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sexta-feira, 6 de abril de 2018


Relembre o Bate-Papo de Zé Elias no Direto ao Ponto















Matéria pública no dia 15 de junho de 2015 

Ele é natural da zona rural de Santa Cruz do Capibaribe, um dos nove filhos do casal José Elias Araújo e Helena Neres Araújo. Filho de comerciante histórico no ramo de cereais no município, vice prefeito por 3 vezes e de 3 prefeitos diferentes. Atualmente é um dos 17 representantes do povo na Casa José Vieira de Araújo. Seu nome é José Elias Filho, convidado da ultima quarta-feira (10), do Bate-Papo Direto ao Ponto, onde contou curiosidades de sua vida, até então desconhecidas do grande público.

Conheça um pouco mais dessa história. 

Infância

Nascido em 25 de julho de 1947, (67 anos), ele tem uma história fortemente ligada à zona rural do município. Até os 10 anos sua vida se restringia praticamente ao Sítio Poço da Lama e ao Distrito de Poço Fundo, onde, desde criança começou a ajudar o pai em feiras e na roça.

“Nasci mesmo no Sítio de poço da lama, meu pai me levava nos burros vendia farinha feijão, milho, nas vilas. Com cerca de 10 anos já ajudava ele. Ele gostava muito da roça. Tinha roçado no terreno de seu Nezinho Arruda, Zé Monteiro e eu também pegava na enxada com ele”, recorda. 

Menino tranquilo 

Conhecido como homem pacato, conta que manteve os modos de criança, onde não se metia em confusão, nem brigas no colégio. Passando por ensino particular, José Elias estudou no Grupo Eresto Moraes, que ficava localizado no atual bairro Malaquias e o ginasial no Padre José Aragão, conhecido colégio Cenecista. “Nunca fui de encrenca. Sempre resolvi minhas coisas com muita tranquilidade”, comenta.
Foi brincadeira, professora – A única vez que levou um ‘beliscão’ da professora, conta, foi por uma gracinha em evento da independência do Brasil. “Foi num 7 de setembro. Terminando o hino nacional em Brasil, eu seguia ‘Sil, Sil’. Ela não gostou nada da brincadeira e me deu um beliscão. Acho até que mereci”, conta.

O bola cheia...

Em Santa Cruz do Capibaribe, quando chegou ainda com 11 anos, morou na Rua Grande até os 24 anos, quando se casou.

Num período em que Santa Cruz se reduzia a 4 ou 5 ruas, a paz reinava e o futebol na areia do Rio Capibaribe era ato praticado fielmente todo fim de tarde.

“Tinha, além da Avenida Padre Zuzinha, só a Rua do Alto, Rua Nova e Rua Siqueira, praticamente. A areia do Rio parecia uma praia e jogava bola todo dia. Zé Minhoca é desse tempo bom”, fala.

O atual policial rodoviário aposentado e colega na Câmara de Vereadores, Zé Minhoca, também era bom de bola, segundo Zé Elias. Mas não jogava mais que ele, que era o dono da bola... “Se eu não jogasse, eu tomava a bola, que era minha”, diz Zé Elias aos risos. Alguns amigos da época dizem que o mesmo só jogava por essa razão, inclusive.

No futebol, além de ser o dono da bola, Zé Elias era um dos poucos que tinha equipamentos e uniformes para o esporte. “Era algo simples, mas era equipado. As camisas, chuteira, tornozeleira...”, relembra. 

Encanto do olhar

Durante a juventude, a vaidade imperava. Com olhos escuros sempre, e uma vitrola, tocando os sucessos do tempo, Zé Elias era o ‘boyzin’ do período. “Gostava muito desses óculos. Mas era de grau. E muito escuro não dava nem pra ver meus olhos”, diz.

A cor dos seus olhos – O objeto presente constantemente no rosto do jovem, por pouco não mudou para sempre sua história.  “Arranjei uma namorada em Poço Fundo e com 20 dias ela me mandou uma carta, informando que não me queria mais, por que não conseguia saber nem se eu tinha olhos”, diz.
O período foi complicado. Apaixonado e sem a namorada, passou alguns dias ‘roendo’ e bebendo. “Era uma ‘roedeira’ danada, mas depois ela voltou eu tirei o óculos e mostrei pra ela que tinha os olhos mesmo”, brinca.

O namoro deu tão certo, que atualmente é casado com ela. Com dona Nailde está junto há mais de 40 anos e tem 4 filhos. “Depois não perdi muito tempo, com seis meses depois já casamos”, conta. Isso foi em 12 de dezembro de 1971.

Perguntado sobre o segredo de tanto tempo casado, Zé Elias diz a fórmula: paciência. “Um tem que entender o outro. Às vezes o rapaz nem pisa na bola, mas ela acha que sim, então quando ela começava a falar eu já ia me deitar e dormir. E não brigava. Ela teve muita paciência comigo e eu com ela. Hoje em dia é difícil isso”, diz. 

