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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Morre aos 64 anos o jornalista Inaldo Sampaio


O jornalista e comentarista político Inaldo Sampaio faleceu aos 64 anos, na madrugada de hoje (11), no Recife. Inaldo lutava contra um câncer na próstata, que acabou se espalhando, ele passou mal no final da noite deste domingo e foi socorrido para o Hospital Português, de acordo com familiares.

Inaldo trabalhou no jornal O Globo por 12 anos e por 22 anos assinou a coluna "Pinga Fogo", no Jornal do Commercio, tendo também passagem pelo jornal Folha de Pernambuco e pela Globo Nordeste

Atualmente era colunista na Rádio CBN, no Diario de Pernambuco e em rádios do interior, como a Polo FM, em Santa Cruz do Capibaribe, também atuava na comunicação social do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Políticos de todo o estado e o TCE emitiram notas de pesar devido ao falecimento do jornalista. Seu corpo será sepultado no cemitério Morada da Paz às 17 horas de hoje.

PSDB Estadual emite nota de pesar
Através da sua presidente estadual, deputada Alessandra Vieira, o PSDB emitiu votos de pesar pelo falecimento do jornalista.


"O jornalismo pernambucano está de luto com a morte do colunista Inaldo Sampaio, que exerceu o jornalismo político com verdade e competência, em diversos veículos de comunicação do nosso estado. O PSDB de Pernambuco presta solidariedade neste momento de despedida à sua família, amigos, colegas de profissão e seus milhares de leitores e ouvintes", afirmou a deputada.

Magno Martins lamenta falecimento em seu blog

Nas primeiras horas da manhã de hoje, o jornalista Magno Martins, através de seu blog, noticiou o falecimento de Inaldo, a quem chamou de "conterrâneo do Sertão do Pajeú", e classificou como "um dos mais talentosos colunistas do país".

(Atualizado às 9h59)

segunda-feira, 8 de abril de 2019


Ex-candidato a vereador pede desculpas por ameaça a jornalista da TV Globo


Após ameaçar o jornalista Carlos de Lannoy, Erik Procópio de Moura, que já se candidatou, em 2012, a vereador em Nisia Floresta, no Rio Grande do Norte, pelo Cidadania (atual nomenclatura do PPS). Pediu desculpas pela ameaça ao repórter e a sua família.

Lannoy cobriu o caso do carro da família que foi fuzilado por militares, neste domingo, no Rio de Janeiro. As ameaças vieram pelo Instagram do jornalista, aonde o homem diz que "mexeu com Exército, assinou sua sentença. Sua família vai pagar. Aguarde cartas".

"O que você fez não é apenas uma afirmação vergonhosa, infeliz e lamentável, mas um crime previsto em lei", respondeu o repórter.

Nas redes sociais, Erik Procópio, que é formado em direito, se coloca como apoiador do presidente Jair Bolsonaro e da ditadura militar.

Segundo a Revista Fórum, em 8 de março de 2018, Erik foi nomeado pelo então governador Robinson Faria (PSD-RN), para exercer o cargo de provimento em comissão de Chefe de Grupo Auxiliar C-1, do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN). Assessoria de comunicação do órgão potiguar informou que ele não faz mais parte dos quadros do Detran.

(Jornal do Brasil)

terça-feira, 1 de maio de 2018

Direto ao Ponto no ar

"Eu gosto de estar junto do povo", afirma Alessandra Vieira ao falar sobre avanço de sua pré-campanha

A pré-candidata a deputada estadual, Alessandra Vieira (PSDB), em participação ao programa Direto ao Ponto, falou sobre as movimentações em torno da sua pré-campanha a Assembleia Legislativa de Pernambuco e destacou que a sensação de responsabilidade tem aumentado com a aproximação das eleições. 

Alessandra, que esteve marcando presença na cidade de São Joaquim do Monte no último domingo (29), ao lado do prefeito Joãozinho Tenório (PSDB), afirmou que tem aprendido muito em cada visita que tem realizado em algumas cidades. "Cada encontro nas cidades que estamos visitando, a gente aprende mais com as pessoas. Eu gosto de estar junto do povo, eu gosto de estar sempre presente e me conforta ver que também tenho recebido o carinho da população em cada cidade que chego", disse. 

