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terça-feira, 17 de abril de 2018

STF decide nesta terça se torna Aécio Neves réu por corrupção e obstrução de Justiça

A Supremo Tribunal Federal (STF) deverá decidir nesta terça-feira (17) se recebe denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o torna réu por corrupção e obstrução de Justiça.

A decisão caberá aos cinco ministros que compõem a Primeira Turma da Corte: Marco Aurélio Mello (relator do caso), Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Rosa Weber. A sessão está marcada para as 14h, mas não será transmitida ao vivo pela TV Justiça – as sessões de turmas só podem ser acompanhadas de dentro do STF. 

Se a maioria aceitar a denúncia, Aécio passa a responder ao processo penal na condição de réu e poderá contestar a acusação com novas provas. Só ao final da ação poderá ser considerado culpado ou inocente, num julgamento a ser realizado pelo mesmo colegiado.

Aécio foi acusado em junho do ano passado, em denúncia da Procuradoria Geral da República, de pedir propina de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da J&F, em troca de favores políticos; e também de tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Em meio a pressão do PMDB, Temer recebe Aécio para discutir ministério de Imbassahy

O presidente da República, Michel Temer (PMDB) chamou nesta quarta-feira (22) o presidente licenciado do PSDB, senador Aécio Neves (MG), para uma reunião no Palácio do Jaburu. O encontro ocorre em meio ao impasse do Palácio do Planalto com a Secretaria se Governo, ocupada pelo tucano Antonio Imbassahy.

Partidos da base aliada pressionam pela troca do ministro, mas o presidente tenta manter Imbassahy na vaga. O PSDB vai discutir o desembarque do governo em 9 de dezembro.

Temer também recebeu nesta quarta-feira o vice-líder do governo na Câmara, deputado Darcisio Perondi (PMDB-RS). Assim como Carlos Marun (PMDB-MS), Perondi é um dos principais deputados da tropa de choque do presidente.

O PMDB pressiona o governo para nomear o substituto de Imbassahy. O objetivo de Perondi, é defender junto a Temer a nomeação de Marun para a pasta responsável pela articulação política com o Congresso Nacional.

O presidente aceita nomear Marun, que já disse estar disposto a não concorrer à eleição em 2018. No entanto, Temer quer conversar com os tucanos antes, principalmente Aécio, aliado de primeira hora do governo e patrocinador da indicação de Imbassahy em janeiro passado.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Elias Gomes entra na luta pelo afastamento de Aécio da direção nacional do PSDB

O ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes (PSDB), enviou mensagem neste domingo (22) ao chefe de gabinete de Aécio Neves, Flávio Alencastro, pedindo para convencer o senador a se afastar em definitivo da presidência nacional do PSDB a fim de amenizar o desgaste do partido na opinião pública.

A posição de Elias coincide com a do senador e presidente interino do partido, Tasso Jereissati (CE), para quem Aécio não tem “mais condições” de permanecer à frente da legenda por estar sendo investigado pela Operação Lava Jato.

Na mensagem, Elias faz elogios a figura do senador Aécio Neves, entretanto, cobra a renúncia do mesmo da presidência do PSDB no intuito de resguardar a imagem do partido. "A renúncia de Aécio só o fortalecerá pela sua atitude de pacificador e diminuirá o gigantesco desgaste a que estamos submetidos", disse.
Câmara Federal decide nesta quarta se autoriza STF a analisar denúncia contra Temer

A Câmara dos Deputados decidirá nesta quarta-feira (25) se autoriza o Supremo Tribunal Federal (STF) a analisar a denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral) oferecida pela Procuradoria Geral da República (PGR). 

Temer foi denunciado pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Os ministros, por organização criminosa. Está prevista para terça-feira (24), no plenário da Câmara, a leitura do parecer do deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG), aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que recomenda a rejeição da denúncia contra o presidente.

Essa etapa é uma formalidade exigida pelo regimento da Câmara para a denúncia poder ser votada na quarta. A Constituição define que a acusação contra o presidente só poderá ser enviada ao Supremo se pelo menos 342 dos 513 deputados votarem a favor do prosseguimento do processo.

