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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

MM Direto ao Ponto “As curtinhas do Moreno”




DEU A LOUCA NA POLÍTICA - Começando hoje mais uma missão, quero agradecer o convite. Mas vamos Direto ao Ponto. A política santa-cruzense parece que bebeu querosene e endoidou de vez. O novo prefeito não sabe destravar a máquina, que precisa moer e colocou muita gente boa, mas sem experiência e “Verdinhos”. Quando a ficha de Fábio vai cair? Quando ele vai entender que administrar Santa Cruz é administrar problemas?

ROMERO, AGORA REGIONAL- O prefeito das Vertentes Romero Leal até que enfim ganhará projeção regional, já que seu município é uma referência em administração pública. Agora no comando do CONIAPE, vai mostrar que o consórcio veio para ajudar no crescimento do Polo de Confecções. Com seu estilo forte e de resultados, Romero Leal irá se projetar na política regional. Edson Vieira deu o primeiro passo, Romero Leal tem tudo para seguir firme! 

BOLSONARO REFÉM DO CENTRÃO- Enquanto os seguidores do presidente que comemoram a queda de Rodrigo Maia, esquecem quem faz parte do Centrão. O presidente caiu nas mãos de uma que jogo pesado e tem uma turma que tem sede de poder e regalias sem fim. Ele não terá sossego com esse povo. A intenção do presidente foi governar com liberdade, mas o preço sairá caro demais da conta.

ARAGÃOZINHO PROIBIDO? - O vice-presidente da Câmara de Santa Cruz, Carlinhos da COHAB, afirmou que o presidente Capilé queria proibir o velório do ex-prefeito da cidade Aragãozinho. Familiares afirmam a mesma coisa. Mais um absurdo, esse uma ofensa à história da cidade, tendo em vista a grande personalidade que é o Ará para Santa Cruz. Um homem queridíssimo e respeitado. Qué isso, presidente?

QUE MOSQUITO PICOU CAPILÉ? - Sobre Capilé pode-se afirmar que se trata de um homem e político com um histórico admirável. Pobre, trabalhador e um vencedor. Mas são muitas as dúvidas. O que aconteceu com ele ao chegar ao poder? Todos estão admirados com sua mudança de postura e sem entender o que está acontecendo.

Marcondes Moreno

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Bolsonaro culpa entressafra para alta da carne e diz que preço vai diminuir


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta segunda-feira (9) que a alta do preço da carne no Brasil se deve a uma entressafra e disse que isso vai ser revertido.

"Tô levando pancada sobre o preço da carne. Estamos em uma entressafra, vai diminuir esse preço, pessoal está investindo cada vez mais. Mas não é fácil você ser agricultor também", disse em transmissão ao vivo pelas redes sociais.

A fala foi feita durante uma apresentação do Ministério da Agricultura no Palácio do Planalto em que estavam presentes Bolsonaro e os ministros Tereza Cristina (Agricultura), Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

Intitulada "A sustentabilidade do agronegócio brasileiro", a fala foi conduzida por uma assessora da ministra da Agricultura, Mariane Crespolini, que é diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação da pasta.

"Alguns falam em redes sociais que tem que ter um tabelamento. Na Venezuela é tudo tabelado. Vai lá comprar carne", disse, acrescentando que não vai baixar o preço do produto "na canetada".

Tereza Cristina também minimizou a alta da carne, dizendo ser algo temporário. "Presidente, é temporário, o senhor pode garantir à população que nós temos o maior rebanho comercial do mundo. Isso foi um período, uma seca, a entressafra do boi, mas a arroba já baixou pro produtor e agora precisa abaixar na gôndola", disse.

Durante a apresentação, Mariane disse, sem dar detalhes, que existem pesquisadores sérios que negam que exista alteração climática. Ela culpou a imprensa por fazer "barulho" sobre o tema.

"Mudanças climáticas existem? Acho que a gente está assim, em uma discussão radinho. Tem muito pesquisador bom, de credibilidade, que mostra que não existe. Mas o barulho que a opinião pública e alguns jornalistas estão fazendo é quase um Rock in Rio. Aí eu coloquei uma reflexão: se elas existem ou não, presidente, nós temos resultados para quem acredita. Então, o Brasil tem a solução para isso", disse.

