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segunda-feira, 1 de abril de 2019


Pode pedir música - Terceiro pedido de impeachment é aberto contra Jair Bolsonaro


Em apenas três meses, a Câmara dos Deputados já recebeu o terceiro pedido de abertura de processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o pedido não tem prazo para ser analisado. O presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) informou que ainda não tomou conhecimento do pedido, cabe a ele decidir se o processo caminhará ou não. 

De acordo com o advogado paulista Carlos Alexandre Klomfahs, o presidente cometeu crime de responsabilidade quando autorizou a divulgação de um vídeo sobre o golpe militar de 31 de março de 1964. Klomfahs alega que o presidente Jair Bolsonaro provou animosidade entre as forças armadas e as instituições civis no país. 

Pedidos 
Desde que foi empossado, em 1º de janeiro, este já foi o terceiro pedido de impeachment contra Bolsonaro. O primeiro pedido, apresentado por Antônio Jucélio da Rocha foi arquivado, por falta de documentação que pudesse valer como prova. 

O segundo pedido é de Diva Maria dos Santos, alegando uso de recursos não informados à Justiça Eleitoral, que ajudaram a impulsionar as redes sociais durante a campanha de 2018. 

Advogado atento aos governos 
No governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), o advogado Carlos Alexandre Klomfahs tinha entrado com uma ação e derrubou o decreto do governo aumentando o valor da cobrança do PIS e da Cofins sobre combustíveis.

Klomfahs também ajudou a barrar a nomeação do ex-presidente Lula (PT) como ministro no governo de Dilma Rousseff (PT)

(Rádio Jornal)

sábado, 5 de maio de 2018

Bruno usa encontro entre Paulo e Haddad para relembrar impeachment

O deputado federal Bruno Araújo (PSDB) usou as suas redes sociais para criticar o PSB, nesta sexta-feira (04). Num post que inicia com “Recordar é viver...”, o tucano afirma que “enquanto o governador de Pernambuco chega hoje em São Paulo para reunião com o PT na expectativa de implodir a candidatura de Marília Arraes, não custa nada relembrar a incoerência e oportunismo”, e apresenta a carta do diretório estadual divulgada na véspera da votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Na publicação, Araújo também afirmou que o presidente Michel Temer (MDB) “nasceu pelas mãos do PSB” e que o governador “Paulo Câmara é o padrinho”. Segundo o deputado, a carta assinada pelo presidente do PSB-PE, Sileno Guedes, teve o apoio do governador de Pernambuco. "Há apenas dois anos o Governador e seu partido rejeitavam o PT e divulgaram carta na véspera da votação do impeachment de Dilma Rousseff. Em nome do governador, o presidente do partido em Pernambuco demonstra total apoio ao impeachment e critica a então presidente que se ‘deslegitimou’", alfinetou Bruno Araújo.

No post, o parlamentar ainda afirmou que a nota do PSB fez questão de diminuir o papel do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no desenvolvimento de Pernambuco, algo que, segundo ele, a oposição nunca deixou de reconhecer. "O texto deixa bem claro o posicionamento do governo do PSB: ‘Por fim, pelo futuro de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil, o PSB, consciente e sem dúvidas, votará pelo impeachment’", finalizou.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Senador Randolfe Rodrigues protocola pedido de impeachment do presidente Michel Temer

O líder da Rede no Senado, Randolfe Rodrigues (AP), apresentou nesta quarta-feira (18) um pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer. O documento foi protocolado na Câmara dos Deputados, responsável por dar início a processos de impedimento de presidente da República.

De acordo com Randolfe, Temer cometeu crime de responsabilidade, uma das causas previstas na Constituição para abertura do processo de impeachment. O senador argumenta que em depoimento à Polícia Federal o presidente negou ter recebido propina ou qualquer vantagem ilícita em 2014. 

Segundo Randolfe, a declaração de Temer não é verdadeira. O senador citou reportagens que apontam uso de recursos vindos de propina da empresa JBS na reforma da casa de uma filha de Temer.

Ele citou também depoimentos de delatores da JBS e as prisões recentes de amigos do presidente em uma operação que investiga se Temer recebeu propina para editar um decreto e favorecer empresas do setor portuário.