Jogos de azar

Com gosto para o jogo de sinuca, durante o bate-papo Zé relembra bares que faziam sucesso à época por conta do jogo. Chegou até a comprar mesas e colocar um bar, mas se arrependeu logo.
“Tinha o bar de Joel Moraes na Rua Grande e também tinha o de Júlio Berenger, na Rua Nova. Até fui proprietário de um, comprei a sinuca a eles. Montamos  eu e Zé Chagas, mas vendi logo, não me agradei muito do bar”, conta.

Trabalho

Com responsabilidade desde criança, quando ajudava o pai, tentou a vida também em outros estados nordestinos, como Alagoas (na cidade de Arapiraca) e no interior do Maranhão (São Domingos). Ambos por pouco tempo e sem maiores sucessos nos negócios.

“Trabalhei em Arapiraca com folha de fumo e no Maranhão com sulanca em sociedade com Tau Chagas”.

Um acidente em Alagoas e a comida no estado maranhense contribuíram com o retorno à terrinha. “Em Arapiraca, saímos para beber e andando não percebi um cacimbão seco e cai dentro, me cortei todo. Me levaram para o hospital e depois disso vim embora”, diz.

Comendo mal – Já na cidade de São Domingos, no Maranhão, a culinária não lhe agradou. “Lá só tinha buxo de boi e eu não era bom de estomago, só comia bem uma vez por semana, quando íamos para outra cidade próximo, numa churrascaria”, conta. 

De volta pro meu aconchego... Negócio e contribuição social

Com o retorno à Santa Cruz do Capibaribe, abre seu próprio negócio na Rua do Pátio. Inicialmente uma bodega que logo tornou-se um Armazém.

“Viajei por nove anos, principalmente para Bahia. Comércio foi melhorando e tinha prometido que se conseguisse abrir um Armazém, iria ajudar o povo e isso eu fiz”, diz. “Por volta dos anos 80, todas as segundas-feiras separava 20 fardos de fubá e distribuía. Se fazia uma fila com cerca de 200 pessoas. Isso bem antes de pensar em política mesmo”, conta.

A atitude lhe rendeu o apelido de ‘Zé da Fuba’.

No período, ele acrescenta que a Prefeitura Municipal não tinha condições de dar nem se quer um caixão a alguma família necessitada, algo que começou a fazer. “Com o comercio melhorando tive condições de fazer isso. Os atos era por que gostava mesmo e podia ajudar, sem pedir nada em troca”.

Entrada na política

Com atitudes generosas e cada vez mais popular na cidade, não demorou para que seu nome ganhasse a simpatia das lideranças e do povo, para pleitear um cargo público e eletivo.

Curiosidade – O ingresso na política era algo que seu pai, José Elias, abominava. Até os dias atuais a famílias ainda não vê com bons olhos.

Na sua carreira política, contabiliza algo único no município, ser vice por três mandatos e com três gestores diferentes: Ernando Silvestre (1996), José Augusto Maia (2004) e Toinho do Pará (2008).

Antes da campanha de 1996, o seu nome já havia sido especulado no grupo boca-preta.

1992 – Os candidatos representando o grupo boca preta, nessa eleição municipal, foram Salete Jordão e Dr. Nanau. Mas poderia ter sido diferente... “Na campanha de Salete o pessoal já me chamava para reuniões. Surgiu meu nome, o de Zilda, Marcos Feitosa e da própria Salete. Houve uma reunião que Agostinho disse o candidato é Zé Elias e depois numa segunda reunião, na frente de todos, ele disse será Salete. Ele era o líder maior e ficou isso mesmo”, conta.

A dupla foi derrotada por Aragãzinho e José Augusto Maia.

1996 – Foi inevitável e o nome de Zé Elias esteve presente na chapa vitoriosa. Ao lado do prefeito Ernando Silvestre batem a chapa formada pelo Padre Biachi e Fernando Aragão.

2000 – A reeleição não veio e a dupla perdeu para José Augusto e Toinho do Pará. Com a derrota, veio o convite...
“Durante a festa da vitória, Zé Augusto passou em frente a minha casa, pediu para baixar o som e me dar uma salva de palmas, e já me chamou para ir para o seu lado”, relembra.

O fato do ‘pulo’ aconteceu apenas alguns anos depois, após desentendimentos com deputado Mendonça, então líder do grupo.

2004 – Já ao lado do prefeito José Augusto Maia, tornou-se novamente vice-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe. Na eleição teve como adversários Dr.Nanau e Dida de Nan.
2008 – Consegue o feito inédito. Terceira vez vice e com prefeitos distintos. Desta vez ao lado de Toinho do Pará, batem Edson Vieira e Dida de Nan.

Sem distinção - Para Zé Elias, não houve diferença na forma de trabalhar dos três prefeitos, nem o espaço dado na gestão. “Colocando todos , tiro por igual. Pra ser vice de três assim, o sujeito tem que saber que ele é vice e não o prefeito. Não dá para bater de frente. E saber que o vice não faz nada, só quando o prefeito deixa mesmo”, diz. 