Para a pré-candidata, a sensação de responsabilidade tem aumentado com o avanço da pré-campanha. "Quando a gente entra em uma pré-candidatura, a responsabilidade aumenta já de imediato. A gente já começa a sentir e ver que tem uma grande responsabilidade de buscar melhorias para a população, em buscar qualidade de vida e principalmente, construir políticas públicas, por exemplo, para as crianças e mulheres, que é o meu foco".

sexta-feira, 6 de abril de 2018


Relembre o Bate-Papo de Zé Elias no Direto ao Ponto















Matéria pública no dia 15 de junho de 2015 

Ele é natural da zona rural de Santa Cruz do Capibaribe, um dos nove filhos do casal José Elias Araújo e Helena Neres Araújo. Filho de comerciante histórico no ramo de cereais no município, vice prefeito por 3 vezes e de 3 prefeitos diferentes. Atualmente é um dos 17 representantes do povo na Casa José Vieira de Araújo. Seu nome é José Elias Filho, convidado da ultima quarta-feira (10), do Bate-Papo Direto ao Ponto, onde contou curiosidades de sua vida, até então desconhecidas do grande público.

Conheça um pouco mais dessa história. 

Infância

Nascido em 25 de julho de 1947, (67 anos), ele tem uma história fortemente ligada à zona rural do município. Até os 10 anos sua vida se restringia praticamente ao Sítio Poço da Lama e ao Distrito de Poço Fundo, onde, desde criança começou a ajudar o pai em feiras e na roça.

“Nasci mesmo no Sítio de poço da lama, meu pai me levava nos burros vendia farinha feijão, milho, nas vilas. Com cerca de 10 anos já ajudava ele. Ele gostava muito da roça. Tinha roçado no terreno de seu Nezinho Arruda, Zé Monteiro e eu também pegava na enxada com ele”, recorda. 

Menino tranquilo 

Conhecido como homem pacato, conta que manteve os modos de criança, onde não se metia em confusão, nem brigas no colégio. Passando por ensino particular, José Elias estudou no Grupo Eresto Moraes, que ficava localizado no atual bairro Malaquias e o ginasial no Padre José Aragão, conhecido colégio Cenecista. “Nunca fui de encrenca. Sempre resolvi minhas coisas com muita tranquilidade”, comenta.
Foi brincadeira, professora – A única vez que levou um ‘beliscão’ da professora, conta, foi por uma gracinha em evento da independência do Brasil. “Foi num 7 de setembro. Terminando o hino nacional em Brasil, eu seguia ‘Sil, Sil’. Ela não gostou nada da brincadeira e me deu um beliscão. Acho até que mereci”, conta.

O bola cheia...

Em Santa Cruz do Capibaribe, quando chegou ainda com 11 anos, morou na Rua Grande até os 24 anos, quando se casou.

Num período em que Santa Cruz se reduzia a 4 ou 5 ruas, a paz reinava e o futebol na areia do Rio Capibaribe era ato praticado fielmente todo fim de tarde.

“Tinha, além da Avenida Padre Zuzinha, só a Rua do Alto, Rua Nova e Rua Siqueira, praticamente. A areia do Rio parecia uma praia e jogava bola todo dia. Zé Minhoca é desse tempo bom”, fala.

O atual policial rodoviário aposentado e colega na Câmara de Vereadores, Zé Minhoca, também era bom de bola, segundo Zé Elias. Mas não jogava mais que ele, que era o dono da bola... “Se eu não jogasse, eu tomava a bola, que era minha”, diz Zé Elias aos risos. Alguns amigos da época dizem que o mesmo só jogava por essa razão, inclusive.

No futebol, além de ser o dono da bola, Zé Elias era um dos poucos que tinha equipamentos e uniformes para o esporte. “Era algo simples, mas era equipado. As camisas, chuteira, tornozeleira...”, relembra. 