Cabe ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidir se recebe ou não o pedido de impedimento. Se o impeachment for aceito, tem início o andamento da denúncia, que é primeira analisada em uma comissão especial na Câmara. Depois ainda tem que passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Lula participará de atos pró-Dilma em Pernambuco nos dias 11 e 13
 
O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, estará em Pernambuco nos próximos dias 11 e 13 de julho, para participar de atos nas cidades de Petrolina, Caruaru e Recife. 

De acordo com informações, a “Caravana da Democracia”, que teve suas atividades adiadas, já que seu início seria essa semana, mudou o calendário dos eventos e passará a ter início em 11 de julho, onde o primeiro ato ocorre em Petrolina, no Sertão, com a presente do ex-presidente. O evento é intitulado de “Semiárido contra o Golpe”. No dia 13 de julho, a caravana segue para Surubim pela manhã, e por Palmares à tarde. Já à noite, Lula irá ao Recife onde encerra a agenda. 

A Caravana em Defesa da Democracia visa reforçar as ações contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), contra o governo interino do vice-presidente Michel Temer (PMDB) e em defesa dos direitos sociais e trabalhistas conquistados nos últimos anos.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Senadores apresentam solicitações a Temer em troca de apoio no Impeachment

O presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB), segundo o jornal O Estado de S. Paulo, está sendo pressionado por senadores para o atendimento de solicitações em troca de apoio no julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

A votação final do processo de impeachment está prevista para ocorrer até o fim de agosto. Diante do assédio, o presidente tem recebido parlamentares no Palácio do Jaburu para almoços, jantares e reuniões, marcados muitas vezes fora da agenda oficial, onde tem mais escutado do que falado. Para interlocutores do governo no Senado, o movimento nada mais é do que uma lista de demandas.

O caso mais pitoresco, segundo relatos de três senadores próximos a Temer, é o de Hélio José (PMDB-DF). Ele pediu 34 cargos, entre os quais a presidência de Itaipu, Correios, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e até o comando do BNDES. O senador foi convencido por colegas da inviabilidade dos pedidos e do risco político que correria em sua base se apoiasse Dilma. Não levou nada e ainda decidiu votar pelo afastamento.


Pela estimativa do Planalto, a cassação de Dilma está nas mãos de 15 senadores. Hoje, 38 se posicionam a favor do impedimento, para o afastamento definitivo são necessários 54 votos. O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, se recusa a revelar a estratégia do governo para evitar a volta da petista. "Não vou revelar nomes, mas temos um controle diário dentro do Senado. Temos informação do movimento de todos, até mesmo daqueles que se dizem indecisos", disse, durante almoço com empresários na semana passada.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Temer “teme” as críticas e indicará Ana Amélia para líder do Governo

Em meio as críticas relacionadas a não representação das chamadas “minorias”, o presidente interino, Michel Temer (PMDB) está inclinado a escolher Ana Amélia (PP-RS) como líder do governo no Senado. Aliados a Temer lamentaram os ataques ao novo presidente e disse que a não indicação de pessoas que defendem a classe das minorias, foi devido à redução de ministérios de 32 para 22.

Na Câmara Federal, o líder do governo deverá ser o deputado André Moura (PSC-SE), numa forma de atender o partido cristão, que ficou de fora da esplanada dos ministérios.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O Brasil dos brasileiros

O afastamento da presidente Dilma Rousseff da presidência da República pelo Senado Federal não abre espaço para comemorações, porém, existe lugar com abundancia para alimentarmos a esperança e fé em um novo Brasil, restabelecido e com suas instituições fortalecidas, independentes e mais dignas.  

Neste momento se faz indispensável o exercício da reflexão sobre os pontos que devem ser discutidos e modificados tanto no âmbito administrativo, quanto no âmbito do processo político. Nossa Nação é grande, e conta com grandes alternativas que podem contribuir para a manutenção do progresso, dignidade e soberania deste país.