2012 – Após tantos anos na política, tenta um novo cargo, desta vez para o legislativo. É eleito como um dos 17 representantes na Casa José Vieira de Araújo.

Jogo Rápido  

Augustinho – Grande político
Padre Zuzinha– Era tudo aqui em Santa Cruz do Capibaribe. Só não era santo, mas só faltou isso mesmo.  
Ernando Silvestre – Gente de primeira.
José Augusto – Trabalhou muito.
Toinho do Pará – Trabalhou também. Não fez mais porque não teve condição
Edson Vieira – Tem trabalhado
Diogo Moraes – Deputados dependem muito do governo, é difícil mas ele está trabalhando
Ernesto Maia – Bom vereador
Carlinhos da Cohab – Fiscaliza muito. Tá fazendo a parte dele
Dimas Dantas – Vice-prefeito
Distrito de Poço Fundo – Eu amo Poço Fundo e o povo de lá
Taboquinhas – Assim como os bocas-pretas, gosto de todos.
Santa Cruz do Capibaribe – Cidade da gente, do povão e acolhe todo mundo


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Bate Papo com Rubens Monteiro
Rubens Monteiro de Barros nasceu em 29 de fevereiro de 1963, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe. Filho de Marciano Pereira de Barros e Ezil Monteiro da Silva Barros. Já foi jogador, treinador e atualmente ocupa o cargo de diretor de esportes em Santa Cruz do Capibaribe. Casado com Carmem Rejane Nunes de Barros, com quem tem dois filhos, Hugo e Renan.

Rubinho, como é mais conhecido, teve uma carreira, como jogador profissional, curta, mas cheia de destaques, principalmente, em programas de rede nacional, a exemplo do Fantástico e do Esporte Espetacular. Chegou a ser jogador do Sport Recife, Central e Porto, de Caruaru, além do Ypiranga de Santa Cruz do Capibaribe.

Infância

Falando de sua infância, o ex-jogador destacou que ela foi marcada por brincadeiras ligadas ao esporte, no qual era fã desde criança de futebol. Foi criado pelas redondezas da Rua Cabo Otávio, onde com 8 anos de idade já acompanhava jogos que ocorriam nas margens do Rio Capibaribe. 

“Eu ficava lá pegando as bolas, o famoso gandula, e quando tinha a oportunidade eu jogava com o pessoal lá, sempre fui ligado a essa área esportiva, várias histórias da minha vida fazem parte do futebol, e até os dias atuais sou apaixonado por isso”, disse ele.

Rubens ainda destacou que não foi de ter muitas amizades, e que apenas ficava em casa jogando futebol de botões, vez ou outra, saia para jogar pelada com os colegas de sua escola e da rua, as margens do Rio Capibaribe.

Estudos

Rubinho lembra como foi a sua passagem pelas escolas em que estudou, onde seus estudos foram divididos em duas cidades, Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru, e o mesmo relembra que não era um aluno muito voltado ao estudo.

“Eu como aluno não fui muito chegado aos estudos não, acho que não nasci com esse dom, e eu procurei aprender algumas coisas nas escolas, iniciei os meus estudos na Escola Luiz Alves da Silva, depois estudei em Caruaru no Municipal e no Estadual, sendo que parei no 2º grau, minha praia era esporte”, relembrou.

Amigos daquela época – “Meus amigos da escola são os mesmo do futebol, pois conheci todos eles e na época alguns faziam parte do clube também, entre eles Domir, Papaco, Zé Nelson Negão e outros ex-jogadores do clube Ypiranga”, disse.

Início da sua vida futebolística

O início da vida esportiva de Rubens foi devido ao seu destaque em um torneio de Jogos Escolares, onde olheiros do Clube Atlético Caruaru (atualmente Porto) estavam observando e o convidaram para fazer parte da equipe, de pronto, Rubens aceitou e iniciou jogando na equipe de juniores de lá, sendo destaque rápido e chamando atenção de outros clubes, como  o Central de Caruaru e posteriormente o Sport Recife.

“Nos jogos escolares eu sempre participei e o pessoal daquela época do Atlético Caruaru iam olhar meus jogos e me convidaram, foi o primeiro clube que joguei, depois disso fui para o Central, onde fiquei 4 anos lá, e subi rápido demais entre 1978 a 1982 para o profissional do clube, depois ainda fiz alguns testes no Sport e fique lá uns 7 meses, depois voltei para Santa Cruz do Capibaribe e fiquei jogando pelo Ypiranga”, relembrou ele.

Convocação para a Seleção de Pernambuco – Ainda sendo destaque pelo futebol, Rubens disse que um dos momentos mais marcantes de sua vida foi quando chegou a ser convocado por dois anos pela Seleção de Pernambuco, onde jogou com o zagueiro Ricardo Rocha. “Além de ter feito uma participação importante na Seleção onde conheci várias pessoas e foi muito bom o momento de tudo isso”, disse.