Encanto do olhar

Durante a juventude, a vaidade imperava. Com olhos escuros sempre, e uma vitrola, tocando os sucessos do tempo, Zé Elias era o ‘boyzin’ do período. “Gostava muito desses óculos. Mas era de grau. E muito escuro não dava nem pra ver meus olhos”, diz.

A cor dos seus olhos – O objeto presente constantemente no rosto do jovem, por pouco não mudou para sempre sua história.  “Arranjei uma namorada em Poço Fundo e com 20 dias ela me mandou uma carta, informando que não me queria mais, por que não conseguia saber nem se eu tinha olhos”, diz.
O período foi complicado. Apaixonado e sem a namorada, passou alguns dias ‘roendo’ e bebendo. “Era uma ‘roedeira’ danada, mas depois ela voltou eu tirei o óculos e mostrei pra ela que tinha os olhos mesmo”, brinca.

O namoro deu tão certo, que atualmente é casado com ela. Com dona Nailde está junto há mais de 40 anos e tem 4 filhos. “Depois não perdi muito tempo, com seis meses depois já casamos”, conta. Isso foi em 12 de dezembro de 1971.

Perguntado sobre o segredo de tanto tempo casado, Zé Elias diz a fórmula: paciência. “Um tem que entender o outro. Às vezes o rapaz nem pisa na bola, mas ela acha que sim, então quando ela começava a falar eu já ia me deitar e dormir. E não brigava. Ela teve muita paciência comigo e eu com ela. Hoje em dia é difícil isso”, diz. 

Jogos de azar

Com gosto para o jogo de sinuca, durante o bate-papo Zé relembra bares que faziam sucesso à época por conta do jogo. Chegou até a comprar mesas e colocar um bar, mas se arrependeu logo.
“Tinha o bar de Joel Moraes na Rua Grande e também tinha o de Júlio Berenger, na Rua Nova. Até fui proprietário de um, comprei a sinuca a eles. Montamos  eu e Zé Chagas, mas vendi logo, não me agradei muito do bar”, conta.

Trabalho

Com responsabilidade desde criança, quando ajudava o pai, tentou a vida também em outros estados nordestinos, como Alagoas (na cidade de Arapiraca) e no interior do Maranhão (São Domingos). Ambos por pouco tempo e sem maiores sucessos nos negócios.

“Trabalhei em Arapiraca com folha de fumo e no Maranhão com sulanca em sociedade com Tau Chagas”.

Um acidente em Alagoas e a comida no estado maranhense contribuíram com o retorno à terrinha. “Em Arapiraca, saímos para beber e andando não percebi um cacimbão seco e cai dentro, me cortei todo. Me levaram para o hospital e depois disso vim embora”, diz.

Comendo mal – Já na cidade de São Domingos, no Maranhão, a culinária não lhe agradou. “Lá só tinha buxo de boi e eu não era bom de estomago, só comia bem uma vez por semana, quando íamos para outra cidade próximo, numa churrascaria”, conta. 

De volta pro meu aconchego... Negócio e contribuição social

Com o retorno à Santa Cruz do Capibaribe, abre seu próprio negócio na Rua do Pátio. Inicialmente uma bodega que logo tornou-se um Armazém.

“Viajei por nove anos, principalmente para Bahia. Comércio foi melhorando e tinha prometido que se conseguisse abrir um Armazém, iria ajudar o povo e isso eu fiz”, diz. “Por volta dos anos 80, todas as segundas-feiras separava 20 fardos de fubá e distribuía. Se fazia uma fila com cerca de 200 pessoas. Isso bem antes de pensar em política mesmo”, conta.

A atitude lhe rendeu o apelido de ‘Zé da Fuba’.

No período, ele acrescenta que a Prefeitura Municipal não tinha condições de dar nem se quer um caixão a alguma família necessitada, algo que começou a fazer. “Com o comercio melhorando tive condições de fazer isso. Os atos era por que gostava mesmo e podia ajudar, sem pedir nada em troca”.