Hoje fizemos história, ultrapassamos mais uma importante fase desta luta que tem passado o Brasil a limpo, entretanto, o trabalho não acabou, ainda há muito a se fazer. Minha expectativa é que continuemos neste caminho onde o foco é a segurança dos direitos individuais e do coletivo. Não desistimos do Brasil e não iremos desistir. 

Hoje a Lei está sendo cumprida da forma que foi previsto na Constituição Federal de 88, ratificado pelo Supremo Tribunal Federal, desconfigurando assim qualquer tese de golpe. O Brasil já passou por um momento semelhante a este, e estou certo de que tal como naquele momento, superaremos as adversidades e construiremos uma nova história, onde a democracia não seja arranhada por insanos que objetivam exclusivamente a manutenção do poder com a crença na impunidade.  

Viva ao Brasil! Viva aos brasileiros! Viva a verdadeira democracia! 

Samuel Genuino
Processo de impeachment é aberto, e Dilma é afastada por até 180 dias

O plenário do Senado Federal aprovou às 6h34 desta quinta-feira (12) a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff por 55 votos a favor e 22 contra. Com a decisão, ela fica afastada do mandato por até 180 dias. O vice-presidente Michel Temer assume com o afastamento de Dilma.

O presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) não votou e dois senadores se ausentaram: Jader Barbalho (PMDB-PA) e Eduardo Braga (PMDB-AM). A sessão começou às 10h da quarta-feira (11) e seguiu ao longo do dia e da noite.

Dilma deverá ser oficialmente notificada hoje às 10h, jé Temer às 11h. A presidente afastada já comunicou que fará um pronunciamento e deverá deixar o Palácio pela lateral. Temer irá divulgar ainda hoje os seus ministros, dois pernambucanos devem ser apresentados, Bruno Araújo - PSDB (Cidades) e Mendonça Filho - DEM (Educação).

Agora, o Senado passará a colher provas, realizar perícias, ouvir testemunhas de acusação e defesa para instruir o processo e embasar a decisão final. O julgamento será presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que também comandará a Comissão Processante do Senado.

O impedimento definitivo da presidente depende do voto favorável de 54 (dois terços) dos 81 senadores, em julgamento que ainda não tem data para ocorrer.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Diogo Moraes comenta situação da política nacional e de Taquaritinga do Norte
Durante participação a programas de rádio em Santa Cruz do Capibaribe, na manhã desta quarta-feira (11), o deputado e primeiro-secretário da ALEPE, Diogo Moraes (PSB), comentou sobre alguns temas, como por exemplo, a doação definitiva por parte do Governo do Estado ao município, do espaço da antiga Cadeia Pública, para a construção do AME da Mulher.

Ao comentar sobre a aprovação pela ALEPE da doação pelo Governo do Estado do espaço da antiga Cadeia Pública para o município, Moraes parabenizou o pleito do prefeito, em solicitar o terreno da antiga Cadeia Pública. Diogo destacou que a decisão de Edson em fazer no local um Ambulatório Médico Especializado para as mulheres, evidencia a preocupação do prefeito em valorizar a atuação da mulher na conjuntura econômica e social de Santa Cruz do Capibaribe, além de valorizar o espaço físico que acaba de ser doado.

O deputado intermediou o processo de doação entre a prefeitura e o governo do estado.

Impeachment

Sobre o cenário crítico enfrentado pelo Brasil, o deputado lamentou. “Eu vejo essa situação com muita tristeza, porque o Brasil não deveria passar o que está passando. Eu tenho certeza absoluta que hoje o Senado Federal vai dar um grande passo para a reconstrução de um país que está parado”, disse o primeiro-secretário da ALEPE.

Conjunturas em Taquaritinga do Norte

Ao ser questionado se teria envolvimento com uma pesquisa que foi realizada pelo Instituto Alfa, na cidade de Taquaritinga do Norte, neste final de semana, o deputado negou. “O Instituto Alfa eu conheço, é de João Pessoa, de um rapaz muito competente. Mas não fui eu que mandei fazer não”, esclareceu Moraes, que seguiu comentando a conjuntura política na Dália da Serra, destacando que tem conversado com duas alas existentes no grupo Calabar. “Eu tenho conversado com as duas alas de dentro de um grupo. E a gente tem conversado muito, eu tenho falando tanto com Evilásio, com Lero, com Fábio de Jario, com César, todos esses pré-candidatos. E nós vamos chegar a um denominador comum, nós vamos chegar à união”, disse. 
Teori Zavascki nega pedido do Governo para anular o processo de Impeachment 

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, negou nesta quarta-feira (11), o pedido do governo para anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Diante desta decisão, o Senado poderá manter a votação que deverá decidir pelo afastamento da presidente Dilma do mandato. 