“Era muito difícil de chegar até a Seleção Pernambucana, a federação passeava por várias cidades do estado analisando os jogadores e eu tive a felicidade de pegar uma das maiores Seleções do Estado, onde joguei mais de 43 partidas ao lado de figuras como Ricardo Rocha, que jogava no Real Madrid e na Seleção Brasileira, então para mim, que há época estava com 17 anos, isso era fantástico”.

Jogo marcante – Rubens Monteiro destaca um gol de falta que fez contra o Sport, época em que jogava pelo Central, onde o mesmo chegou a ser destaque na mídia nacional, especificamente no Fantástico, onde teve seu gol eleito como o mais bonito da rodada, denominado na época de “Gol do Fantástico”.

“Estava jogando contra o Sport e consegui marcar esse gol de falta, no goleiro País (goleiro do Sport), eu tive a sorte de marca à história naquele momento, onde eu batia muito bem as faltas e tive esse privilégio, sem contar que esse gol empatou o jogo, isso que foi mais marcante”, afirmou.

Jogador do Sport – Como teve destaque em sua passagem pelo Central de Caruaru, Rubinho relembra que passou cerca de 7 meses no Sport e após esse período, o mesmo veio para Santa Cruz do Capibaribe, fato que propiciou a realização de seu casamento com a sua atual esposa, diante disso, resolveu não retornar mais ao clube recifense. “Me dediquei aos trabalhos e comecei a marcar história pelo Ypiranga, fiquei morando aqui e trabalhando na confecção”, afirma ele.

Ypiranga

Com 20 anos de história dentro do clube Ypiranga de Santa Cruz do Capibaribe, Rubinho teve altos momentos no clube, onde chegou a ser vice-campeão pernambucano pelo clube como treinador e lembra que se dedicou também a outros cargos no clube, além de ter jogado pela equipe. “Era uma equipe intermediária e eu consegui chegar a ser vice-campeão pernambucano, imagina você com um time pequeno, sem recurso, mas que deixa para trás grandes clubes do Estado”, disse.

O Rei das Goleadas... (sofridas e aplicadas) - Coroado como o treinador das maiores goleadas do Ypiranga, Rubens marcou o clube quando o assumiu em 1995 onde relembra que Gaúcho, Mimi e Jacozinho, fizeram parte do time que chegou a disputar uma fase do Campeonato Pernambucano contra o Santa Cruz.

“Estava em uma situação muito ruim, e como o meu trabalho na base de juniores estava sendo bom, me convidaram e eu aceitei, aí começamos em penúltimo lugar e terminamos o campeonato em 5º colocado devido o meu trabalho ter sido bem-sucedido”, relembrou.

O treinador das calcinhas - Sendo nacionalmente conhecido pelo fato de ter ocorrido uma história inusitada com ele, Rubens destaca e explica como ficou conhecido pelo “Treinador das Calcinhas”, onde obteve reportagens importantes de vários meios de comunicação do país inteiro e nisso ele afirma que o clube acabou tendo um retorno financeiro interessante, pois lojistas se uniram e começaram a investir mais no time.

“Maviael era o presidente do Ypiranga e estávamos enfrentando uma situação financeira bastante ruim, o clube chegou a atrasar meus salários em até 3 meses e ele chegou para mim e ofereceu lycra de calcinhas, na época eu fabricava e acabei aceitando a proposta, deixando as nossas dívidas quitadas, mas quando menos espero chega várias equipes de reportagens para retratar essa história. O que mais me deixou feliz foi porque divulgou o Ypiranga e a nossa cidade. Lembro que cheguei em algumas cidades para treinar e torcedores de lá sempre me perguntavam sobre as calcinhas, tem uma foto minha na Placar com o tecido na cabeça, deitado sobre eles, foi muito legal”, disse ele.

O boom de patrocínios – Depois dessa reportagem, vários empresários e lojistas se reuniram para estampar as suas marcas no clube, o que ocasionou em um boom de patrocínios na camisa, tirando o déficit financeiro do clube naquele momento. “Foi interessante porque depois dessa reportagem o nosso clube recebeu incentivos e patrocínios de nossos amigos lojistas da cidade, foi aí que a situação financeira deu uma melhorada e equilibrou as dívidas”, afirmou ele.

Jogo Rápido

Futebol – É uma coisa que é de dentro de mim e vou terminar nisso.
Esporte – Falei e falo, é importante na vida do ser humano.
Jacozinho – Tive o prazer de trabalhar com ele e foi muito marcante.
Mimi – Outra pessoa que marcou demais, foi muito bom nossa relação.
Central – Clube de 4 anos que aprendi e vai ficar marcado em minha vida.
Sport – Sinceramente foi muito bom, aprendi bem demais naquele clube.
Ypiranga – Time nosso, de coração, onde dei tudo de mim e acredito no recomeço.
Família – Não tem outra coisa tão importante quanto ela, desejo o melhor para todos.
Santa Cruz do Capibaribe – A nossa terra, igual a essa não existe igual, melhor lugar de se viver.

domingo, 5 de junho de 2016

Bate Papo com Helinho Aragão

Empresário, promotor de eventos e vereador, sendo inclusive uma das revelações da política, Hélio Lima Aragão Filho, ou melhor, “Helinho Aragão” foi o escolhido dessa semana para participar do Bate Papo Direto ao Ponto, filho de Hélio Lima Aragão e Maria Célia Pereira Aragão. 

