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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Em primeira mão: SINDUPROM aprova proposta apresentada por Edson Vieira para reposição salarial
O Sindicato Único do Magistério Público das Redes Municipais de Ensino de Pernambuco (SINDUPROM), aprovou em Assembleia realizada nesta quarta-feira (06) na Câmara de Vereadores, uma proposta apresentada pelo prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira (PSDB) com relação a reposição das perdas salariais referentes aos anos 2001 à 2006.

Nesta terça-feira, em reunião com a categoria, o prefeito apresentou uma proposta de R$ 3 milhões com relação a reposição das perdas em seus salários congelados na gestão do ex-prefeito Zé Augusto. "A proposta aprovada foi acatar a divisão dos três milhões, desde que saindo o resultado da justiça, favorável a categoria, a gente ingressa com a ação para recuperar o valor restante", disse Luciene Cordeiro na oportunidade.

Os recursos têm origem no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e da Valorização do Magistério (FUNDEF), e segundo entendimento do Tribunal de Contas da União, devem ser revertidos para investimentos na educação.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Edson Vieira se reúne com sindicato dos professores e anuncia proposta de R$ 3 milhões para reposição salarial

Em reunião realizada na tarde desta terça-feira (05), o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira (PSDB) esteve com os representantes do Sindicato Único do Magistério Público das Redes Municipais de Ensino de Pernambuco (SINDUPROM), e anunciou uma proposta de R$ 3 milhões com relação a reposição das perdas salariais referentes aos anos 2001 à 2006.
Os recursos têm origem no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e da Valorização do Magistério (FUNDEF), e segundo entendimento do Tribunal de Contas da União, devem ser revertidos para investimentos na educação.

Segundo o prefeito Edson Vieira o ponto fundamental foi a abertura de diálogo com os professores, bem como a valorização dos profissionais que tiveram seus salários congelados na gestão José Augusto Maia (2001 até 2006).

“Nosso intuito é sempre valorizar os nossos mestres, que se dedicam a fazer o melhor por nossos alunos. Por isso sempre fomos além com o piso nacional, sempre abrindo diálogo com o segmento, e agora resolvemos convidar o sindicato e apresentar nossa proposta de R$ 3 milhões para repor as suas perdas, pois eles não merecem pagar pelo descaso de gestões anteriores, que não dialogavam com os professores”, ressalta Vieira.

Os valores totais atualizados são na ordem de R$ 14,5 milhões que serão revertidos em investimentos na infraestrutura escolar municipal já existente, construção de novas unidades e valorização dos profissionais da educação. A proposta será analisada em assembleia que será realizada nesta quarta-feira (06).

 Participaram da reunião além dos membros do SINDUPROM, o secretário de educação Joselito Pedro, o chefe de gabinete Gilberto Silva e a vereadora Jessyca Cavalcanti (PTC).

domingo, 1 de maio de 2016

Bate Papo Luciene Cordeiro


Maria Luciene Cordeiro nasceu em 01 de abril de 1964 na cidade de Custódia, sertão de Pernambuco. Filha de Jeová José da Silva e Valderei Cordeiro de Arruda, é formada em História pela Faculdade de Belo Jardim (FABEJA) e bacharel em Direito pela Faculdade do Vale do Ipojuca (FAVIP).

Atualmente é professora e diretora do Sindicado Único dos Profissionais do Magistério Público das Redes Municipais de Ensino no Estado de Pernambuco (SINDUPROM). Luciene Cordeiro tem mais 9 irmãos, sendo dois homens e 8 mulheres com ela. Luciene tem sido forte na luta para garantir os direitos dos professores e sempre tem tomado à frente em questões que esteja relacionado a classe. Veio definitivamente para Santa Cruz do Capibaribe em 1994.

Infância

Luciene Cordeiro, que nasceu e teve uma infância na cidade de Custódia no sertão do estado, disse ter sido uma infância de muito trabalho, na qual devia ajudar seu pai no trabalho e também ajudou a criar seus irmãos que eram mais novos. Seu pai, Jeová José da Silva é natural de Santa Cruz do Capibaribe e que havia ido a Custódia, onde conheceu a sua mãe, Valderei Cordeiro de Arruda, com quem casou e teve alguns filhos.