(Folhapress)

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

'Ele já está afastado' afirma Luciano Bivar sobre Bolsonaro


O deputado federal pernambucano e presidente nacional do Partido Social Liberal (PSL), Luciano Bivar , que nas eleições 2018 se apresentava como "O federal do Bolsonaro", deu uma declaração que indica que o presidente da República não é mais bem vindo na legenda.

Em resposta à declaração de Jair Bolsonaro a um apoiador, onde o chefe do Executivo Nacional mandou "esquecer o PSL" e afirmou ainda que "Bivar está queimado", o presidente da legenda disse que Bolsonaro "já está afastado" do partido.

Questionado pelo Blog da Andreia Sadi, se Bolsonaro deixará o PSL, Luciano Bivar respondeu: "A fala dele foi terminal, ele já está afastado. Não disse para esquecer o partido? Está esquecido". Ele ainda afirmou não saber o que se passa na cabeça do presidente.

Apesar da resposta enérgica, Luciano afirmou que o partido não deixará a base do Governo, e cobrou respeito ao PSL. "Não estamos em grêmio estudantil. Ele pode levar tudo do partido, só não pode levar a dignidade, o sentimento liberal que temos e o compromisso com o combate à corrupção", concluiu. 

Caso se confirme a saída de Jair Bolsonaro, seria a nona troca de legenda em 30 anos de vida pública, anteriormente, ele já foi filiado ao PDC (1989 - 1993), PP (duas vezes, 1993 e 2005 - 2016), PPR (1993 - 1995), PPB (1995 - 2003), PTB (2003 - 2005), PFL (2005) e PSC (2016 - 2018).

Duas siglas já cortejam o presidente, o Patriotas, que por pouco não foi a legenda de Bolsonaro nas eleições de 2018, ele chegou a anunciar a ida ao partido, mas por divergências internas não se filiou, e a União Democrática Nacional (UDN), partido que deve voltar à atividade no país.

Com sua saída, Jair Bolsonaro deve levar consigo 15 deputados federais e dois senadores, inclusive seu filho Flávio.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Acabou o amor? Bolsonaro pede para apoiador esquecer o PSL e diz que Bivar está "queimado"


O presidente Jair Bolsonaro deu indícios nesta Terça-feira (8) de que pode deixar o PSL. O partido tem enfrentado disputas internas e sua bancada na Câmara está rachada. Bolsonaro pediu a um apoiador nesta manhã para que esquecesse o partido e afirmou que o presidente da sigla, o deputado Luciano Bivar (PE), “está queimado pra caramba” e vai “queimar o seu filme também”.

Na saída do Palácio da Alvorada, onde apoiadores esperam para conversar e tirar fotos com o presidente, um homem se apresentou a Bolsonaro como pré-candidato no Recife pelo PSL. Bolsonaro, então, cochichou em seu ouvido: “Esquece o PSL”.

Ainda assim, o rapaz gravou um vídeo junto ao presidente em que diz: “Eu, Bolsonaro e Bivar juntos por um novo Recife”. Bolsonaro então pediu para que ele não divulgasse a gravação.

“Ó cara, não divulga isso, não. O cara Bivar está queimado para caramba lá. Vai queimar o meu filme também. Esquece esse cara, esquece o partido”, recomendou.

A conversa foi gravada por um dos apoiadores e publicada no canal do Youtube “Cafezinho com pimenta”. A imprensa é proibida de ficar no mesmo local onde esses apoiadores gravam esses diálogos com o presidente.

Assim que o presidente repreendeu o rapaz, ele respondeu que iria esquecer o PSL e gravou um novo vídeo suprimindo o nome do partido e do dirigente. “Viva o Recife, eu e Bolsonaro”.

Na segunda-feira, 7, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, afirmou que não havia da parte do presidente nenhuma “formulação com relação a uma suposta transição de partido”.

Confira o vídeo:


(Estadão Conteúdo)

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Bolsonaro anuncia demissão de presidente dos Correios por fotos com oposição

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira (14) a demissão do presidente dos Correios. Ele demonstrou indignação com posturas do General Juarez Cunha, como tirar fotos com opositores no Congresso e ser contrário à privatização da estatal.

O comportamento, segundo o político, seria de um 'sindicalista'. O presidente afirmou que estuda o nome de um substituto para o cargo.

A afirmação ocorreu durante um café da manhã com jornalistas no qual falou sobre mais de 15 temas.

