta-feira, 12 de março de 2014



Selfie está na moda
   
Em tempos de redes sociais o imperativo da visibilidade reina. É preciso ser visto para existir. E tem maneira melhor do que fazer uma selfie?!  Para quem não conhece essa expressão, ‘selfie’ é um autorretrato (sozinho ou em grupo) normalmente feito com uma câmera digital ou um smartphone com o braço esticado ou na frente do espelho. A particularidade da selfie é que ela é tirada com o objetivo de compartilhar nas redes sociais.

‘Selfie’ foi a palavra da moda de 2013 pelo dicionário Oxford, mas neste ano voltou com tudo, após as 3 milhões de retweetadas da selfie de astros de Hollywood na cerimônia do Oscar e publicada no perfil do Twitter (sim, o Twitter ainda está vivo) da apresentadora Ellen DeGeneres.

E essa febre se deve à influência das redes sociais nas nossas vidas. A lógica da instantaneidade e do imediatismo estimulou a selfie: eu tiro a fotografia e no mesmo instante eu publico para que meus amigos e seguidores possam curtir e comentar.

Considerada também uma expressão de uma identidade online ativa, uma selfie faz com que nos sintamos parte de um mundo, que é cada vez mais digital e online.
E quem não gosta de publicar uma selfie e receber curtidas e comentários?! Então curta o momento e relaxe, nós precisamos nos adaptar, pois selfie é legal.

E no jornalismo, o que isso implica?! Saímos do ‘jornalismo meme’ para o ‘jornalismo selfie’? O que vocês acham?!

Antes, as famosas imagens com frases engraçadas tinham vez na internet com muita veemência, mas hoje, elas deram lugar à selfie, inclusive rendendo pauta principalmente para portais jornalísticos. Quem não lembra, no final de 2013, no funeral de Nelson Mandela, quando um fotógrafo registrou a selfie do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com os primeiros-ministros David Cameron (Reino Unidos) e Helle Thorning-Schmidt (Dinamarca). Foi um dos assuntos mais comentados naquele período.

Até o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, se rendeu a selfie como estratégia de Marketing desde dezembro do ano passado publicando em vídeos e fotos as inaugurações de obras no Estado. E com isso também foi pauta nos portais jornalísticos do país.

É só colocar a palavrinha ‘selfie’ no google e vê a quantidades de matérias jornalísticas feitas pelos sites do mundo afora. A multi-selfie (selfie em grupo) do Oscar rendeu pauta a semana inteira nos telejornais, revistas e jornais impressos, e principalmente na internet.

Então a dica é aproveitar o momento e seguir a tendência, já que tudo na internet é passageiro.

Seguindo nessa moda, já ouviram falar em Photobomb (atrapalhar a foto alheia)?! Vamos deixar para outra conversa.

E aí, vocês estão curtindo essa moda?!

Publica uma selfie na sua linha do tempo com a hashtag #MundoConectado e apareça na Fan Page (https://www.facebook.com/curtamundoconectado). 

quarta-feira, 5 de março de 2014

 Redes Sociais e aplicativos na folia


O carnaval já acabou e ficou só a ressaca e as lembranças da Folia de Momo para quem curtiu. Na coluna de hoje tanto vou abordar como também quero saber de vocês quais foram os aplicativos e redes sociais que mais ‘bombaram’ nesse período de curtição. Para mim, o Instagram continua sendo a rede social ideal para compartilhar os momentos que tivemos durante o carnaval. Já o aplicativo não deixa de ser o Whatsapp, pois além de você pegar o telefone da pessoa para conversas posteriores, também bate um papo de forma gratuita, além de trocar as fotos que foram tiradas na folia.

Acredito que o Twitter está tentando ressuscitar, mas nesse carnaval, ele ficou lá atrás em termos de postagens. Já o Facebook, não tem como você deixar de compartilhar algum status (No que você está pensando) ou foto para que os amigos ou paqueras curtam sua postagem.