“Meu pai andou 6km para chamar a parteira” – No seu nascimento, Luciene disse que a sua mãe teve a ajuda de uma parteira que morava a 6km da sua casa. “No momento que minha mãe começou a sentir as dores do parto, meu pai teve que andar 6 km para ir buscar a parteira e tinha uma vizinha nossa que ficou com minha mãe, mas ela tinha medo de ir colocar o cobertor em mim, quando meu pai chegou eu estava gelada”, disse ela.

Trabalhos

“Minhas dificuldades começaram desde então, pois mesmo quando era criança trabalhei muito com o meu pai e com a minha mãe, quando trazíamos feixes de lenhas e carregávamos na cabeça, com meu pai, eu trabalhei limpando os animais que ele matava na feira”, disse.

Antes de se mudar para Santa Cruz do Capibaribe, Luciene foi professora de uma escola na cidade de Betânia, que ficava próximo a Custódia, ela enfrentou dificuldades para conciliar sua vida com esse emprego. “Eu saia de casa na segunda e só retornava nos sábados, trabalhava durante toda a semana em uma escola na cidade de Betânia e foi muito difícil essa época, quando chegava o dia de voltar, eu vinha em alguns carros precários, a exemplo de caminhões de estaca”.

Luciene participou de um concurso que foi realizado em Santa Cruz do Capibaribe em 1993 e foi aprovada para exercer o cargo de professora. “Passei nesse concurso na época em que estava trabalhando em Caruaru, e após ser aprovada eu vim de forma definitiva para a cidade”.

A primeira escola em Santa Cruz do Capibaribe – “Comecei a ensinar na Escola Lucinalva no Bairro da Palestina, e após alguns meses lá eu fui transferida para a Escola do Bairro Santo Agostinho pela Secretária de Educação, que era irmã de Aragãozinho”, afirmou.

A revolta dos alunos – Após a sua transferência, seus alunos não gostaram da atitude que foi tomada pela Secretária e todos desistiram dos estudos, ficaram apenas dois na época. “Os alunos protestaram contra a minha saída, eles foram na secretaria e pediam para falar com a gestora, e mesmo assim não adiantou, eu fui transferida, só que para minha surpresa, todos os alunos desistiram e só ficaram dois, na época a gente não tivemos força para barrar essa transferência”, disse ela, que anos depois ainda passaria pela Escola Orlandina, onde teve início o Movimento Sindical.

Família

Luciene tinha um avô que morava em Cacimba de Baixo e ela sempre vinha visitá-lo, e que após alguns anos em Custódia, os seus pais decidiram vir embora. Ela lembra com tristeza, que seu avô faleceu no período em que seus familiares estiveram aqui. “Meus pais sempre iam a casa de meu avô, e em um certo dia ele faleceu no mesmo momento em que estávamos com ele, tinha muito carinho por todos nós”, disse.

Luciene ainda lembrou que a saída de seus pais para morar em Santa Cruz do Capibaribe foi em uma época difícil, meados de 1990, e que após um tempo aqui, eles retornaram a Custódia e em 1993 voltaram definitivamente para Santa Cruz. “Nós moramos um período aqui, e quando foi em 1993 de forma definitiva meus pais vieram para cá, eu ainda permaneci em Custódia por alguns meses. Pois eu trabalhava lá, e depois quando resolvi sair de lá, fui para Caruaru e trabalhei por seis meses lá, aí sim resolvi vim a Santa Cruz”, disse ela.

Estudos

De família humilde onde teria que conciliar seu tempo entre trabalhos e estudos, Luciene Cordeiro teve que se “virar” para estudar, ela lembrou que a sua primeira entrada na escola foi aos 13 anos de idade. “Eu só comecei mesmo a estudar quando já tinha 13 anos de idade, tarde demais, mas sempre busquei me dedicar e por isso que conseguir essas conciliações sem ter que abandonar os estudos”, disse ela.

“Não queria levar à palmatória?”