Bolsonaro fez críticas à decisão do STF de criminalizar a homofobia: disse que a Corte está legislando e que a decisão é completamente equivocada, que "aprofunda uma luta de classes" e "prejudica o próprio homossexual", citando questões sobre empregabilidade.

O presidente também comentou que alterar o entendimento sobre prisões após decisões de segunda instância seria um convite para que as pessoas não respeitem a lei.

Sobre a declaração do ex-presidente Lula, que colocou em dúvida a facada que Bolsonaro levou durante a campanha, disse que "presidiário presta depoimento, não dá entrevista" e que "a barriga de Lula, com uma facada, vai sair muita cachaça de dentro".

Bolsonaro afirmou que não vê nenhum problema na conversa entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol e que "eles têm que conversar entre si para apresentar uma denúncia robusta e concreta". O presidente também disse que, em nenhum momento, falou em demissão com Moro.

O político negou que tenha parado de usar aplicativos como o WhatsApp, por exemplo, e brincou: "agora, sabemos, se existe um telefone grampeado no Brasil… esse é o meu."

Bolsonaro comentou a última baixa do governo – a demissão do ministro Santos Cruz, da Secretaria de Governo. Disse que foi uma separação amigável; que o agora ex-ministro continua em seu coração, mas que infelizmente aconteceu, porque alguns problemas acontecem, sem citar quais.

Segundo ele, o novo ministro, General Campos, tem o diferencial de ser um assessor parlamentar, o que vai ajudar na interlocução. O presidente também negou uma insubordinação da parte de Santos Cruz. Afirmou que ninguém mais que militar tem noção de disciplina e hierarquia e que existe um convívio muito saudável. Bolsonaro indicou que ofereceu outras opções a Santos Cruz no governo.

Sobre a Reforma da Previdência, o presidente disse que o foco é a união e que se puder resolver estados e municípios, tudo bem. Afirmou ainda que é natural ceder para aprovar o que for possível, mas que a bola está com o legislativo.

(BandNews FM)

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Miriam Leitão publica artigo sobre Jair Bolsonaro e vira alvo de críticas no Twitter

Na manhã de hoje a jornalista Miriam Leitão publicou em sua coluna no jornal O Globo um artigo intitulado "Bolsonaro não sabe governar", onde em parceria com o jornalista Alvaro Gribel, analisa os primeiros meses do governo do pesselista.

No início da coluna, o texto diz que os anos enquanto parlamentar de Bolsonaro foram de pouca atuação, sem presidir comissões, sem assumir a relatoria de projetos, concentrando-se em defesa de pautas que interessassem militares, ou em fazer ataques espetaculosos a quem considerasse de esquerda na Câmara Federal.

O texto segue dizendo que até partidos de direita, que apoiaram o então candidato nas eleições passadas, hoje mostram descontentamento com o seu desempenho, e questiona "(...)ele seria presidente diferente do parlamentar que foi?"

Miriam ainda compara Bolsonaro ao ex-presidente venezuelano Hugo Chavéz, pelo fato de incentivar manifestações nas ruas em próprio favor, apesar do presidente brasileiro e dos seus ministros terem anunciado que não estarão em movimentações convocadas para o dia 26, em favor do mandatário.

Após a publicação no jornal e na versão digital de O Globo, seguidores do presidente fizeram críticas à jornalista no Twitter, relembrando inclusive o fato de ela ter sido presa nos anos da Ditadura Militar, fazendo com que seu nome figurasse desde a manhã de hoje entre os assuntos mais comentados do Brasil na rede social.

Na publicação da jornalista sobre o texto, foram alcançados mais de 22 mil engajamentos entre comentários, compartilhamentos e curtidas.

terça-feira, 23 de abril de 2019


Bolsonaro é o líder mundial com maior engajamento no Facebook, diz pesquisa


O presidente Jair Bolsonaro é o líder mundial com maior engajamento na rede social Facebook. O brasileiro fica a frente do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do primeiro ministro da Índia, Narendra Modi.

Os dados foram levantados pela plataforma CrowdTangle, e compilados em pesquisa da agência de comunicação BCW Global, divulgada no início deste mês. Foram analisadas as interações (comentários, curtidas e compartilhamentos) de 962 páginas de chefes de estado, de governo e ministros do exterior entre março de 2018 e fevereiro de 2019.