Já o aplicativo Viber, que tentou se inserir nesse ‘bloco’, está conseguindo ganhar adeptos aos poucos. Com ele você consegue fazer ligações e enviar mensagens gratuitamente, funcionando em redes Wi-fi e 3G. É só associar o número de telefone a conta Viber. O problema é que em muitas cidades, com a grande quantidade de foliões, o sistema 3G ficou indisponível.
 
E para encarar a concorrência do Viber, o aplicativo WhatsApp anunciou semana passada que vai disponibilizar chamadas de voz gratuitas. Além de estar disponível em mais sistemas operacionais que o Viber, o WhatsApp não quer perder seu lugar no ‘bloco’, mas sim, aumentar os mais de 330 milhões de usuários diários que utilizam o serviço.

E como alternativa, o Telegram – serviço russo que conta hoje com mais de 5 milhões de usuários – se tornou para muitos nesse carnaval como ‘rota de fuga’ para quem quis experimentar esse novo aplicativo semelhante ao WhatsApp. De forma ainda tímida, esse aplicativo tentou entrar na folia, já que você consegue sincronizar seus dados entre múltiplas plataformas. Isso quer dizer que, você pode iniciar uma conversa no seu smartphone e continuá-la na versão para a web, tendo acesso a todo o seu histórico de mensagens e arquivos compartilhados entre seus contatos.

Conta para gente qual rede social e aplicativo caíram na folia com você?!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014



Cativar ou encantar?!

“Que quer dizer cativar? Pergunta o Príncipe
É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
Se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro.
Serás para mim o único no mundo.
E eu serei para ti a única no mundo”



Comecei minha coluna de hoje com um trecho do livro “O Pequeno Príncipe” para fazer uma analogia ao nosso Mundo Conectado, já que muitas pessoas, empresas e assessores conquistam seus seguidores nas redes sociais, mas não os mantêm. E se cativar é criar laços, que tal você focar nesse relacionamento virtual, seja ele no Facebook ou em qualquer outra rede social. Com isso, você pode cativar seu seguidor ou fã para o resto da sua vida! Ou você prefere encantá-lo?!
 
Lembre-se que seus fãs curtiram sua página no Facebook, por exemplo, por algum motivo, seja ele só por curtir ou em busca de conteúdo que lhe agradou. E porque não cativá-los com conteúdo relevante e um bom relacionamento na rede. Devemos entender que hoje as pessoas estão mais exigentes e conhecedoras do assunto.  
Assim como a raposa – do livro para crianças, mas feito para gente grande (O Pequeno Príncipe) – acreditava que “se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro”, no mundo das redes sociais essa máxima também é válida, pois se você cativa seu fã, você se tornará responsável por ele. Já o encanto, acredito que seja sedutor e irresistível, mas passageiro, assim como um feitiço, e que a qualquer momento pode se diluir. 
 
E se soubermos criar laços necessários com os nossos fãs ou seguidores nas redes sociais estaremos trilhando juntos o caminho da fidelização. E devemos tratá-los de forma pessoal e única. Tem coisa melhor quando nós somos tratados de maneira personalizada e com a atenção que nós achamos que merecemos?! Pois é, pense nisso também quando quiser cativar um novo seguidor.
 
E não ache que se dedicar ao seu fã é perder tempo, pois como disse a raposa ao príncipe: “foi o tempo que perdeste com a tua rosa que fez dela tão importante”.
 
Quer saber mais como cativar os seus fãs?! Leia o livro “O Pequeno Príncipe” de Saint Exupery. Mas se você achar que é um livro de criança e não fica muito bem um adulto ler esse tipo de obra, deixe de lado esse (pré)conceito, pois garanto que as lições presentes no livro vão ajudá-lo na condução do seu trabalho de cativar novos fãs e seguidores nas redes sociais.
 