Foi eleito para seu primeiro cargo como vereador em 2012, quando obteve 1.560 votos. Antes disso, foi o promotor da famosa “Beijadrilha”, que existiu por 11 anos. Helinho é casado com Flávia Monteiro e tem uma filha: Sophia.

Nascimento e histórias de infância

Helinho nasceu em 15 de outubro de 1983, no Hospital Souza Aragão e durante toda a sua infância morou na cidade natural, ele lembra que durante a sua infância chegou a morar na Avenida Padre Zuzinha (Rua Grande) e depois se mudou para a Rua Dr. Arnaldo Monteiro. “Eu sou santa-cruzense da gema e foi nessa cidade que nasci, depois ainda morei na Rua Grande e meus pais se mudaram para a Rua Dr. Arnaldo Monteiro, onde eu tive a minha infância e foi onde também iniciei minhas amizades na qual jogávamos bola, eu tinha duas barras de gol e a gente brincava o dia inteiro”, relembrou.

Dr. Aragãozinho – Considerado por Helinho, como amigo, tio, padrinho e pai, o ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Dr. Aragãozinho foi o responsável pelo seu nascimento, realizou o parto que deu a luz ao jovem vereador.

O árbitro – “Na época em que a gente jogávamos os torneios de futebol que organizávamos com os amigos, criamos um campeonato e meu amigo, o deputado estadual Diogo Moraes era bastante gordo na época e como não queria correr, ele foi o árbitro dessas partidas, se caracterizava e tudo mais, vestindo as roupas de juiz de futebol”, citou o vereador.

Os acidentes marcaram...

Durante a sua infância, Helinho sofreu dois acidentes que marcaram a sua vida, um deles foi quando um galho de árvore perfurou o seu joelho e atingiu a coxa. “Eu era acostumado a pegar goiabas em casas abandonadas e uma vez subi em um pé no Hotel Fazenda, porque meus pais haviam ido almoçar lá e eu inventei de subir em um pé de goiaba que tinha lá, aí um dos galhos quebrou, entrando no meu joelho e chegou a atingir a coxa” destacou.

Outro acidente que marcou a vida do vereador foi quando estava jogando partidas de futebol que eram disputados pelos Colégios Diocesano espalhados pelo país e o mesmo foi até um estádio de futebol na cidade de Mossoró-RN.

“Eu estava no banco de reserva e peguei a chuteira de meu amigo Thiago, e me achei um grande jogador, quando entrei na partida fui me amostrar e perdi a bola, e o treinador mandou eu recuperar a bola, ai quando rodei para voltar a chuteira travou no chão e eu rompi os ligamentos do joelho”, disse.

“Primeira vez que andei de ambulância”

Helinho Aragão relembrou que a primeira vez que andou de ambulância foi nesse último acidente em que estava no jogo do Colégio. “A primeira vez que andei de ambulância foi nessa partida de Mossoró-RN, lá fui para o hospital e já realizei a cirurgia, fiquei quase dois anos sem poder jogar bola, depois desse dia também repensei várias coisas”, disse.

Amigos que relembrou – na infância, Helinho relembrou que jogou bola com vários amigos. “Tinha os netos de Dona Dóra, os filhos de Zé Dêdelo, netos de Dona Dalvina, e os filhos de Zé do Trator, além de Francisco Zacarias e Felipe Aragão, era muito bom os nossos rachas”, disse.

Estudos

Iniciando seus estudos na Escola Santo Antônio, o vereador lembrou que estudou lá até a alfabetização, saindo depois para a Escola Menino Jesus e por fim terminou os estudos no Colégio Diocesano de Caruaru. “Comecei meus estudos na Escola Santo Antônio, onde estudei até a alfabetização, depois fui para a Escola Menino Jesus e fiquei até a 5º série, e depois disso meus pais me colocaram para estudar no Colégio Diocesano em Caruaru e foi lá que concluir os estudos”, afirma.

A “vitória” no Grêmio Estudantil – quando era aluno do Colégio Diocesano, Helinho Aragão acabou tendo a vontade de participar das eleições do Grêmio Estudantil e lançou o seu nome para presidente do Grêmio, e foi vitorioso. “Lá tinha um partido chamado ARE e já fazia 4 eleições que eles ganhavam, aí eu me juntei com duas turmas e criamos o Partido Socialista Estudantil (PSE), onde me lançaram como candidato com a logomarca “Hélio chapa 10”, mas quando vi que iríamos ganhar, eu mudei de cargo e fiquei sendo o Diretor de Esportes e Eventos, porque se eu fosse presidente teria que ir sempre a Recife e ficava inviável para mim”, disse.