Senado - No Senado, o presidente do Conselho de Ética, João Alberto (PMDB-MA), pode definir ainda nesta semana se abre, a pedido do PT, processo disciplinar contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que reassumiu o mandato após o plenário da Casa derrubar a decisão da Primeira Turma do STF que havia afastado Aécio.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Humberto Costa fala ao Direto ao Ponto sobre denúncia contra Michel Temer

O senador pernambucano Humberto Costa (PT), falou ao Direto ao Ponto a respeito da recente decisão do Senado Federal que manteve no mandato o senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrubando o afastamento imposto ao mineiro pelo Supremo Tribunal Federal, além disso, o petista comentou a tramitação na Câmara Federal da denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer (PMDB). 

Na última terça-feira (17), o Senado derrubou, por 44 votos a 26, a decisão do STF que havia determinado o afastamento de Aécio Neves do mandato. "Entendo que essa votação que aconteceu no Senado Federal representou um grande retrocesso político. O Senado teve a oportunidade dar uma resposta a população brasileira que não aceita ver a impunidade de alguns políticos que cometeram diversos atos ilícitos e no caso de Aécio Neves, sem dúvidas, as provas existentes são extremamente robustas. Nós votamos por esse afastamento, de acordo com aquilo que o Supremo desejava, mas infelizmente o corporativismo aqui do Senado prevaleceu", disse. 

Já nesta quarta-feira (18) a Câmara aprovou, por 39 votos a 26, o relatório do deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG) que propõe a rejeição da denúncia contra o presidente Michel Temer. "Obviamente que isso é parte de um acordo que envolve também o posicionamento do PSDB ao lado do PMDB para salvar o pescoço de Michel Temer na Câmara dos Deputados. Então eu vejo que só a pressão da sociedade, da opinião pública, pode de fato fazer justiça e permitir que seja aberto esse processo contra Michel Temer por tantos atos de corrupção", declarou o senador.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Presidente interino do PSDB defende que Aécio renuncie à presidência do partido

O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), defendeu nesta quarta-feira (18) que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) renuncie à presidência do partido. Para Tasso, “não há mais condições” para que o parlamentar mineiro retorne ao comando do PSDB.

Presidente titular da legenda, Aécio se licenciou do cargo de dirigente partidário em maio, no mesmo dia em que o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento do senador de Minas Gerais do mandato parlamentar com base na delação premiada de executivos do grupo J&F.

Segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), o tucano pediu R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista, um dos donos da J&F. O Ministério Público também afirma que Aécio atuou em conjunto com o presidente Michel Temer para impedir o andamento da Lava Jato. O senador mineiro nega as acusações.

Nesta terça (17), o Senado derrubou uma decisão da Primeira Turma do STF que havia afastado, pela segunda vez, Aécio do mandato de senador. Com isso, o parlamentar do PSDB deve retornar ao Senado ainda nesta quarta-feira.

“Eu acho [que ele deve renunciar] porque eu acho que ele não tem condições dentro das circunstâncias que está de ficar como presidente do partido. Nós precisamos ter uma solução definitiva, não provisória”, enfatizou Tasso na manhã desta quarta.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Escapou


O Senado derrubou nesta terça-feira (17), por 44 votos a 26, a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que havia determinado o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato. Com isso, Aécio poderá retomar as atividades parlamentares.

A decisão da Primeira Turma do STF resultou em uma crise institucional entre os poderes Legislativo e Judiciário. Diante da decisão do Senado de colocar em votação a ordem de afastamento, o plenário do STF decidiu na semana passada que cabe ao Congresso Nacional a palavra final sobre afastamento de parlamentares.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Temer articula ajuda a Aécio no Senado

O presidente Michel Temer discute com seus auxiliares uma operação para ajudar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) a conseguir votos no plenário para derrubar seu afastamento do mandato e recolhimento noturno, além de articular com o PMDB para garantir blindagem ao tucano no Conselho de Ética.

Segundo informações da jornalista Andréia Sadi, Temer e Aécio têm conversado por telefone. Aécio é um dos principais aliados do presidente e frequentador assíduo do Palácio do Jaburu. Mas, desde o recolhimento noturno imposto pelo STF, Aécio e Temer passaram a se falar pelo telefone.
Em vídeo Humberto diz que Senador tucano deve ser afastado


O líder da minoria no Senado, Humberto Costa (PT-PE), divulgou um vídeo nesta sexta-feira (13) nas redes sociais em que afirma que a bancada do PT na Casa – formada por nove parlamentares – vai votar pela manutenção do afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do Congresso Nacional.
Está prevista para a próxima terça-feira (17) a votação, no plenário do Senado, da decisão da Primeira Turma do STF que afastou Aécio Neves do mandato e impôs ao tucano recolhimento domiciliar noturno.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Senado define nessa terça-feira a situação imposta a Aécio Neves

Está marcada para essa terça-feira (03) a votação pelo Senado da decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que por 3 votos contra 2, na semana passada, afastou o senador Aécio Neves (PSDB) do exercício do mandato e proibiu que ele saia de casa no período noturno.