Em relação ao número de curtidas, Bolsonaro fica em sexto lugar, com 9,3 milhões, o líder indiano lidera com 43,5 milhões, seguido do americano com 23,8 milhões. Já em número de interações, Bolsonaro dispara com 145,3 milhões, muito acima de Trump (84,5 milhões) e de Modi (47,2 milhões).

Um apontamento feito pela pesquisa é que 50 das páginas analisadas contavam com conteúdo patrocinado, anúncios feitos pelos administradores dos perfis, que atingem tanto seguidores quanto públicos alvos por eles definidos. O presidente americano aparece na lista, assim como a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, que publicou 74 anúncios apenas em dezembro de 2018 para promover o plano Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia).

Na América Latina, Bolsonaro é o mais curtido no Facebook, seguido pelo perfil do presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador, com 5,6 milhões, e o presidente argentino Mauricio Macri, com 4,5 milhões. Alvo de polêmica no continente, o líder venezuelano Nicolás Maduro tem menos de 10% das curtidas de Bolsonaro, com 812 mil.

(Jornal Metro)

quinta-feira, 18 de abril de 2019

'Time' coloca Bolsonaro entre os 100 mais influentes, mas aponta controvérsias

Indicado pela revista norte-americana Time como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2019, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, recebeu tratamento ambíguo no texto de perfil publicado revista norte-americana. 

"Ele representa um forte corte nos elevados níveis de corrupção da última década e a melhor chance em uma geração para o Brasil avançar em reformas que podem domar o endividamento crescente", inicia o texto, assinado por Ian Bremmer, presidente da consultoria de risco político Eurasia e editor da revista.

Logo na sequência, porém, Bremmer aponta questões e posicionamentos polêmicos de Bolsonaro. "O ex-oficial do Exército também é um garoto-propaganda da masculinidade tóxica, um homofóbico ultraconservador com objetivo de lançar uma guerra cultural e talvez reverter o progresso do Brasil em combater as mudanças climáticas", afirma.

Já nas considerações finais, a força das instituições brasileiras é citada como fator a moderar as posições controversas do mandatário brasileiro. "Brasil segue como um democracia dinâmica, com instituições robustas que limitarão tanto as medidas boas quanto as ruins que ele venha a tomar", escreve Bremmer. 

A habilidade - ou falta dela - de Bolsonaro na articulação política foi lembrada. "Se ele pretende deixar algum legado, Bolsonaro terá que aprender a trabalhar com o sistema, de modo a fechar os acordos necessários para avançar sua agenda. O tempo dirá se ele tem a flexibilidade e resiliência de caráter que precisará", finaliza.

quarta-feira, 17 de abril de 2019


Presidente da Câmara de Vereadores avalia participação em congresso da UVP e Marcha dos Prefeitos


Na tarde desta quarta-feira (17), o presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe Augusto Maia (Podemos) esteve reunido com o prefeito em exercício Dida de Nan (PSB). A reunião teve caráter institucional e serviu na visão de Augusto para lembrar da relação de respeitabilidade entre os poderes executivo e legislativo, apesar de ambos estarem sendo representados por alas políticas distintas.

Na ocasião, Augusto aproveitou para citar a recente participação dos parlamentares santa-cruzenses no Congresso da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), ocorrido no último mês em Gravatá. "Ocasiões como estas servem para qualificar nossos quadros. Hoje nossa Câmara é capaz de discutir qualquer tipo de problemática e serve de referência para toda a região e o estado, mas a busca pelo conhecimento é sempre importante", pontuou.

O Congresso foi visto por Augusto de maneira positiva, ele ainda citou a presença de membros dos Tribunais de Contas do Estado e da União.

Marcha dos Prefeitos
Ainda este mês, Augusto esteve na capital federal, na 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o presidente considerou a viagem satisfatória, onde conseguiu visitar gabinetes de deputados e senadores, entre eles Humberto Costa (PT), Ricardo Teobaldo (Podemos), João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT), de onde saíram com a promessa de um grande volume de emendas parlamentares. "Apesar de sermos de uma bancada de oposição no município, conseguimos a garantia de mais de 2,5 milhões em emendas para setores como saúde e agricultura, mostrando que somos uma oposição que não só critica, mas também busca recursos e resoluções para a cidade", disse.