Na época em que estudava, Luciene disse que sempre se dedicou com o intuito de não levar a famosa “palmatória” que era usada em alunos que não dominassem os assuntos. “Sempre me dediquei, estudava demais a tabuada de matemática e sempre ganhava nas competições que eram feitas para dar a resposta certa dos cálculos, com esses acertos, eu me livrava de levar à palmatória”, disse.

Fui demitida após uma intervenção do município – Após uma intervenção no município de Custódia, Luciene Cordeiro que recentemente havia fundado o Sindicato dos Servidores foi demitida junto com a sua mãe, e depois de algumas batalhas na justiça, ela foi reintegrada. “Recorri na justiça e ganhei a causa, e após ser reintegrada eu fui para uma reunião do Sindicato, e quando me viram lá, eles abriram um inquérito administrativo contra mim e eu ia para a escola só para cumprir a carga horária, não permitiram que eu fosse para a sala de aula”, frisou.

O Sindicato – Luciene Cordeiro, uma das lideranças do Sindicato dos Professores no município, citou as conquistas que o órgão tem conseguido para o bem dos servidores educacionais. “Com Ernando nós conseguimos o plano de cargos e salários, já na gestão de José Augusto Maia tivemos embates acirrados, quando a secretaria foi repassada a Socorro Maia nós perdemos o diálogo com a gestão, passamos vários anos sem reajuste salarial, nessa mesma gestão ainda tivemos três greves terríveis e não houve avanços, o Ministério Público tinha que nos ajudar senão perderíamos totalmente o diálogo”, disse.

“José Augusto Maia cortou meu salário por dois anos” afirmou

O prefeito à época, José Augusto Maia cortou seu salário por dois anos, e ela disse que mesmo com essas dificuldades não baixou a cabeça. “Ele achou pouco a humilhação que nós passamos e ainda cortou meu salário e eu fiquei dois anos sem receber meus vencimentos”, lembrou.

Fui expulsa do ônibus em Brejo da Madre de Deus, mas resistir – Luciene relembrou que em 2004, ela passou por um constrangimento na cidade de Brejo da Madre de Deus, onde ela havia ido à uma capacitação de professores, e que quando retornou ao ônibus para voltar a Santa Cruz do Capibaribe, o motorista proibiu ela de subir no ônibus. “Ele pediu que eu descesse e eu falei que não desceria porque era professora e não marginal. Depois chegaram dois seguranças de Roberto Asfora para me tirar e eu resistir, dizendo que só sairia a força”, frisou ela.

“Viva a resistência”

“Houve muita confusão, uma professora do Brejo da Madre de Deus passou mal, e aí teve que ser retirada para medicá-la e depois os professores começaram a reagir dizendo que se eu saísse, todos sairiam também”, lembrou ela.

Participação na Política Santa-Cruzense 

Luciene Cordeiro, que era filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT) foi candidata a vereadora obtendo 271 votos, onde estava no palanque do então candidato a prefeito José Augusto Maia.

Ela denomina a fase em que participou da político como “Mancha Negra”, dizendo que não sabe pedir votos para si, e que não adiantaria tentar, pois não conseguiria.

Participação no PT – “Nosso partido foi construído pelos trabalhadores, mas infelizmente foi destruído no governo de Lula e Dilma e eu optei por ir para o lado mais enraizado do partido, “a esquerda marxista”, e após alguns caciques mandarem no partido, eu vejo que destruíram todos os nossos ideais”, desabafou.

Jogo Rápido

Política – É necessário sem falcatruas;

Educação – Base de tudo;

Dilma Rousseff – Se perdeu na gestão;

Aragãozinho – Se perdeu no governo, deixou que outros mandasse;

Ernando Silvestre – Meio Coronel para a gente;

Afrânio Marques – Um Combatente;

Socorro Maia – Atraso;

José Augusto Maia – Intolerância;

Jéssica Cavalcanti – Uma irmã;

Joselito Pedro – Diálogo;

Carlos Lisboa – Apagador de fogo;

Edson Vieira – Precisa dar um rumo no governo e acertar mais;

Santa Cruz do Capibaribe – É de um potencial econômico muito grande, de um povo hospitaleiro e pode crescer mais, depende apenas que os políticos trabalhem honestamente por ela;

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Sindicato e Governo falam a respeito de paralisação dos professores

A representante do Sindicato dos Professores de Santa Cruz do Capibaribe, Luciene Cordeiro, e o secretário de educação, Joselito Pedro, participaram na manhã desta terça-feira (08) do programa Rádio Debate, onde falaram a respeito da paralisação realizada por educadores da rede pública do município em protesto ao atraso no salário de novembro de alguns profissionais da área.