Zavascki foi sorteado relator do caso na noite desta terça-feira, horas após a Advocacia Geral da União (AGU) protocolar a ação, que apontava que o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido de impeachment, em dezembro, em retaliação a Dilma, após a bancada do PT na Câmara decidir votar a favor da abertura do processo de cassação do deputado no Conselho de Ética.

Em entrevista à imprensa nesta terça, Cardozo já afirmou que, além do mandado de segurança para anular o impeachment, cogita outros questionamentos do processo junto à Justiça.

Iniciada no Senado sessão que decidirá sobre instauração do processo de Impeachment

A sessão do plenário do Senado que votará o pedido de instauração do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff acaba de ser iniciada. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), prevê que a sessão termine por volta das 22 horas. Se a presidente for afastada do cargo por até 180 dias, durante esse período, no qual deve ocorrer o julgamento de Dilma, a Presidência será ocupada interinamente pelo vice-presidente Michel Temer.


A estimativa de Renan pode ser vista como otimista, já que técnicos da Casa avaliam que, diante dos questionamentos que devem ocorrer, a sessão da votação poderá ser concluída apenas às 5 horas de quinta-feira. A sessão de hoje será realizada em três blocos, com intervalo de uma hora entre cada um deles: o primeiro deverá ocorrer até ao meio-dia; o segundo, de 13h às 18h; e o terceiro começa às 19h e vai até o fim da votação.

O presidente do Senado disse que a tendência é que os dois primeiros blocos sejam reservados a manifestações dos senadores, favoráveis e contrários ao afastamento de Dilma. Cada senador falará por até 15 minutos. De acordo com lista disponível no site do Senado, 68 parlamentares estão inscritos para se manifestar. O terceiro bloco da sessão do impeachment, segundo Renan, será reservado aos últimos senadores que queiram se manifestar. Em seguida, o relator do pedido de abertura de processo na Comissão Especial do Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, vão falar também pelo prazo de 15 minutos.


Segundo Renan, os senadores irão votar pelo painel eletrônico. A presidente será afastada se a maioria dos senadores, com o registro de presença de pelo menos 41 deles, concordar com o parecer do relator. O pedido de impeachment será arquivado se isso não ocorrer. A comunicação do afastamento de Dilma, se aprovado, será feita pessoalmente pelo primeiro-secretário do Senado, Vicentinho Alves (PR-TO). Nesse caso, Temer assumirá automaticamente a Presidência sem direito à cerimônia de posse. A expectativa é que a notificação da presidente ocorra ainda hoje à noite, se a votação seguir o cronograma previsto por Rena, ou apenas na quinta-feira pela manhã. 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Renan Calheiros ignora decisão do presidente interino da Câmara de anular votação do Impeachment
Na manhã desta segunda-feira (09) o deputado federal e presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA) decidiu acatar, por decisão monocrática, o pedido da Advocacia-Geral da União, liderada por José Eduardo Cardozo, para anular o processo de Impeachment na Câmara. Waldir Maranhão substitui Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que foi afastado pelo STF da presidência da Casa.

A decisão do deputado, que não seguiu a orientação do partido e decidiu votar contra o processo no dia 17 de abril, não será acatada pelo presidente do Senado, Renan Calheiro, que já anunciou ao plenário da Casa, no final da tarde desta segunda-feira (09), que decidiu dar continuidade à tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff à revelia do ato do presidente em exercício da Câmara. 