Entrada na política

Com atitudes generosas e cada vez mais popular na cidade, não demorou para que seu nome ganhasse a simpatia das lideranças e do povo, para pleitear um cargo público e eletivo.

Curiosidade – O ingresso na política era algo que seu pai, José Elias, abominava. Até os dias atuais a famílias ainda não vê com bons olhos.

Na sua carreira política, contabiliza algo único no município, ser vice por três mandatos e com três gestores diferentes: Ernando Silvestre (1996), José Augusto Maia (2004) e Toinho do Pará (2008).

Antes da campanha de 1996, o seu nome já havia sido especulado no grupo boca-preta.

1992 – Os candidatos representando o grupo boca preta, nessa eleição municipal, foram Salete Jordão e Dr. Nanau. Mas poderia ter sido diferente... “Na campanha de Salete o pessoal já me chamava para reuniões. Surgiu meu nome, o de Zilda, Marcos Feitosa e da própria Salete. Houve uma reunião que Agostinho disse o candidato é Zé Elias e depois numa segunda reunião, na frente de todos, ele disse será Salete. Ele era o líder maior e ficou isso mesmo”, conta.

A dupla foi derrotada por Aragãzinho e José Augusto Maia.

1996 – Foi inevitável e o nome de Zé Elias esteve presente na chapa vitoriosa. Ao lado do prefeito Ernando Silvestre batem a chapa formada pelo Padre Biachi e Fernando Aragão.

2000 – A reeleição não veio e a dupla perdeu para José Augusto e Toinho do Pará. Com a derrota, veio o convite...
“Durante a festa da vitória, Zé Augusto passou em frente a minha casa, pediu para baixar o som e me dar uma salva de palmas, e já me chamou para ir para o seu lado”, relembra.

O fato do ‘pulo’ aconteceu apenas alguns anos depois, após desentendimentos com deputado Mendonça, então líder do grupo.

2004 – Já ao lado do prefeito José Augusto Maia, tornou-se novamente vice-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe. Na eleição teve como adversários Dr.Nanau e Dida de Nan.
2008 – Consegue o feito inédito. Terceira vez vice e com prefeitos distintos. Desta vez ao lado de Toinho do Pará, batem Edson Vieira e Dida de Nan.

Sem distinção - Para Zé Elias, não houve diferença na forma de trabalhar dos três prefeitos, nem o espaço dado na gestão. “Colocando todos , tiro por igual. Pra ser vice de três assim, o sujeito tem que saber que ele é vice e não o prefeito. Não dá para bater de frente. E saber que o vice não faz nada, só quando o prefeito deixa mesmo”, diz. 

2012 – Após tantos anos na política, tenta um novo cargo, desta vez para o legislativo. É eleito como um dos 17 representantes na Casa José Vieira de Araújo.

Jogo Rápido  

Augustinho – Grande político
Padre Zuzinha– Era tudo aqui em Santa Cruz do Capibaribe. Só não era santo, mas só faltou isso mesmo.  
Ernando Silvestre – Gente de primeira.
José Augusto – Trabalhou muito.
Toinho do Pará – Trabalhou também. Não fez mais porque não teve condição
Edson Vieira – Tem trabalhado
Diogo Moraes – Deputados dependem muito do governo, é difícil mas ele está trabalhando
Ernesto Maia – Bom vereador
Carlinhos da Cohab – Fiscaliza muito. Tá fazendo a parte dele
Dimas Dantas – Vice-prefeito
Distrito de Poço Fundo – Eu amo Poço Fundo e o povo de lá
Taboquinhas – Assim como os bocas-pretas, gosto de todos.
Santa Cruz do Capibaribe – Cidade da gente, do povão e acolhe todo mundo


quinta-feira, 5 de abril de 2018

quarta-feira, 28 de março de 2018

quarta-feira, 7 de março de 2018

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

sábado, 23 de setembro de 2017

Edson Vieira inaugura Praça Jornalista Emanoel Glicério


Em um momento de muita emoção e homenagem à imprensa do município, o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe Edson Vieira (PSDB), inaugurou na noite desta sexta-feira (22), a Praça Jornalista Emanoel Glicério. O evento contou a presença de autoridades, familiares e amigos do homenageado, população e jornalistas da cidade e região.