Segundo o vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), o Senado deve revogar a decisão do STF porque o artigo 53 da Constituição Federal é claro - prevê prisão para parlamentares apenas em caso de “flagrante delito de crime inafiançável”. No entanto, o STF alega que impôs ao Senado uma medida cautelar prevista no Código de Processo Penal.

Para a maioria dos senadores, o recolhimento noturno de Aécio Neves equivale a um regime de “prisão semiaberta”, motivo pelo qual deverá ser rejeitado. O senador Humberto Costa (PT-PE) comunicou em plenário que o PT é contra a prisão noturna do senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas irá representar contra ele no Conselho de Ética por quebra do decoro parlamentar.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

STF afasta Aécio do mandato e impõe recolhimento noturno

Por três votos a dois, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta terça-feira a suspensão do mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG), bem como o recolhimento domiciliar noturno do parlamentar, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Aécio também ficará proibido de manter contato com outros investigados e terá que entregar o passaporte à Justiça. 

Os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux concordaram que o tucano usou o mandato para tentar atrapalhar as investigações da Lava-Jato. Foi negado, no entanto, o pedido de prisão feito pela PGR. Por unanimidade, os ministros ponderaram que a Constituição Federal proíbe a prisão de parlamentares em exercício, a não ser que tenha ocorrido flagrante delito de crime inafiançável. A PGR não teria comprovado essa condição.

Com exceção de Marco Aurélio Mello, relator das investigações abertas no STF contra Aécio a partir da delação da JBS, os ministros ponderaram que as práticas atribuídas ao tucano são graves. Fux deu o voto mais contundente. Disse que o tucano deveria ter se licenciado do cargo para se defender das acusações assim que elas vieram à tona. Como ele não fez isso, caberia ao tribunal ajudá-lo a agir com grandeza.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Pedro Corrêa negocia delação premiada e cita Aécio Neves, Jacques Wagner e Aldo Rabelo

O ex-deputado e ex-presidente do PP, Pedro Corrêa negocia com a Polícia Federal uma delação premiada na Operação Lava Jato. O ex-político afirmou que tem informações que pode comprometer mais de cem políticos. O mesmo citou na oportunidade os nomes do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o Ministro da Casa Civil, Jacques Wagner e o ministro Aldo Rabelo, da Defesa.

Preso em Curitiba, Pedro Corrêa foi condenado a mais de 20 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção nos desvios de recursos da Petrobrás, onde o mesmo teria recebido R$ 11,7 milhões em propina. Ele já havia sido condenado a sete anos de prisão no processo do Mensalão.

O Ministro Jacques Wagner vem acumulando diversas citações do seu nome no âmbito do Lava Jato. O ex-diretor da Petrobrás, Nestor Cerveró declarou que o ministro recebeu recursos desviados da estatal para a sua campanha ao governo da Bahia, em 2006. Wagner foi citado também em diálogos com o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, em mensagens o ministro trata as doações de 2012 do PT de Salvador e promete interceder pela liberação dos recursos da empreiteira.

Quem também citou o senador Aécio Neves, foi o doleiro Alberto Yousseff, que afirmou que ouviu do ex-deputado José Janene (PP-PR) que dividia propinas de Furnas com Aécio, o caso foi arquivado por falta de provas.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015


PSDB é cominho

Segundo o jornalista Inaldo Sampaio, o ex-governador João Lyra Neto desinteressou-se pelo PSB e mesmo que o comando da sigla em Caruaru fique nas mãos da sua filha, deputada Raquel Lyra, seguirá o rumo tucano. 

Ainda segundo ele, a primeira missão do politico foi dada pelo senador Aécio Neves: ‘levantar dados econômicos sobre o Nordeste para o plano de governo que apresentará em 2018’. 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014


Pesquisa Datafolha - Dilma amplia vantagem e Aécio encosta em Marina



Pesquisa do Datafolha sobre as eleições presidenciais publicada na tarde desta terça-feira (30), traz uma acirramento da disputa pelo segundo lugar entre os candidatos Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB). A socialista aparece com 25% das intenções de voto, enquanto o tucano surge com 20%. A candidata do PT, Dilma Rousseff, segue na liderança com 40%. 