A decisão de Renan foi tomada após consultas ao regimento interno do Senado e conversa com líderes partidários na residência oficial do Senado. “[Quando o Senado recebeu o processo] disse que a tramitação não seria tão célere de modo que parecesse apressado, nem tão demorada de modo que parecesse procrastinação. Aceitar essa brincadeira com a democracia seria ficar pessoalmente comprometido com o atraso do processo”, declarou Renan no plenário do Senado.

“Volto para o Senado com a mesma empolgação” diz Armando Monteiro
O Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro concedeu entrevista e afirmou que voltará ao Senado, nesta segunda-feira (09), onde deverá se preparar para votar contra o Impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Na sua fala, o senador disse que voltará com a mesma empolgação na qual chegou até o mandato, e por esse ano haver eleições municipais ele estará percorrendo os municípios apoiando as respectivas candidaturas de suas bases.

“Voltarei ao Senado com os meus companheiros para dar andamento aos interesses daquela casa, e não me esquecerei dos municípios nos quais percorrerei com a mesma firmeza de antes”, finalizou.

sexta-feira, 6 de maio de 2016





Humberto Costa admite não existir chance de reverter situação do Governo na Comissão Especial do Impeachment
O senador pernambucano e líder do Governo, Humberto Costa (PT), jogou a toalha em relação à votação, que ocorre nesta sexta-feira (06), na Comissão Especial de Impeachment, que decidirá sobre a continuidade do processo contra a presidente Dilma Rousseff no Senado.

Segundo o senador, não existe chance de reverter à situação do Governo na Comissão Especial do Impeachment, e o relatório, apresentando pelo senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), na última quarta-feira (04), que orienta a continuidade do processo, deverá ser aprovado. Costa sustentou a tese de golpe. “É um golpe parlamentar, não há um crime de responsabilidade claramente identificado”, disse.

Entretanto, Humberto destaca que ainda existe fé em relação à votação que ocorrerá no plenário da Casa, provavelmente na próxima quarta-feira (11), e que decidirá sobre a abertura do processo. Se aprovado o relatório no plenário do Senado, a presidente Dilma Rousseff será afastada por 180 dias do cargo, para que assim seja decidido sobre o seu afastamento definitivo da presidência da República. 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Segundo promotora eleitoral, Michel Temer é ficha-suja e está inelegível pelos próximos oito anos 
Após o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) condenar o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) por ter doado dinheiro a campanhas acima do limite legal em 2014, a promotora de Justiça Eleitoral, Claudia Ferreira Mac Dowell, informou, nesta quinta-feira (05), que com a condenação Temer tornou-se ficha-suja e está inelegível pelos próximos oito anos. 

Na terça-feira (03), o plenário do TRE-SP negou recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE), que queria aumentar para R$ 160 mil a multa aplicada no final do ano passado contra Temer por ele ter feito doações ilegais. Em votação unânime, o Tribunal manteve a decisão anterior, de 2015, que havia fixado em R$ 80 mil o valor dessa multa. 

A sanção não impede que Temer assuma a presidência em eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff, destaca Claudia Ferreira. “Ele é inelegível, isso significa apenas que ele não pode ser candidato. Mas o mandato que ele tem ele conquistou legitimamente. Ele não pode se candidatar mais, mas poderá votar”, disse Claudia. A promotora afirmou que a única possibilidade de Temer não assumir a presidência é se o TSE cassar a candidatura da chapa Dilma/Temer. “A candidatura da chapa está sendo questionada no TSE. Essa é a única possibilidade de ele não poder assumir.”

O vice pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, para deixar de pagar a multa, mas ele já está inelegível, no entendimento da promotora, já que Tribunal negou o recurso e manteve o valor anterior, Temer caiu na Lei da Ficha Limpa, que prevê a inelegibilidade de políticos condenados por um juiz ou por órgãos colegiados.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Silvio Costa afirma que antecipação das eleições presidenciais é inconstitucional 
O deputado federal Sílvio Costa (PTdoB-PE), vice líder do governo na Câmara Federal, declarou nesta terça-feira (03) que a proposta de antecipação das eleições presidenciais para outubro deste ano, que estaria em estudo no Palácio do Planalto, não tem a menor chance de passar no Congresso por ser explicitamente inconstitucional. 