“O primeiro evento realizado sobre sua tutela”

Helinho lembra que quando venceram as eleições, começou a promover eventos no Colégio e sua primeira grande iniciativa foi levar a banda Santa-Cruzense Bambú de Ouro para lá. “Todo mundo queria fazer eventos com bandas de Caruaru e eu disse que não, que levaria uma de Santa Cruz do Capibaribe que tocava tudo, e ai foi casa cheia e foi bem proveitoso esse primeiro evento”, disse ele.
Foi promotor da Beijadrilha...e pagou mico!

Idealizador e promotor da Beijadrilha, uma das mais recordadas festas de Santa Cruz do Capibaribe, Helinho relembrou que a promoção de suas festas foi o que lhe deu uma certa popularidade para alçar uma vaga na Câmara de Vereadores. “Quem recorda sabe que foi uma das maiores festas já realizadas aqui, existiu por 11 edições, as últimas duas foram feitas no Cabana Club, porque com trio-elétricos estava sem segurança para os foliões”, disse.

Maior mico da Beijadrilha – Helinho relembrou que estava no meio do povo na edição de Nº 10, realizada em 2010, onde o cantor Douglas Pegador da Banda Forró Pegado lhe fez passar por um dos maiores micos da história dos eventos, ele pediu que o vereador levantasse a mão no meio do povo e fez o desabafo “Muito obrigado Helinho, você nos recepcionou com um camarim sem espelho, sem buffet e sem sofá, mas para a outra banda, tinha Sky e tudo que a gente não teve, vamos curtir a festa gente, ninguém precisa de Helinho para que isso aconteça”. O fato deixou o vereador em saia justa e ele ficou sem reação no meio do povão, ficando ainda, bastante chateado.

Beijadrilha X Rougedrilha - Helinho lembrou que a Beijadrilha, de sua promoção e a Rougedrilha de Renato Júnior tinham uma certa rivalidade e eles acabaram sendo chamados pelo promotor. “Comecei com um som na sede, ai Renato abriu uma mala de som, eu peguei e botei um reboque de som, aí ele foi e pegou outro reboque maior que o meu, eu não tive demora, liguei para Gugu Som e mandei ele montar um palco e coloquei a banda Forró do Matricó, só sei que depois disso o promotor da cidade nos chamou e determinou a proibição de eventos na Avenida 29”, relembrou humorado.

Política

Helinho Aragão teve suas primeiras participações na política ainda quando criança, principalmente nas eleições de 1992, onde seu pai foi candidato a vereador e ele esteve ao lado dele. Em 2000, voltou a fazer parte das militâncias políticas de seu atual grupo, os “Taboquinhas”, e disse que sempre permaneceu e que irá estar ao lado das decisões de seu grupo.
Em 2012, o vereador foi eleito com uma votação de 1.560 votos, sendo uma das revelações da política local.

O convite para ser vice-prefeito de Edson Vieira

Helinho Aragão chegou a ser convidado para ser o pré-candidato a vice-prefeito de Edson Vieira (PSDB), mas de pronto, rejeitou. “Eu não aceitei porque tenho meu lado, de onde nasci, me criei e fui eleito aqui, e de forma alguma eu vou deixar meu partido, porque aqui eu tenho espaço e só agradeço, desejo boa sorte a todos, mas essa conversa encerro por aqui”, disse o parlamentar.

Pensei em não ser candidato a reeleição agora em 2016...

O vereador relembrou que esteve pensando recentemente em não sair candidato a reeleição nestas eleições que se aproximam. Helinho disse que conversou com amigos e familiares, seus pais desejam que ele deixe a política. Questionado se sairia, o vereador disse que irá disputar novamente. “Eu estive reunido com amigos e boa parte apoiou que eu devia continuar, meus pais não querem, mas eu tomei a decisão de permanecer na política porque tenho muito ainda para mostrar a Santa Cruz do Capibaribe”, afirmou.

Jogo Rápido

Infância – Minha base
Futebol – Minha paixão
Diocesano – Onde, praticamente tudo de bom começou na minha vida 
Beijadrilha – Minha inspiração, meu hobby
Família – Meu tudo
Política – Tá na veia
Dr. Aragãozinho – Meu pai, Meu Amigo, Meu Irmão e Meu amor
Hélio Aragão – Meu espelho, Meu herói, Meu pai
Fernando Aragão – Tem muito a fazer por Santa Cruz, essa terra precisa dele
José Augusto Maia – Um homem de história e trabalho, tem o que mostrar
Diogo Moraes – Amigo
Edson Vieira – Gente Boa
Santa Cruz do Capibaribe – Minha terra, meu amor, e sou santa-cruzense com muito orgulho.

domingo, 24 de abril de 2016

Bate Papo com Hideraldo Abrantes

Hideraldo Luiz Queiroga de Abrantes nasceu no dia 23 de junho de 1958 na cidade de Souza-PB, após seu nascimento adotou Santa Cruz do Capibaribe-PE como sua cidade. Filho de Abrantes Ferreira (In Memorian) e Maria de Oliveira. Casado com Suely Moraes, é pai de dois filhos: Felipe Moraes e Rafaela Moraes Abrantes. Hideraldo já foi vereador, presidente da Câmara no ano de 1990.