No dia 28 de agosto, Marina chegou a ficar empatada com Dilma na primeira posição, ambas com 34% enquanto o ex-governador de Minas Gerais aparecia com 15%. Aos poucos, A petista foi retomando a dianteira, enquanto a socialista segurava firmemente a segunda colocação. Nos dois últimos levantamentos, no entanto, a diferença entre Marina e Aécio caiu de 13 para nove pontos, e agora para cinco.

Num eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a petista venceria por 49% a 41%. Contra Aécio, a petista venceria por 50% a 41%. 

Os candidatos Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (PSol) aparecem com 1% cada um. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções. Brancos e Nulos chegaram a 5%, enquanto outros 5% afirmaram não saber em quem vão votar.

O Datafolha ouviu 7.520 eleitores nesta segunda e terça-feiras. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro no TRE é o: BR-00905/2014.

terça-feira, 30 de setembro de 2014


Pesquisa MDA - Presidente Dilma volta a subir e abre 15% de Marina


Pesquisa feita pelo Instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), aponta a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), com 40,4% das intenções de voto, ante 25,2% de Marina Silva (PSB) e 19,8% de Aécio Neves (PSDB).

Em relação à pesquisa anterior, da semana passada, Dilma cresceu 4,4 pontos percentuais, Marina caiu 2,2 pontos e Aécio subiu 2,2 pontos. Luciana Genro (PSOL) também cresceu é chegou a 1,2%. Brancos e nulos somam 5,9% e os indecisos, 6,4%.

Numa simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a petista venceria a candidata do PSB por uma diferença de nove pontos percentuais: 47,7% x 38,7%. Em uma eventual disputa com Aécio, a presidente teria 49,1%, ante 36,8% do tucano.


A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 28 de setembro com 2.002 eleitores. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

terça-feira, 23 de setembro de 2014


Em nova pesquisa, presidente Dilma abre vantagem no primeiro turno, mas segue empatada no segundo com Marina



Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira mostra que a presidente Dilma Rousseff ampliou a vantagem que tinha em relação à Marina Silva no primeiro turno da corrida ao Palácio do Planalto. Dilma oscilou de 38,1% para 36% das intenções de voto, mas Marina caiu de 33,5% para 27,4% na comparação para a sondagem divulgada do dia 9 de setembro. O candidato do PSDB, Aécio Neves, subiu de 14,7% para 17,6%.

No principal cenário de disputa para segundo turno, Dilma tem 42% contra 41% de Marina, empatadas tecnicamente. No levantamento anterior, Marina e Dilma também estavam tecnicamente empatadas, a candidata do PSB tinha 45,5% contra 42 7% da petista. Na disputa entre Dilma e Aécio, a presidente se reelegeria com 45,5% contra 36,5% do tucano. Na última pesquisa, Dilma tinha 47,5% e o tucano, 33,7%.

Segundo a CNT, foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do País, nos dias 20 e 21 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014


Pesquisa Datafolha - Dilma e Aécio Voltam a crescer


Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (19) pelo jornal "Folha de S.Paulo" aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 37%
- Marina Silva (PSB): 30%
- Aécio Neves (PSDB): 17%
- Pastor Everaldo (PSC): 1%
- Luciana Genro (PSOL): 1%
- Eduardo Jorge (PV): 1%
- Zé Maria (PSTU): 0%*
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0%*
- Eymael (PSDC): 0%*
- Levy Fidelix (PRTB): 0%*
- Mauro Iasi (PCB): 0%*
- Branco/nulo/nenhum: 6%
- Não sabe: 7%


No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 10, Dilma tinha 36%, Marina, 33%, e Aécio, 15%.
Segundo o Datafolha, é a primeira vez que Dilma abre vantagem sobre Marina desde a entrada da candidata do PSB na disputa, em agosto, após a morte de Eduardo Campos. A vantagem da petista passou de 3 para 7 pontos.

Segundo turno

O levantamento divulgado nesta sexta indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, as candidatas aparecem empatadas tecnicamente. A candidata do PSB tem 46% e a do PT, 44%. Na semana passada, Marina, com 47%, e Dilma, com 43%, também estavam tecnicamente empatadas.


Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 49% a 39% (49% a 38% na semana anterior). O instituto também fez uma simulação entre Marina e Aécio. O resultado foi 49% a 35% para a candidata do PSB (ante os 54% a 30% do último levantamento).
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

O Datafolha ouviu 5.340 eleitores em 265 municípios nos dias 17 e 18 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Espontânea

- Dilma Rousseff: 30%
- Marina Silva: 24%
- Aécio Neves: 12%
- Outras respostas: 1%
- Em branco/nulo/nenhum: 6%
- Não sabe: 26%


Rejeição

- Dilma Roussef: 33%
- Marina Silva: 22%
- Aécio Neves: 21%
- Pastor Everaldo: 21%
- Zé Maria: 18%
- Levy Fidelix: 18%
- Eymael: 17%
- Luciana Genro: 16%
- Rui Costa Pimenta: 15%
- Eduardo Jorge: 15%
- Mauro Iasi: 14%

quinta-feira, 11 de setembro de 2014


Datafolha: Dilma e Marina mantêm empate técnico, mas petista amplia vantagem numérica



O Instituto Datafolha divulgou na noite desta quarta-feira (10) sua pesquisa em que Marina Silva (PSB) e a petista aparecem tecnicamente empatadas, mas com vantagem numérica de três pontos percentuais para a presidente, que agora detém 36% das intenções de voto enquanto sua rival, com 33%, apresentou leve oscilação de negativa em relação à pesquisa anterior.


No levantamento anterior do Datafolha, divulgado no último dia 3, Dilma tinha 35%, Marina, 34% e Aécio, 14%. Na pesquisa mais recente, Aécio Neves oscilou positivamente, tendo agora 15% das intenções de voto. Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSol) e Eduardo Jorge (PV) mantiveram 1% cada. Os outros cinco candidatos à Presidência, juntos, somam 1% das intenções de voto.

Na simulação de segundo turno, as duas candidatas também estão empatadas. A combinação de oscilação negativa de Marina (recuo de 2 pontos) com oscilação positiva de Dilma (avanço de 2 pontos) gera uma nova situação de empate técnico. Agora, no entanto, com vantagem numérica para a ex-senadora: 47% para Marina contra 43% de Dilma.

A pesquisa Datafolha foi contratada pela Rede Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram ouvidos 10.568 eleitores em 373 municípios entre 8 e 9 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95% - se forem feitos 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00584/2014.

terça-feira, 26 de agosto de 2014


Pernambucanos acompanharam debate presidencial de perto 

A TV-Bandeirantes não conseguiu adotar os critérios da TV-Globo para o primeiro debate entre os presidenciáveis, convidando apenas os candidatos que pontuam nas pesquisas até cinco pontos percentuais. Vai promover o debate com sete candidatos.

Estarão presentes Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB). As regras já foram definidas – serão seis blocos.
O governador João Lyra Neto (PSB) recebeu um convite da candidata do seu partido à Presidência da República, Marina Silva, para fazer parte da comitiva que a acompanhará o debate. O líder do PT no Senado, senador Humberto Costa, recebeu a mesma missão da presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014


No primeiro levantamento pós-morte de Eduardo,Marina supera Aécio e vence Dilma no segundo turno

A primeira pesquisa do instituto Datafolha realizada após a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) mostra que, nesse primeiro momento, a ex-senadora Marina Silva, dada como certa para substituir o pernambucano na disputa presidencial, supera as intenções de voto do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) no primeiro turno e vence a presidente Dilma Rousseff (PT) no segundo.

No cenário do primeiro turno, Dilma tem 36% dos votos; Marina aparece com 21%; e Aécio fica com 20%. Juntos, os demais candidatos somam 5%. Brancos e nulos têm 8% e 9% disseram não saber em quem votar.

No eventual segundo turno, Marina teria 47% e Dilma ficaria com 43%. Como a margem de erro é de 2%, a pesquisa dá empate técnico entre as presidenciáveis. Para elaborar a pesquisa, o Datafolha ouviu 2.843 eleitores de 176 municípios entre os dias 14 e 15 de agosto. Período em que o nome de Marina estava em destaque em função das condolências da morte de Campos.

Sem Marina - No cenário sem Marina, Dilma lidera com 41%, enquanto Aécio fica com 25%. Demais candidatos têm 8%, votos em branco e nulo apresenta 13% e 12% dos eleitores disseram não saber em quem votar.

Num segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista fica com 47% e Aécio com 39%. No último levantamento, de julho, Dilma tinha 44% e Aécio aparecia com 39%.