quinta-feira, 4 de junho de 2015

Aos poucos, se quebrando...

A manutenção de coligações em eleições proporcionais, pela Câmara Federal, foi o fator principal para a desaceleração do processo de fusão entre PSB e PPS. Além disso, uma cláusula de barreira branda que não ameaça a sobrevivência de nenhum dos dois partidos, também teve destaque.
Após um inicio de conversa e encaminhamento rápido, por parte dos presidentes nacionais do PSB e do PPS, Carlos Siqueira e Roberto Freire, respectivamente, ambos já estão admitindo que o “casamento” tem grandes chances de não prosperar.
Uma pedra - Carlos Siqueira admitiu que a resistência do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e do prefeito do Recife, Geraldo Júlio, à tese da fusão também influenciou para a desaceleração das negociações.
Recentemente, processo idêntico entre DEM e PTB também foi descartado.

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