Hideraldo já foi também presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), participando de reuniões importantes que deliberaram a construção do Moda Center Santa Cruz. 

Infância

Vindo de infância simples, Hideraldo lembra que seu pai, na época em que moravam em Souza-PB, conseguiu comprar uma Usina de Algodão, da antiga empresa Sambra. Ele relembra que essa Usina fez história no sertão da Paraíba, e na época ele era estudante de Direito na UFPB, além de trabalhar no Banco do Brasil como escriturário e ainda ajudava seu pai na Usina.

“Foi uma época que nós fizemos história no sertão da Paraíba, nossa usina era muito produtiva e tínhamos bons rendimentos, só que veio uma praga dos Estados Unidos, que dizimou toda a plantação e tivemos que buscar outros meios de vida, pois o algodão havia acabado”, disse ele.

Estudos

Sendo um aluno exemplar, Hideraldo relembrou que na época em que estudava na Paraíba, tinha uma senhora chamada de Divanize, que antes de todos entrarem na escola, deveriam mostrar se estavam de meias pretas e havia a cerimônia antes de ir para as salas. “Ela nos mandava ir de meias pretas, todos os dias cantávamos o Hino Nacional e rezava o Pai Nosso, e tinha mais, não podia tirar notas abaixo de 8,3. Caso isso ocorresse, era expulso da escola”.

Hideraldo afirmou que cursava Direito na Paraíba e que após ter casado e ter enfrentado dificuldades no trabalho passou a deixar de lado os estudos, já que devia buscar outras formas de vida devido a “falência” da Usina de seu pai.

“Eu comecei ainda em Souza-PB, a cursar Direito pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e estudei durante três anos e meio, só faltava um ano e meio quando abandonei e vim morar em Santa Cruz do Capibaribe, ai depois ainda tentei voltar a estudar na Fadire, aproveitei algumas cadeiras e comecei Contabilidade, mas depois fui faltando e chegou em um momento no qual abandonei de vez”, disse.

Aluno Bagunceiro ou exemplar? - “Sempre fui muito quieto, mas de vez em quando havia bagunça impensada e isso era normal, mas nunca fui de dar trabalho na escola”, disse.

O Óleo “abençoado” - Hideraldo relembrou que quando alguns alunos não queriam assistir aulas, eles compravam um óleo que deixava a sala de forma que ninguém entrava nela. “Quando estava com alguns bagunceiros eles deixavam a sala de forma que ninguém aguentava, era na época que estudei no Seduc, e comprávamos um óleo que deixava a sala muito sem condições de assistir aula, pois o óleo queimava as narinas e causada muita dor de cabeça, mas só fazíamos isso quando queríamos ir jogar bola em vez de ter aulas”, afirmou bem humorado.

Liderança de sala – Por várias vezes Hideraldo foi eleito o líder da sala e resolvia questões junto à diretoria, mostrando desde os tempos de escola o seu perfil de liderança. “Passei vários anos à frente da minha turma, onde resolvi bastantes questões da sala na diretoria e buscava também sanar os problemas da sala que apenas a diretoria tinha o poder, a exemplo de condições de assistir aulas, sempre reivindiquei”, cita.

Família

Casado com Suely Moraes, Hideraldo Abrantes lembrou também que a sua vinda para Santa Cruz do Capibaribe-PE foi de um incentivo do amigo Hélio Aragão, ele disse que
através da família de sua esposa ele conheceu a cidade e passou um período aqui, sendo que depois voltou para Souza-PB e só retornou a Santa Cruz dois anos após estar casado.

“Havia casado com ela aqui, e depois fui para Souza-PB onde moramos por dois anos, e que após essa praga do algodão eu vim para Santa Cruz do Capibaribe para tentar a vida em outro ramo”, citou.

A vinda para Santa Cruz do Capibaribe - Em 1983 volta para Santa Cruz do Capibaribe com sua esposa e começa a montar uma loja de retalhos, sendo inclusive, uma das suas referências na cidade, tronando-se um grande empresário têxtil do município.

“Montei a minha loja de retalho, comprava dez metros, depois dez quilos e quando menos esperei chegava carretas que eu comprava só de retalhos, foi uma época muito proveitosa e eu fui o maior vendedor desse ramo aqui, depois começou a ter alterações na economia e as coisas foram ficando mais difíceis”, disse ele.

O novo ramo de trabalho

“Tive uma pizzaria que era no Hotel Gadelha Palace e toda noite recebia várias pessoas e famosos que iam até lá, conheci um paleontólogo italiano que contava histórias sobre a passagem do dinossauro lá em Souza-PB, cidade que tem um parque arqueológico só sobre pegadas de dinossauros”.

Política

Participante ativo das campanhas eleitorais da cidade, Hideraldo Abrantes foi quem trouxe a primeira foto de candidato colorida, ele disse que sua intenção era diferenciar a campanha para o candidato que era seu cunhado, Roberto Moraes em 1982.