Para o pernambucano, que se destacou pela defesa do governo Dilma Rousseff (PT) na Câmara Federal, onde se colocou contra a admissibilidade do processo de Impeachment da governante, só seria possível antecipar as eleições se a chapa Dilma-Temer for cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral até 31 de dezembro deste ano, ou se ambos morrerem ou renunciarem aos seus mandatos.
Bruno Araújo é cotado para assumir Ministério das Cidades
O deputado federal Bruno Araújo (PSDB-PE) tem sido cogitado para assumir o Ministério das Cidades em um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB). Bruno é um dos nomes que se destacam no combate ao governo da presidente Dilma, e teve a oportunidade de ter o seu voto como o decisivo para a admissibilidade do processo de Impeachment da presidente na Câmara Federal.

Porém, a decisão de entregar a pasta ao PSDB, na pessoa de Bruno Araújo, poderá criar um contra tempo para Michel Temer, já que Gilberto Kassab, ex-comandante da pasta até duas semanas atrás, demonstra interesse de reassumir o posto neste possível novo governo. Kassab abandonou o Governo como sinal de apoio ao Impeachment, o mesmo é presidente nacional licenciado do PSD. 

terça-feira, 3 de maio de 2016

Pernambuco se destaca com quantidade de nomes cogitados para eventual governo Temer
Pernambuco é o estado da Região Nordeste que mais tem nomes sendo cogitados para comandar ministérios em um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB-RJ). Ao menos quatro nomes tem chances reais, sendo três deles deputados federais. No momento, os nomes estão sendo sondados. Os emissários de Michel Temer discutem a ideia nos bastidores, levam a público de forma discreta e a recepção aos nomes é testada.

O doutor em química Mozart Neves, por exemplo, não tem filiação partidária, é um nome da área acadêmica, porém conta com a simpatia do PMDB, sendo um dos mais ventilados para o Ministério da Educação. Outro nome que é citado é o do deputado Augusto Coutinho (SD), que está sendo cogitado para o Ministério do Trabalho, um dos principais interesses da sigla a qual pertence. Outro cotado é o de Raul Jungmann (PPS) para o Ministério da Defesa. Já o ex-governador Mendonça Filho (DEM), é cotado para o Ministério das Comunicações, tendo sido um dos principais líderes do processo de impeachment.

Além destes citados, há especulações, com menor intensidade, sobre os nomes dos deputados federais, Bruno Araújo (PSDB) e Fernando Filho (PSB). Por sua vez, o vice-líder do governo, Silvio Costa (PTdoB), é cotado para ser o futuro líder da oposição, enquanto o ex-governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) é lembrado para presidir a Câmara.
Armando afirma que seu retorno ao Senado depende de Dilma

O senador pernambucano licenciado, ministro Armado Monteiro (PTB), disse nesta segunda-feira (02) que sua saída do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, para votar no processo de impeachment no Senado Federal, depende da presidente Dilma Rousseff (PT).

Segundo o senador, é a presidenta que definirá. “Se ela me liberar, terei muita disposição para votar no Senado no dia 11 [data prevista para votação no plenário], para afirmar essa posição de solidariedade ao governo e ao mandato da presidenta”, disse Monteiro. O ministro destacou que tem tarefas a concluir na pasta antes de um eventual afastamento da presidenta e de mudanças nos ministérios.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Fernando Bezerra Coelho reafirma posicionamento diante do Impeachment 
Nesta segunda-feira (25), foi eleita a Comissão Especial que analisará o processo de Impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado com seus 21 membros titulares e 21 suplentes. Um dos integrantes do colegiado, o senador pernambucano Fernando Bezerra Coelho (PSB), reafirmou o seu posicionamento diante do caso. 

O senador ratificou o seu voto pela admissibilidade do afastamento da presidente Dilma “Sigo o meu partido, que tomou esta decisão na Câmara, quando deu uma importante contribuição para a aprovação da matéria”, disse Bezerra Coelho, que é o único senador de Pernambuco que vota de forma desfavorável ao Governo. Os senadores Douglas Cintra (PTB) e Humberto Costa (PT) se mantêm na defesa da presidente Dilma.