Segundo Luciene, a prefeitura não cumpriu com a proposta de pagar até o quinto dia útil de dezembro o salário de todos os professores. Em assembleia realizada há poucos dias os educadores acordaram que paralisariam os trabalhos caso a proposta não fosse cumprida. Luciene destacou que apesar de parte da categoria ter recebido, a paralisação ocorreu para consolidar a união da classe em torno da luta.

O Secretário de Educação, Joselito Pedro, destacou que está à disposição dos professores e que de fato essa situação não pode permanecer da forma que está. Joselito afirmou que ninguém, principalmente o prefeito Edson Vieira (PSDB), está feliz com essa situação, porém as prefeituras passam por um momento de dificuldade grande, e é preciso que se faça um planejamento em conjunto com o sindicato para que os problemas sejam amenizados o mais rápido possível.   

No final da manhã, em participação ao programa Espaço Aberto, na Comunidade FM, Joselito informou que todos os educadores efetivos terão seus salários depositados até às
14 horas desta terça-feira (08). O mesmo avalia que em torno de 40% dos professores paralisaram hoje as atividades, destacando ainda que o ano letivo já foi concluído desde a semana passada, o que não acarretou em prejuízos à educação municipal.

Joselito ainda destacou avanços na área de educação consolidados na atual gestão e informou que as aulas retornaram normalmente na tarde desta terça-feira, além disso, reafirmou o seu respeito ao Sindicato e disponibilidade de ouvir as reivindicações da categoria. 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

"Prefeitos saem e a gente continua na nossa luta”, diz Luciene Cordeiro

Representantes do Sindicato dos professores estiveram na manhã desta quarta-feira (25) explicando os motivos da paralisação nas aulas, no dia de hoje. Segundo eles, a paralisação é um alerta pelo não cumprimento de acordo salarial por parte da prefeitura municipal de Santa Cruz do Capibaribe.

A interrupção nas aulas foi um protesto por conta do atraso no pagamento da segunda parcela do retroativo, referente ao reajuste do mês de abril.

A decisão pela paralização foi determinada em Assembleia e mantida na manhã de hoje em reunião no colégio Padre Zuzinha. No entanto, Luciene afirmou que o dia será compensando em outra data. “Os professores são comprometidos e tem a obrigação de pagar esse dia depois, os pais não se preocupem”, disse.

Ainda de acordo com Luciene, os professores estariam se preparando para um possível 2016 complicado, por conta da eleição municipal, e ratifica que a luta é pela categoria.

“Estamos esquentando os motores para o ano de 2016, não sabemos o que vem no próximo ano”, disse e completou mais à frente “Os professores tem que estarem unidos na mesma luta, na mesma causa, pois prefeitos saem e a gente continua na nossa luta”. 

Professores da rede municipal de Santa Cruz do Capibaribe realizam paralisação

Durante toda a terça-feira (24), professores da Rede municipal de ensino realizaram uma audiência com o Secretário de Educação do município, Joselito Pedro, e reivindicaram diversas ações que foram anunciadas anteriormente. Até a manhã desta quarta-feira (25) nenhuma ação havia sido tomada causando assim, uma paralisação de advertência que poderá terminar na deliberação de uma greve, prejudicando cerca de 10 mil alunos.

Ainda esta manhã, representantes do sindicato da categoria (Sinduprom), estarão reunidos na Escola Padre Zuzinha, para deliberar algumas medidas que devem ser atendidas pela prefeitura, visando o impedimento de uma possível greve. A grande questão entre os professores e a prefeitura, é de que haveria o pagamento da segunda parcela do retroativo referente ao reajuste salarial feito em abril, que teria sido informado que seria pago no início de outubro.