O novo espaço de lazer e convivência fica localizado na Rua José Pacas, Bairro Malaquias Cardoso, possui 100 metros quadrados em área de construção, construída com recursos do poder executivo municipal.

No ato de inauguração, o prefeito Edson Vieira, falou da postura ética e do carisma de Emanoel Glicério. “Emanoel Glicério, ou Mané do Blog, foi um dos primeiros jornalistas a escrever e comentar sobre política aqui em Santa Cruz do Capibaribe, era um pessoa simples, muito correto, admirado por muitos, gozava de boas amizades, por isso achamos justa essa homenagem. Que as famílias possam cuidar desse local que certamente será de boa convivência”, frisou o prefeito.

“É com muita alegria que estamos entregando a vigésima terceira praça à população. Uma justa homenagem que fazemos ao jornalista Emanoel Glicério  que honra todos comunicadores do município. Entregamos a população uma praça que certamente vai simbolizar a amizade”, destacou Gilson Julião, secretário de desenvolvimento urbano.


Laércio Glicério, irmão do homenageado, contou a alegria de sua família com homenagem. “Ao chegarmos nesta praça percebemos que ela tem a cara de Emanoel, um lugar simples, aconchegante que vai agradar muito aos amigos da imprensa, como também será um local de boas conversas. A nossa família não tem palavras para agradecer, está muito alegre, orgulhosa e agradecida com homenagem”, pontuou Glicério.

A praça foi uma realização da prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe com a Avant Comunicação, que colocou uma escultura de uma câmera fotográfica, uma das grandes paixões do homenageado, além da implantação da internet sem fio no espaço público.


Após as falas das autoridades, inauguração, leitura da biografia do homenageado e descerramento da placa, houve apresentação da cantora Alexiana Muniz e foi servido coquetel aos presentes.   

Biografia do homenageado


Emanoel Glicério da Silva, filho do comerciante Laércio Glicério e da dona de casa Maria de Lourdes Monteiro, nasceu em 27 de maio de 1979, faleceu aos 34 anos em 27 de fevereiro de 2014, foi vítima de falências múltiplas de órgãos. Estudou em algumas escolas da cidade, dentre elas, Padre Zuzinha e José Francelino. Cursou comunicação social na Universidade Estadual da Paraíba, foi referência em jornalismo on-line na região, desenvolveu a página digital blog Diário da Sulanca. Trabalhou nas emissoras Rádio Vale AM, Santa Cruz FM, São Domingos FM, Comunidade FM, IGM FM e Polo FM. Também passou pelo jornalismo impresso, participou dos Jornais Página Livre e Correio Universitário, foi fundador da revista A Capital.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Direto ao Ponto no ar

Clima de tensão na Casa José Vieira de Araújo

Diante das informações de que uma nova ação foi aberta contra a Casa José Vieira de Araújo pelo advogado André Mota, desta vez em relação ao auxílio alimentação aprovado por unanimidade pelos vereadores no valor de 1.200,00 reais mensais, o  Legislativo Municipal vive mais um momento de tensão.

A reunião ordinária marcada para às 9h desta terça-feira (05), foi iniciada com atraso de uma hora e meia. Os parlamentares estiveram reunidos a portas fechadas na sala de reuniões da Casa.

A Câmara Municipal ainda não se pronunciou sobre o fato e o presidente da Casa, Zé Minhoca  (PSDB) restringiu o acesso as proximidades da sala de reuniões aos vereadores, não permitindo a presença da imprensa e assessores parlamentares.

Os vereadores santacruzenses tem enfrentado sucessivos cortes salariais motivados por ações judiciais e não tem conseguido reverter a situação. Tais fatos tem atrapalhado diretamente os trabalhos da Casa José Vieira de Araújo.