Faça o teste e me diz o que achou.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014



O que fazer em 2014?   

Chega início do ano e surge a velha e boa pergunta?! Que planos eu tenho para o ano que inicia e que projetos seguir?! 

Como antenada nesse mundo conectado, pretendo na coluna de hoje dar dicas e sugestões para quem gosta de tecnologia e pretende implantar projetos na área ou se tornar um analista de mídias sociais. 

Primeiramente esqueça trabalhar de forma amadora nas mídias sociais ou redes sociais. Não é porque você tem um perfil em alguma rede social que se deve achar preparado para atuar como analista. Antes de tudo, essa nova profissão é séria e está crescendo no mercado. O analista de mídias sociais precisa ter um conhecimento multidisciplinar, escrever bem, gerenciar conflitos, atender clientes, manipular diversas ferramentas e ter bom conhecimento de Marketing Digital.

Achou pouco?! Pois é, para vocês verem que é uma atividade que requer bastante conhecimento na área. Uma dica para quem quer ingressar na área é correr contra o tempo, pois nesse mundo da tecnologia as ferramentas mudam a cada instante, além de fazer cursos. O mercado oferece hoje diversas opções de cursos online e presenciais. Os preços variam, mas quem quer investir e se tornar um bom analista de mídias sociais tem que agregar conhecimento para fazer o diferencial.

Outra orientação é que um bom analista de mídias sociais não escolhe uma ferramenta por modismo ou opinião própria, ele pesquisa e toma decisões baseadas em dados. Ele precisa entender também sobre o mercado que ele vai atuar; conhecer o produto ou serviço que vai trabalhar e também do concorrente.

Vamos discutir mais sobre o assunto no videocast com a social media da Faculdade Cesrei, Noemi Guimarães. 


Assistam e deem sua opinião sobre o assunto!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014


Férias... Conectadas?!

E aí, pessoal. Estou de férias, mas às vezes conectada. Isso porque em muitos lugares que a gente viaja não tem estrutura para receber uma grande quantidade de turistas e a primeira coisa que falha é o sinal da operadora de telefonia móvel e a internet 3G. Eu que o diga!

Para muitos viajantes, descobrir como se manter conectado é parte tão integral da viagem quanto fazer as malas sem esquecer do traje de banho e protetor solar. No passado isso simplesmente não era opção.

Então, uma dica para você que gosta de ficar conectada, assim como eu, é se informar antes de viajar qual a operadora que presta o melhor serviço no lugar que você escolheu para passar as férias. Outra solução, caso você não opte pela primeira, é procurar locais que disponibilizem Wi-fi para atualizar seu status, postar fotos e conversar com a galera.

Malas prontas e viagem programada... pé na estrada.

Para não ficar desconectado existem alguns aplicativos ideais para quem quer curtir as férias e estar sempre online. O melhor deles – na minha opinião – é o WhatsApp. O aplicativo é gratuito para os sistemas operacionais iOS, Android, Blackberry e Symbian, e permite trocar mensagens pelo smartphone sem pagar por SMS.

Com o Whatsapp você pode trocar mensagens de texto e áudio e pode compartilhar fotos, vídeos e contatos. O app conta com sistema de status, portanto você pode ficar online e o celular irá te alertar quando uma nova mensagem chegar ou pode ficar offline e as mensagens recebidas serão armazenadas para você ler quando puder.

E o bom disso tudo é que você pode manter contato com as novas amizades e as paqueras da viagem após as férias!!!

Outro aplicativo ideal para quem está de férias e viajando é o Foursquare, que é uma rede social onde os usuários compartilham entre si o local onde eles estão e você descobre lugares bacanas para conhecer com opiniões dos usuários. Ter o Foursquare no smartphone pode evitar que você perca tempo indo a um lugar onde a comida ou o atendimento não são bons.

Comentem e deixem sugestões de aplicativos para curtir as férias conectadas!!!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014