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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Durante reunião com Alessandra Vieira, Presidente da Compesa diz que obras que vão resolver crise da água em Santa Cruz devem ser concluídas no segundo semestre de 2020


A crise no abastecimento de água em Santa Cruz do Capibaribe foi a pauta da reunião da manhã desta quarta-feira, 06, na sede administrativa da Compesa, no Recife. A deputada estadual Alessandra Vieira (PSDB), o prefeito do município, Edson Vieira, o vice-prefeito Dida de Nan, vereadores  Zezin Buxin, Zé Minhoca, Klemerson Pipoca, Naílson Ramos e o Secretário de Desenvolvimento Urbano, Gilson Julião foram recebidos pela presidente da empresa,  Manuela Marinho.

Durante a reunião, solicitada pela parlamentar desde setembro, a dirigente da Compesa detalhou o andamento das obras das adutoras Serro Azul e Alto do Capibaribe que vão resolver o problema do abastecimento na região. De acordo com Manuela Marinho, as obras têm previsão de término para setembro e novembro de 2020, respectivamente.

Com relação as obras do Ramal do Agreste, que é a principal esperança para solucionar e estabilizar o abastecimento na região, a presidente comentou que todo o processo é de competência federal e revelou que apenas 10 milhões de reais foram destinados este ano para a obra.


"Foi uma reunião produtiva. Pudemos ver quais trechos que estão faltando e quais etapas devem ser executadas até a finalização total das obras. Vai ser um tempo difícil, mas vamos lutar e tomar as medidas para que até a inauguração das adutoras, o sofrimento da população seja minimizado”, ressalta Alessandra Vieira.

Para o prefeito Edson Vieira, “o encontro foi importante para que a gestão do município tenha conhecimento dos aspectos técnicos destas obras e da situação atual, inclusive com previsão de conclusão. Assim a Prefeitura tem condições de  repassar informações atualizadas para a população da cidade que está aflita porque está sofrendo e, muito, com a falta de água”.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Pela 4ª vez, Compesa adia reunião com o prefeito Edson Vieira e gestor reclama de “perseguição”


Na manhã desta sexta-feira (25) o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe Edson Vieira e a deputada estadual Alessandra Vieira, foram surpreendidos com o adiamento da reunião que estava agendada com a Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento), para discutir o abastecimento de água do município.

Ao chegar na Capital do Estado, o prefeito e a deputada receberam uma ligação de representantes, afirmando que não seria mais possível realizar o encontro. Vale destacar que essa já e a 4ª vez que o prefeito tem a reunião adiada.

“Mais uma vez o povo de Santa Cruz do Capibaribe é desrespeitado pelo Governo do Estado e seus representantes. Essa já é a quarta vez que tivemos um encontro adiado sem ter nenhuma justificativa plausível. Tudo isso me leva a crer que existe perseguição política de quem não está preocupado com o bem-estar da população que sofre com a falta de água”, concluiu o prefeito.

Edson Vieira utilizou algumas rádios da cidade, para denunciar o fato e aproveitou para cobrar dos aliados ao Governo, que vejam a questão do abastecimento de água, que tem deixado grande a cidade num verdadeiro caos.

Perseguição? 
Recentemente o deputado estadual Diogo Moraes, aliado do governador Paulo Câmara, chegou a dizer em rádios que a deputada era a 38ª a ser recebida, ratificando que não há intenção do governo em atender pleitos dos opositores à sua gestão.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Abastecimento de água é tema de reunião entre Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe e Compesa

Com o intuito de garantir água em repartições públicas (escolas, postos de saúde, secretarias, hospital, entre outros), Edson Vieira, prefeito de Santa Cruz do Capibaribe esteve reunido na manhã desta sexta-feira (20), com a diretoria regional da Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento) de Santa Cruz do Capibaribe.


O encontro aconteceu na sala de reuniões do poder executivo e contou com a presença de Alessandra Vieira, deputada estadual, Dida de Nan, vice-prefeito, dos vereadores Zé Minhoca, Zezin Buxim, Irmão Val e Jessyca Cavalcanti e representantes das secretarias de Saúde, Educação, Desenvolvimento Urbano, Governo e Desenvolvimento Social.

O prefeito Edson Vieira falou sobre o balanço do encontro. “Tivemos a garantia da Compesa que a manutenção de água para os prédios públicos (escolas, postos de saúde e hospital) vai continuar e que não será preciso fechar nenhum serviço por falta d’água. Reafirmamos nosso compromisso em trabalhar em união com a Compesa e outros órgãos públicos, pois nosso intuito é beneficiar toda a cidade de Santa Cruz do Capibaribe”, destacou o prefeito.

“Estamos passando por uma situação complicada, após o colapso da barragem de Tabocas, consequentemente, a redução no abastecimento de água que chega à cidade. A gente fez um planejamento nesta reunião, para corrigir alguns pontos da logística e distribuição. A reunião foi positiva, pois vamos tentar amenizar da melhor forma possível, o sofrimento por falta de água da população”, contou Bruno Adelino, Gerente Regional da Compesa em Santa Cruz do Capibaribe.

Na oportunidade foram debatidos também os dias em que a população de Santa Cruz vai ter abastecimento e de acordo os membros da Compesa, vai chegar água apenas uma vez por mês, isso em quatro localidades da Capital da Moda em forma de ciclos. Os bairros contemplados são o Centro, São Cristóvão, Bairro Novo e São Miguel, este último com direcionamento para Moda Center e UPA 24 horas.

A Compesa também informou que as contas dos clientes que não serão atendidos pela rede de distribuição de água vão ser suspensas a partir da conta de setembro.  

quinta-feira, 12 de novembro de 2015


Governador Paulo Câmara fala em levar água da Mata para o Agreste
O governador Paulo Câmara (PSB) disse esperar que já no final de 2016 esteja levando, por meio da Adutora do Rio Pirangi, água da Zona da Mata para o Agreste, já para 2017 a previsão é captar água da Barragem de Serro Azul, as duas obras são financiadas com dinheiro do Estado.

Já os projetos que deveriam distribuir as águas da transposição do São Francisco, a Adutora do Agreste e o Ramal do Agreste, obras tocadas com recursos federais, não contam com previsão de término.