Luciene, que representa os professores informou que a prefeitura descumpriu o acordo feito para pagar a segunda parcela, e de acordo com a mesma, o gestor afirma que não há dinheiro disponível para realizar esses pagamentos, valor que é superior a R$ 200 mil.

Após uma reunião com a promotora Dra. Natália Campelo teria recomendado para a prefeitura que ela fixasse uma nova data para realizar o pagamento do retroativo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015


Sindicato dos professores se reúne para discutir possíveis paralisações

Ocorreu na tarde desta quarta-feira (18) na Casa José Vieira de Araújo, mais uma assembleia promovida pelo Sindicato dos Professores. Durante a assembleia ficou decidido que a partir do próximo mês, caso a prefeitura não efetue o pagamento a todos os professores até o 5º dia útil, as aulas serão paralisadas a partir do dia seguinte, até que seja feito o pagamento. Além disso, os professores aprovaram a proposta de que se não for pago o retroativo até a próxima terça-feira (24), a categoria realizará uma parada de advertência no dia seguinte (25).

Outro tema discutido foi a merenda escolar, a presidente do Conselho de Alimentação, Elieudes Bezerra, relatou que continuam existindo problemas e ressaltou que possivelmente o suco com bolacha e achocolatado deverão ser retirados do cardápio, já que não oferecem valor nutritivo aos alunos. 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

A vereadora Jéssyca Cavalcanti (PTC), que se despede da Câmara no fim do mês, participou nessa quinta-feira (19), do programa Estúdio 1, da Rádio Polo FM. A parlamentar, que se manteve ao longo do seu período na Casa Legislativa Municipal, como uma ‘combatente do nome Maia’ e um elo entre o poder executivo e os educadores da cidade, fez um balanço do seu mandato de 18 meses, e respondeu a diversos questionamentos, sobre o sindicato dos professores, e não fugiu da polêmica sobre vice-prefeito Dimas Dantas (PP), e vereador Vânio Vieira (PSDB). Confira:
A mediadora - A vereadora deixou claro que numa decisão entre os educadores e o governo ficará sempre com os colegas de profissão, mas enfatizou que o governo tem aberto canal de diálogo nunca antes visto com a classe. “Sindicato e governo vivem numa linha tênue, muitas vezes divergente. Mas o prefeito tem sido sensível e está sempre aberto ao diálogo. Eu sempre me coloquei como mediadora, temos um sindicato forte, liderado por Luciene e Virginio. Militei na dianteira desse sindicato, e depois da militância do grupo político, entendi que deveria ficar mais a parte, mas sigo empenhada buscando sempre os benefícios da classe, e nessa conversa temos conseguidos bons frutos”, disse.
Dimas secretário de educação - Para ela, desde o início da nomeação, existia entre os professores uma animosidade com o nome do secretário. “Além das questões de observações do dia-a-dia, é preciso vivenciar. Existia um clima negativo, uma resistência por que ele não tinha essa vivência”, afirmou, acrescentando que isso acabou após a nomeação de Joselito Pedro para a pasta.
Prioridades – Para Jéssyca algumas questões que Dimas tentou implantar não eram prioritárias, a exemplo do ponto eletrônico para os professores. “Os professores não eram contra, mas não existia um cunho pedagógico nessa implantação. Teriam outras prioridades, como equipar as escolas, o material didático e instrumentos tecnológicos de ensino”, falou.
Famosas gravações – Sobre o assunto de maior polêmica nos últimos dias, na cidade, a vereadora declarou que, em qualquer meio, é necessário reuniões internas para qualquer organização e que a gravação e divulgação de áudios seriam frutos da inexperiência do vereador Vânio Vieira (PSDB).  “Inclusive, sou defensora de que haja sempre reuniões mensais para tratar esses temas, mas nunca com intuito de prejudicar o povo como ele falou”, disse. “Foi um equivoco dele, nunca houve na história política de Santa Cruz algo mais infeliz, é um traço da inexperiência da vida pública em qualquer meio”, finalizou.
Para a vereadora não existem gravações ‘bombásticas’ como foram anunciadas pelo vereador, e que segundo ele serão divulgadas após o São João.  “Isso é jogo de cena dele para ficar na mídia e que não seja esquecido, por que certamente será”, disse.