Augusto Maia disse que não ficou totalmente satisfeito com os discursos por representantes do Governo Federal, como o próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL). "Minha torcida é para que o Governo dar certo, mas o que nós percebemos na Marcha foi um governo pedindo apoio dos municípios, ajuda do Congresso, mas nada concreto. Os discursos foram de perspectivas, mas poucas conclusões. Ficou aquém do que os municípios merecem", finalizou.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Nem só de bola fora vive o Presidente
Em 100 dias, Bolsonaro cumpre mais promessas que Dilma e Temer no mesmo período



Em 100 dias, o governo de Jair Bolsonaro cumpriu 1/5 das promessas feitas durante a campanha eleitoral. Dos 58 compromissos firmados no período e que podem claramente ser mensurados, 12 foram cumpridos em sua totalidade, de acordo com levantamento feito pelo G1. Outros quatro foram parcialmente atendidos, e 40 ainda não foram cumpridos. Dois compromissos não têm como ser avaliados no momento.

Essa é a primeira avaliação que o G1 faz das promessas de campanha de Bolsonaro durante os quatro anos de mandato. A ideia é medir até 2022 se o presidente cumpre o que prometeu na campanha para ser eleito.

O projeto "As promessas dos políticos" começou em 2015, com a verificação das promessas da então recém-reeleita presidente Dilma Rousseff. Desde então, o G1 já avaliou promessas de governadores e prefeitos. E agora começa um novo ciclo, com o presidente eleito em 2018. Os novos governadores serão avaliados mais para frente.

Na comparação com os ex-presidentes Dilma Rousseff e Michel Temer em 100 dias de governo, Bolsonaro cumpriu 12 das 58 promessas, Dilma, 5 das 55, e Temer, 3 das 20.

G1

segunda-feira, 8 de abril de 2019


Dia do não fico se confirmou - Bolsonaro demite ministro da Educação


Através de sua conta no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta segunda-feira (8) a demissão do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez. Bolsonaro informou também que o novo ministro será Abraham Weintraub.

Bolsonaro e Vélez tiveram uma reunião no Palácio do Planalto nesta segunda, pouco antes do anúncio da demissão do agora ex-ministro.

"Comunico a todos a indicação do Professor Abraham Weintraub ao cargo de Ministro da Educação. Abraham é doutor, professor universitário e possui ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta. Aproveito para agradecer ao prof. Velez pelos serviços prestados", afirmou o presidente.

Colombiano naturalizado brasileiro, Vélez Rodríguez tomou posse no cargo em 1º de janeiro e enfrentava uma "guerra interna" no MEC provocada por desentendimentos entre militares e seguidores do escritor Olavo de Carvalho.

Na sexta-feira (5), em um café da manhã com jornalistas, o presidente Jair Bolsonaro disse que o ministro poderia deixar o cargo nesta segunda-feira (8). "Segunda-feira vai ser o dia do 'fico ou não fico'", disse o presidente na ocasião.

Pouco depois da declaração do presidente, Velez, que participava de um evento em Campos do Jordão-SP declarou que não entregaria o cargo.

No café, Bolsonaro também afirmou que não existe rivalidade entre a ala ideológica do governo – influenciada pelo escritor Olavo de Carvalho – e a corrente militar, composta por generais que integram altos cargos no Executivo federal.

Nos dois meses e meio à frente do Ministério da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez colecionou uma série de polêmicas, entre as quais:

- Disse querer mudar os livros didáticos para revisar a maneira como tratam a ditadura militar e o golpe de 1964;
- Anunciou a demissão do secretário-executivo da pasta diante da "guerra" no ministério. Depois trocou os substitutos e também demitiu o presidente do Inep;
- Pediu a escolas que filmassem alunos cantando Hino Nacional e enviassem o vídeo ao MEC. Depois, voltou atrás;
- Disse em entrevista que o brasileiro parece um "canibal" quando viaja ao exterior. Depois, disse ter sido "infeliz" na declaração;
- Afirmou que a universidade não é para todos;
- Além disso, desde o início da sua gestão, em janeiro, houve pelo menos 14 trocas em cargos importantes no Ministério da Educação.

A demissão de Vélez Rodríguez é a segunda baixa no ministério do governo Jair Bolsonaro, há cerca de um mês, o advogado Gustavo Bebianno deixou a Secretaria-Geral após se envolver em uma crise com o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Bolsonaro.

Novo ministro
Weintraub, o novo ministro, já trabalhava no governo Bolsonaro. Ele era secretário-executivo da Casa Civil, segundo cargo mais importante dentro da pasta.