A primeira foto colorida - “Fui para João Pessoa e fiz em uma gráfica de lá a foto de Roberto, toda colorida, isso acabou rendendo muito votos e ele chegou a ser o mais votado daquela eleição”, relembra.

Sua candidatura a vereador - “Em 1987, Roberto Moraes me chamou e disse que eu fosse me preparando para ser o representante da família, já que ele não queria mais ser vereador, ai eu rechacei a possibilidade no início, mas depois fui tomando gosto pela coisa e sair candidato à Câmara.

Tornou-se presidente da câmara em 1990 – Com o afastamento de Francisco Ricardo da Presidência da Câmara, Hideraldo colocou seu nome a disposição e foi para a eleição onde enfrentou Zilda Moraes.

“Quando começou a apuração, os primeiros quatro votos foram de Zilda Moraes e eu achei que perderia, quando começou a apuração dos 5 últimos votos, eu virei o jogo e ganhei a presidência, onde passei por dois anos e a única coisa que eu consegui fazer foi uma reforma na Câmara e construir uma sala para a oposição, na qual eu fazia parte”, disse.

“Não consegui a reeleição porque não quis” afirma Hideraldo

Quatro anos depois, Hideraldo foi candidato à reeleição e fez a sua campanha até a metade da eleição, pois após 18 anos de seu grupo sendo derrotado, ele se dedicou a campanha de Aragãozinho e não chegou a sua reeleição.

“Nós estava perdendo há mais de 18 anos e precisávamos acabar com essa sina, ai eu e outros vereadores nos dedicados a campanha de Aragãozinho para eleger ele e acabei ficando de fora da Câmara, por não ter tido a aparição da última eleição, os outros não fizeram tanto e conseguiram ser eleitos”, citou.

Na época, seus companheiros de partido era Zezé Diniz, Fernando Aragão, Zé Augusto, Galego de Mourinha e Francisco Ricardo.

A indicação para ser o pré-candidato a prefeito – Luiz Piauhylino, que era deputado na época lhe indicou para ser o candidato a prefeito pelo grupo, mas devido à falta de apoios, a sua pré-candidatura não teve prolongamento. “Piauhylino queria que eu fosse, ai fui em busca de apoios de amigos meus principalmente em São Paulo e recebi negativa, então ainda tentei, fiz o orçamento e ainda queria investir a metade e ia em busca da outra parte, só que por não ter conseguido ai desistir”, relembra ele. 

A campanha dos Tijolos

Uma das denúncias mais marcantes da época, Hideraldo foi o vereador responsável que denunciou o “Escândalo dos Tijolos”, que na época foi o fator principal.

Discursos quentes? – Questionado sobre a “inflamação” dos discursos na época em que era vereador, Hideraldo disse que havia muito badalação igual os dias atuais, mas que ele só denunciava com provas concretas e com responsabilidade. “Na época em que eu fui vereador, houve o escândalo dos tijolos, e eu bati muito nisso, onde as licitações mostravam que havia sido gasto 90 mil tijolos, e eu me perguntei, como é que se gasta tanto tijolo se a prefeitura era toda repartida por madeiras? isso foi o motivo que nos fez eleger nosso prefeito”, citou. 

“Ele pediu 30 mil reais para ser o vice-prefeito”, diz Hideraldo sobre Zé Augusto

Hideraldo Abrantes relembrou que na campanha de Aragãozinho em 1992, Zé Augusto havia pedido para ser o vice-prefeito e que queria ganhar R$ 30 mil reais porque
colocaria seu carro de som na campanha. “Ele pediu R$ 30 mil reais, e ai o grupo bateu na mesa e disse que essa história não dava certo, e que se ele fosse botar seu carro, que fizesse por onde ser eleito e ficaria satisfeito”. Zé na época conseguiu o valor.

Avaliação dos parlamentares de hoje na Câmara – “Eu vejo alguns que tem um trabalho diferenciado, mas também alguns querendo conturbar o trabalho da prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe. Quando forem fazer denúncias devem ter fundamentos e não por pura politicagem, apenas para denegrir ninguém”.

Hideraldo concluiu seu pensamento político afirmando que acredita no Brasil e que não vê soluções para a crise política que está imperado nesse momento, em que o Impeachment de Dilma Rousseff está sendo conduzido em Brasília, com  grande chances de ser concretizado.

Jogo Rápido

Paraíba – Meu estado natal, tenho muito orgulho
Pernambuco – Estado que me acolheu
Helio Aragão – Meu grande amigo até hoje
Oséas Moraes – Carismático, gente fina
Fernando Aragão – Fugiu um pouco da história
Dimas Dantas – Esse é que está fora da historia
Edson Vieira – Vem lutando para transformar Santa Cruz do Capibaribe
José Augusto Maia – Ultrapassado na Política
Diogo Moraes – Batalhador
Santa Cruz do Capibaribe – Cidade que me acolheu, onde devo muito a ela.