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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Isaltino Nascimento afirma que PSB pode apoiar o candidato do PT, desde que seja Lula

A exigência do apoio do PSB à candidatura presidencial do PT, para que os petistas ingressem na Frente Popular, é o ponto central da indefinição em torno da aliança entre as siglas. Para os socialistas, este condicionamento só tem sentido se Lula for, de fato, candidato. Qualquer outro nome, caso o ex-presidente saia do páreo, pode colocar os palanques estaduais em risco. Incluindo os 11 postulantes a governador que o PSB prepara para a eleição deste ano. 

Neste dilema, socialistas tentam manter a tese de que o PT é quem precisa mais do PSB, e não o contrário, como afirmou a deputada estadual Teresa Leitão (PT). “Não tem dependência do PSB ao PT. A gente precisa entender que hoje Lula sendo candidato é uma realidade que não precisa nem de palanque. Mas se não for, precisa de palanque nos estados e Lula sabe disso. Vai precisar de candidatos que tenham condição de fazer campanha, de construir. Se pegar recentemente, o PT teve deputados federais e estaduais uma quantidade que não tem a mesma dimensão de hoje”, disse o líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Isaltino Nascimento (PSB), em entrevista ao programa Folha Política. 

Na sua visão, o PSB possui candidaturas viáveis nos estados e, por isso, precisa se impor nesta negociação com o PT. “Temos hoje 11 candidatos a governador no Brasil, com nomes que têm perspectiva de ganhar. Nessa equação, precisamos entender que o PSB tem um protagonismo forte e é uma força importante. Fazer campanha para cargo majoritário é muito desafiador. Precisa ter lideranças e gente que reverbere”, colocou.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Na Alepe, governo e oposição debatem violência 

A ação de dois assaltantes contra um entregador na portaria do prédio em que reside o secretário de Planejamento, Márcio Stefanni, trouxe de volta o debate sobre a segurança pública à Assembleia Legislativa de Pernambuco. Enquanto o líder da Oposição na Casa, Silvio Costa Filho (PRB) destaca os números da violência, o líder do Governo, Isaltino Nascimento (PSB), também destaca números, só que de investimentos. 

“Nos 32 meses de gestão de Paulo Câmara, são mais de 12,1 mil assassinatos. Só em 2017 são 4,1 mil assassinatos até domingo passado, mais de mil casos de estupros. Mais de 100 mil assaltos e furtos em nosso Estado. Infelizmente o que se vê do Governo Paulo Câmara é a falta de coragem para enfrentar os problemas”, afirmou Silvio Filho.

Isaltino, por sua vez, afirmou que a segurança pública é uma das áreas em que há o maior investimento pelo Governo do Estado. “A segurança é uma das políticas públicas do Estado em que há o maior número de investimento. Foram mais de R$ 2 bilhões em 2015, R$ 3 bilhões no ano passado, a meta é quase R$ 4 bilhões esse ano de 2017”, disse.

Vice-líder do Governo, o deputado Rodrigo Novaes (PSD), atribui a questão da violência ao tráfico de drogas e defendeu um maior controle nas fronteiras do País. “A gente tem que evitar que as drogas venham de fora do País, que as armas cheguem, pois é o tráfico que financia os crimes sob encomenda, que financia os grupo s de extermínio. É preciso de uma ação enérgica, com um plano nacional de combate à violência, fechando as fronteiras, com uma atuação mais clara da Polícia federal, das Forças Armadas, da Polícia Rodoviária Federal”, avaliou Rodrigo Novaes.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

 "Tem gente que fica querendo colocar gosto ruim, torcendo para que o Estado não dê certo" diz Isaltino sobre oposição estadual

O deputado estadual e líder do governo Paulo Câmara na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Isaltino Nascimento (PSB), esteve marcando presença na realização de mais uma rodada do programa Pernambuco em Ação, que ocorreu neste sábado (08), em Santa Cruz do Capibaribe. Na ocasião, o deputado falou a equipe do Direto ao Ponto sobre a importância deste programa realizado pelo Governo Estadual e comentou o seminário "Pernambuco de Verdade" realizado pela bancada de oposição na Alepe, como um contraponto ao "Pernambuco em Ação".

Estiverem presentes diversas lideranças do Estado que acompanharam a autorização de novos investimentos e anúncio de retomadas de obras por parte do Governador Paulo Câmara. Na oportunidade, Isaltino elencou as ações promovidas pelo governo Paulo Câmara. "O conjunto das ações do governo são muito boas, nós temos um Estado que tem ações desenvolvidas. Aqui em Santa Cruz, particularmente, a duplicação da PE - 160, onde o governador já autorizou o recurso, garantindo que os recursos serão garantidos até a conclusão da duplicação, que é muito importante para o desenvolvimento de Santa Cruz do Capibaribe. Então a gestão de Pernambuco é eficaz e o governo Paulo Câmara é eficiente", disse.

Isaltino ainda comentou os números apresentados pela pesquisa do Instituto Maurício de Nassau que registra um cenário preocupante de rejeição em relação ao governo Paulo Câmara. Para o socialista, a rejeição se dá principalmente pelo aumento da criminalidade. "Pesquisa, ela é a fotografia de um tempo, de um momento. Hoje qual é a grande questão, na verdade, a segurança pública é um grande desafio para nós. Nós investimos em 2015, 2,5 bilhões de reais na segurança pública, no ano passado foram mais de 3 bilhões de reais e nesse ano de 2017 serão 4 bilhões de reais. [...] Isso de certo modo, a população critica e cobra do governo, mas o conjunto das ações do governo é muito positivo. Pernambuco vive uma situação diferente do país inteiro, o país inteiro está em crise", disse. 

Ao comentar a atitude por parte da bancada de oposição, que tem tem seguido o roteiro realizado pelo Pernambuco em Ação, com a caravana Pernambuco de Verdade, para fazer um contraponto ao trabalho realizado pelo governo, Nascimento criticou a atitude dos oposicionistas. "Tem gente que fica querendo colocar gosto ruim, torcendo para que o Estado não dê certo. Mas estamos no caminho, dificilmente um gestor tem condição de ir aos lugares, como Paulo Câmara está fazendo, ouvindo as pessoas, prestando conta. E a oposição ela tenta criar um crítica a nossa gestão, mas não tem muito o que dizer", afirmou.