Weintraub atuou na equipe do governo de transição. Junto com o irmão, Arthur Weintraub, foi responsável pela área de Previdência no período. Os dois foram indicados a Bolsonaro pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

O ministro da Casa Civil conheceu os irmãos Weintraub em um seminário internacional sobre Previdência realizado, em 2017, no Congresso Nacional.

Abraham Weintraub é formado em Ciências Econômicas pela Universidade de São Paulo (1994) e mestre em administração na área de finanças pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ele é professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e atuou no mercado financeiro por mais de 20 anos. Na iniciativa privada, trabalhou no Banco Votorantim por 18 anos, onde foi economista-chefe e diretor, e foi sócio na Quest Investimentos.

(G1)

segunda-feira, 1 de abril de 2019


Pode pedir música - Terceiro pedido de impeachment é aberto contra Jair Bolsonaro


Em apenas três meses, a Câmara dos Deputados já recebeu o terceiro pedido de abertura de processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o pedido não tem prazo para ser analisado. O presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) informou que ainda não tomou conhecimento do pedido, cabe a ele decidir se o processo caminhará ou não. 

De acordo com o advogado paulista Carlos Alexandre Klomfahs, o presidente cometeu crime de responsabilidade quando autorizou a divulgação de um vídeo sobre o golpe militar de 31 de março de 1964. Klomfahs alega que o presidente Jair Bolsonaro provou animosidade entre as forças armadas e as instituições civis no país. 

Pedidos 
Desde que foi empossado, em 1º de janeiro, este já foi o terceiro pedido de impeachment contra Bolsonaro. O primeiro pedido, apresentado por Antônio Jucélio da Rocha foi arquivado, por falta de documentação que pudesse valer como prova. 

O segundo pedido é de Diva Maria dos Santos, alegando uso de recursos não informados à Justiça Eleitoral, que ajudaram a impulsionar as redes sociais durante a campanha de 2018. 

Advogado atento aos governos 
No governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), o advogado Carlos Alexandre Klomfahs tinha entrado com uma ação e derrubou o decreto do governo aumentando o valor da cobrança do PIS e da Cofins sobre combustíveis.

Klomfahs também ajudou a barrar a nomeação do ex-presidente Lula (PT) como ministro no governo de Dilma Rousseff (PT). 

(Rádio Jornal)

quinta-feira, 28 de março de 2019

Novo embate entre Bolsonaro e Maia preocupa governo sobre reformas e governabilidade

Auxiliares próximos do presidente Jair Bolsonaro já trabalham para tentar esfriar a crise entre ele e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que ganhou nova rodada de ataques mútuos na quarta-feira (27).

Há forte preocupação com a manutenção dessa troca de farpas e o reconhecimento que isso já afeta a tramitação da reforma da Previdência e pode prejudicar ainda mais a governabilidade.

Há um esforço de interlocutores do presidente em tentar uma reaproximação entre Bolsonaro e Maia. O embate desta quarta pegou de surpresa os dois lados.

(G1)

quarta-feira, 20 de março de 2019

Aprovação do governo Bolsonaro cai 15 pontos e vai a 34%, diz Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (20) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL):

Ótimo/bom: 34%
Regular: 34%
Ruim/péssimo: 24%
Não sabe/não respondeu: 8%
A avaliação positiva do presidente caiu 15 pontos percentuais desde a posse. Em fevereiro, segundo a pesquisa, 19% consideravam o governo "ruim/péssimo"; 30%, "regular"; e 39% o avaliavam como "bom/ótimo".

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Governo apresenta texto da reforma da Previdência ao presidente da Câmara

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) entregou nesta quarta-feira (20) a proposta de reforma da Previdência ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

A proposta sugere que a idade mínima para a aposentadoria seja de 65 anos para homens e 62 para mulheres. 

Além de incluir os trabalhadores do setor privado inscritos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a reforma também abrange os servidores públicos.

O texto apresentado nesta quarta deixou os militares de fora da reforma. 

terça-feira, 1 de janeiro de 2019


Sob forte apoio popular, Bolsonaro toma posse como Presidente do Brasil


Eleito com mais de 57 milhões de votos, Jair Messias Bolsonaro tomou posse nesta terça-feira (01) em ato realizado em Brasília. A todo momento o presidente foi aclamado e acompanhado de perto pelo público que lotou os arredores do Congresso Nacional.

Durante a cerimônia, o presidente surpreendeu a todos e desfilou em carro aberto, veículo que ainda era dúvida no ato. Ao chegar no Congresso Nacional o presidente eleito falou sobre suas expectativas para o mandato.

"Esses desafios só serão resolvidos mediante um verdadeiro pacto nacional entre a sociedade e os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na busca de novos caminhos para um novo Brasil. Reafirmo meu compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão."

Durante o ato de posse, Bolsonaro também elevou temas como abrir o mercado brasileiro ao comércio internacional, a valorização dos policiais, a preparação de alunos para o mercado de trabalho e não mais para militância política e prometeu reformas estruturantes.

Todo o evento foi sob um forte esquema de segurança que contou com mais de 10 mil agentes entre Forças Armadas, policiais e setor e inteligência.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Mourão afirma que reforma na Previdência é prioridade

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, afirmou ao "Estadão/Broadcast" que a reforma da Previdência será a "prioridade número um" do futuro governo e deve ser encaminhada no primeiro semestre ao Congresso. E, segundo ele, a proposta é que seja uma votação única, e não fatiada, como chegou a ser dito até pelo próprio Jair Bolsonaro. 

Mourão disse que a ideia é aproveitar parte da reforma que foi enviada pela equipe do presidente Michel Temer, mas com alterações que serão feitas pelo governo Bolsonaro. Entre elas, ele citou mudanças nas regras de transição (que inclui uma espécie de "pedágio" sobre o tempo que falta para a aposentadoria) e a introdução do modelo em que a pessoa contribui para uma conta individual que no futuro servirá para pagar os benefícios, chamado de capitalização.

O Estado apurou que há como fazer todas as alterações desejadas pela nova equipe econômica - que será comandada pelo futuro ministro Paulo Guedes - a partir de emendas apresentadas à reforma de Temer, inclusive a introdução do sistema de capitalização., 

Essas alterações podem ser feitas no texto que está pronto para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados, o que agilizaria todo o processo. Uma proposta inteiramente nova precisaria cumprir todo o rito legislativo, o que levaria pelo menos seis meses, considerando uma base aliada articulada e empenhada na tramitação.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Bolsonaro diz que ele e filho pagarão 'a conta' se houver algo de 'errado' com ex-assessor

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (12) que ele e o filho Flávio Bolsonaro pagarão "a conta" se houver algo de "errado" com Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor de Flávio. Bolsonaro deu a declaração durante transmissão ao vivo no Facebook e comentou o fato de o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ter encontrado movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão na conta do ex-motorista de Flávio.

"Se algo estiver errado, seja comigo, com meu filho ou com o Queiroz, que paguemos a conta deste erro, porque nós não podemos comungar com o erro de ninguém. Da minha parte, estou aberto a quem quiser fazer qualquer pergunta sobre este assunto, tenho sempre me colocado à disposição e o que a gente mais quer é que isso seja esclarecido o mais rápido possível, sejam apuradas as responsabilidades, se é minha, se é do meu filho, se é do Queiroz ou de ninguém", afirmou Bolsonaro.



segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Bolsonaro recebe nesta segunda diploma do TSE que confirma resultado da eleição

O presidente da República eleito Jair Bolsonaro (PSL) retornou nesta segunda-feira (10) a Brasília para a cerimônia de entrega do diploma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirma o resultado da eleição deste ano.

A chamada "diplomação" é uma cerimônia que atesta que o candidato foi efetivamente eleito pelo povo e, por isso, está apto a tomar posse no cargo, a partir de janeiro ano que vem. O mandato de Bolsonaro, e do vice de sua chapa, o general Hamilton Mourão (PRTB), irá de 2019 a 2022.

domingo, 28 de outubro de 2018

Jair Bolsonaro é eleito presidente da república e única cidade que venceu em Pernambuco foi Santa Cruz do Capibaribe

Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito o 38º presidente da República neste domingo (28) ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002.

A vitória foi confirmada às 19h18, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%). 

No discurso da vitória, Bolsonaro afirmou que o novo governo será um "defensor da Constituição, da democracia e da liberdade".

No estado de Pernambuco o petista Fernando Haddad obteve 3.297.944 votos (66,50%) já Bolsonaro obteve 1.661.163 votos (33,50%). A única cidade que o presidente eleito venceu foi Santa Cruz do Capibaribe, na ocasião obteve 23.044 votos (53,83%), já Haddad obteve 19.765 votos (46,17%).